Por Cristiano Alves
Essa captura de tela foi feita na rede social Twitter e demonstra bem o modus operandi dos proselitistas do movimento LGBT. Me senti ofendido por uma postagem cujo autor dizia que A Página Vermelha, primeiro site marxista-leninista da internet brasileira, era "extremista de esquerda parecido com os extremistas de direita". Qualquer pessoa que acompanha A Página Vermelha sabe que condenamos tanto o extremismo de direita, quanto o extremismo de esquerda, prática, aliás, inerente ao leninismo.
Daí fui analisar "onde está o extremismo" observado pelo autor da postagem e ao clicar no link vi que ele se referia a um artigo contra o movimento LGBT. A princípio preferi ignorar, até perceber que o autor se tratava de um mestre e doutorando, da área de Direitos Humanos, razão pela qual imaginei que o autor se equivocara. Levantando alguns questionamentos de forma civilizada para com o dito cujo através do Twitter recebi a seguinte resposta que demonstra bem o nível de "tolerância", "respeito aos Direitos Humanos", "à dignidade da pessoa humana" e também o "elevado grau de civilidade desse proselitista LGBT". A imagem vale mais do que 1 milhão de palavras de qualquer ativista do movimento:
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| Depois "nós" é que somos extremistas |
Como vemos aqui, o tal Raphael Tsavkko usa dois recursos para demonstrar sua falta de caráter. Aparentemente ficou furioso com um twit meu onde eu o recomendava que ele lesse Marx e Engels, ao que ele alegou "já ter lido". Se leu não entendeu e desonestamente ignora o que Marx e Engels escreveram sobre o uranismo, um grande artigo que fizemos questão de publicar aqui. Depois o mesmo indivíduo vem falar em "stalinismo genocida". É típico de todo aspirante a tirano usar Stalin como "cortina de fumaça". Sempre que alguém acusa Stalin de "reprimir" ou de ser "genocida", podem pesquisar que esse sujeito tem culpa no cartório(ou tem pretensões para tal). O sujeito chama Stalin de "antidemocrático" e censura qualquer um que pense diferente dele, chama Stalin de "genocida" e promove um movimento que visa destruir o ethos de um povo.
Desarmado e sem argumentos o sujeito encerra a discussão dizendo que sou um "bostinha sem amigos incapaz de entender qualquer coisa p alem do seu mundinho", até encerrar chamando de "homofobicozinho tosco". De onde o sujeito tirou que "não tenho amigos" eu não sei, aliás felizmente estou muito bem, até tendo uma "amiga" favorita que é uma grande camarada leal ao comunismo e opositora ferrenha do liberalismo. Tenho amigos de todos os tipos, inclusive homossexuais com quem me dou muito bem, todos, a propósito, opositores do movimento LGBT. Muitos são de países como Rússia, Belarus e Ucrânia, com quem troco até hoje presentes valorosos e até mesmo cartões, coisa rara nos dias atuais. São amigos de confiança, um deles, por exemplo, até me ofereceu o apartamento de sua mãe, que mora sozinha, em São Petersburgo para viagem minha à Rússia. Noutro amigo tenho tanta confiança que mesmo em nosso primeiro encontro, na cidade de Teresina, permiti que empunhasse uma espada que tenho guardada. Outro tem plena convicção nas minhas ideias, chegou a me propor uma ajuda de 300 dólares, caso desse certo a minha ida para a República Popular de Donetsk(sou voluntário para Donetsk). Também possuo um amigo com quem constantemente tomo chimarrão e grandes amigos no Sul do país. Por isso posso dizer que estou muito bem nesse campo. Posso contar com amizades verdadeiras, afetividade que nada tem a ver com "alargamento de esfíncteres"(ou como dizemos aqui no Nordeste, "troca de caneco") que é talvez o que esse reles ignóbil entende por amizade.
Depois o sujeito me acusa de ser "homofóbicozinho tosco". Aqui é importante que o leitor se dê conta de que "homofóbico", para os proselitistas LGBT, não passa de um mero insulto ontológico. Nós condenamos a homofobia, a aversão irracional aos homossexuais, todavia a aversão que temos não é aos homossexuais, e também não é "irracional", ela é dirigida contra a organização dos homossexuais por motivos racionais que é o repúdio por sua intolerância, pelas suas posturas liberais, gnósticas, imperialistas e neofascistas! Já foi provado por um jornalista inglês, neste artigo, que todos os movimentos neonazistas europeus são dirigidos por militantes LGBT, aliás o próprio Anders Breivik, que fuzilou jovens sociais-democratas, iniciando pelas mulheres, foi visto na parada LGBT de Oslo, segundo testemunhas em seu julgamento.
Uma das coisas que chama atenção nesse proselitista histérico é o fato de ser um doutorando, o que demonstra a monstruosidade que o nosso ensino superior infelizmente vem criando. Mas para quem conhece a história, nenhuma novidade, afinal, se até Goebbels era doutor, por que esse bárbaro não poderia ser?
Uma das coisas que chama atenção nesse proselitista histérico é o fato de ser um doutorando, o que demonstra a monstruosidade que o nosso ensino superior infelizmente vem criando. Mas para quem conhece a história, nenhuma novidade, afinal, se até Goebbels era doutor, por que esse bárbaro não poderia ser?
O que é o "totalitarismo"? Esse termo foi criado por um jornalista comunista italiano para descrever o fascismo, cujo sistema de ideias não admitia nada fora do partido e do Estado fascistas(inclusive as empresas privadas, que deveriam ter o seu crivo). O socialismo não pode ser tido por "totalitário", já que o próprio Lenin admitia a participação de não-comunistas no poder. Escrevia Lenin que "se não soubermos trabalhar com os não-comunistas, jamais poderemos falar numa construção socialista efetiva". Na época de Stalin, era comum encontrar cartazes divulgando as eleições com dizeres como "Eu votarei no bloco dos comunistas e dos sem-partido". Ou seja, de modo algum os comunistas entendiam que "todos devem se curvar à Roma Vermelha". Esse pensamento, todavia, comum dentre os fascistas é comum também dentre os uranistas, que nada mais são do que fascistas coloridos.
Para os uranistas, histéricos que se acham acima de toda a crítica, "homofobia" não é "repúdio irracional aos gays", homofobia, em sua concepção, é qualquer ato de insubmissão à ideologia uranista! Ironicamente essas pessoas nos chamam de "extremistas". Parodiando a frase do bispo de Alexander Nevsky, filme de Serguei Einsenstein, "aquele que não se curvar à Roma colorida deverá perecer"! Talvez não chegará a perecer, mas deve estar preparado para enfrentar ataques histéricos de calúnias, injúria, difamação, perseguição e repúdio do lobby uranista.
Nós não nos curvamos à "Roma colorida" e não esperem que nós levantemos o braço, afinal sabemos bem o que é a vossa "tolerância LGBT".
