quarta-feira, janeiro 04, 2017

VÍDEOS: Como o capitalismo propagandeia o homossexualismo

Em clipes musicais:


Em video games:

Em filmes e séries de TV

Em séries de TV ocidentais:

Em músicas do grupo alemão Rammstein:

Vídeos do Canal da Independência:
https://www.youtube.com/channel/UCFOEP8UIOacHf4ZsKMoFXeQ

HOMOSSEXUALISMO É ANTICOMUNISMO, PERVERSÃO E LIBERALISMO!
"DESTRUA OS HOMOSSEXUAIS E O FASCISMO DESAPARECERÁ" GORKY, Maxim

INTERNACIONAL: Comunistas criminalizam a pederastia

Por Cristiano Alves

A República Popular de Lugansk, que pegou em armas contra o regime neonazista de Kiev, surgido após o golpe conhecido como "Euromaydan", criminalizou a pederastia. A lei foi de iniciativa de um deputado comunista, Yuriy Hohlov. Ela prevê a pena de 2 a 5 anos de privação de liberdade. A pena para estupro de menor é a pena de morte.

Enquanto a Ucrânia neofascista autoriza a "Grande Parada Gay" em Kiev a república revolucionária de Lugansk proíbe uma prática repudiável promovida pelos grandes capitalistas através da mídia. Será que a esquerda brasileira vai continuar apoiando e propagandeando uma causa típica de pervertidos e neonazistas?

No Brasil, é importante frisar, o movimento comunista rui como uma grande árvore atacada por cupins. Jovens que poderiam dedicar-se à teoria, a clubes de reconstrução histórica, a atividades esportivas e culturais, que é o que chama adeptos, são enganados por pervertidos sexuais e ludibriados com falsas ideias segundo as quais "o homossexualismo é normal", "se não apoiarem o homossexualismo logo serão retrógrados", ou ainda com vocabulários das cartilhas elaboradas pelos próprios homossexuais. Um exemplo dos termos dessa cartilha é o famoso término "homossexualidade", retirado do manual da ABGLT, que distribuiu essa cartilha para jornalistas, professores e outros formadores de opinião, a fim de forçar tais profissionais a se curvar ante a sua ideologia antipopular e anticomunista. O argumento da cartilha é que "homossexualismo caracteriza doença por usar o termo ISMO", logo por essa linha um jornalista é doente ao praticar jornalismo ou um comunista por acreditar no comunismo, liberal no liberalismo, etc. Trata-se de uma forma de esconder uma prática repudiável por trabalhadores sob uma roupagem respeitável

Ressaltamos que a esmagadora maioria dos países socialistas proibiram o homossexualismo e equiparam-no ao fascismo. Hoje o homossexualismo é repudiado por um grande número de partidos comunistas, incluindo o maior partido comunista do mundo, o PC da China e pelo maior da Europa, o PC da Federação Russa, também o partido com o maior número de representantes no parlamento. Organizações comunistas não-oficiais como o partido Sut Vremeni (Essência do Tempo) repudiam os conceitos de ideologia e cultura gay enquanto ideologia da burguesia e distúrbio sexual.

Nos posicionamos de forma favorável à criminalização da pederastia, tomando em conta o caráter agressivo, fascista e antipopular desta ideologia. Homossexualismo é alienação que visa afastar potenciais jovens comunistas das massas para transformá-lo em um bobo da corte, em idiotas úteis apenas a anticomunistas, dando a estes pontuação a partir do momento em que podem apontar para comunistas e acusá-los de "promover a perversão".

Fonte:
http://antimaydan.info/2014/09/v_ugolovnyj_kodeks_luganskoj_narodnoj_respubliki_vozvrashena_statya_za_156952.html

sexta-feira, dezembro 30, 2016

HISTÓRIA: Alguns fatos sobre a vida de Stalin


Alguns fatos sobre a vida de Stalin:

- Iossif Vissaryonovich foi batizado em honra a São José Operário, o carpinteiro da Bíblia. Nenhum líder da Rússia foi batizado em honra ao santo operário, curiosamente, foi o mais notável Estadista comunista, de fato de origem operária. Vladimir Lenin foi batizado em honra a São Vladimir, o santo que converteu a Rússia do paganismo ao cristianismo.
- Um dos companheiros de luta de Stalin foi Simon Ter Petrosyan, seu amigo de infância.
- Stalin teve vários apelidos e pseudônimos. Dentre seus apelidos estão Soso, na infância, e Beso na adolescência. Dentre seus pseudônimos esteve Chijikov, David, Nieradze, Bessoshvili, Ivanov, Koba e Stalin.
- Stalin era poliglota, além do georgiano, sua língua natal, falava russo com sotaque, mas dominava perfeitamente a língua, escrevendo livros e discursos em russo. Além de georgiano e russo, na escola e no seminário eclesiástico ele estudou latim, apresentando boas notas, grego, eslavônico eclesiástico (língua das orações e missas da igreja ortodoxa), alemão (em grande parte devido ao seu exílio na Áustria, onde morou sem o auxílio de intérpretes), turco (devido à sua fuga para a Turquia), e também um pouco de húngaro, inglês e armênio.
É confirmado que podia escrever em três alfabetos, o georgiano, cirílico russo e latino.
- Em sua juventude, Koba escreveu poesia, muitas delas sendo publicadas em um famoso jornal de linha nacionalista de Tblisi, capital da Geórgia. Todas foram republicadas nos anos 40, sendo grande sucesso. Recentemente, na Rússia, alguns de seus poemas foram transformados em música.
- Stalin não chamava palavrão! Roosevelt descreveu-o como um homem de grande educação. O único palavrão proferido por Stalin, informado nas memórias de Nikita Hruschov, é "pederasta", que entretanto é um termo médico derivado do grego. Iossif Vissaryonovich referia-se aos pintores abstracionistas como tais! 
- Uma das melhores amigas de Stalin era Valentina Istomina, sua governanta. Ela recusou-se a depor contra Stalin durante a desestalinização de Khruschov.
- O esporte favorito de Stalin era um esporte típico da Rússia conhecido como "gorodok" (literalmente, cidadela). Trata-se de um jogo com lenha, parecido com o boliche, entretanto a lenha forma diferentes figuras, e com o arremesso de um pequeno toco de lenha, deve-se derrubar todas as figuras. É um esporte típico da Rússia e nos anos 60 suas regras foram padronizadas para competições.
- Stalin montava cavalo, embora não fosse um hábil cavaleiro, talvez devido a um trauma de um acidente de infância. Um enorme quadro no Museu das Forças Armadas, na Rússia, retrata o jovem Stalin em meio aos renomados cavaleiros vermelhos Budyoniy e Voroshilov na Frente de Tsaritsyno, cidade depois rebatizada para "Stalingrado".
- A altura de Stalin era de cerca de 173cm, segundo relatos de vários diplomatas e personalidades que estiveram com ele.
- O Prêmio Stalin foi atribuído a dois brasileiros, o escritor Jorge Amado e à costureira Elisa Branco, ativista que organizou protestos contra o envio de tropas do Exército Brasileiro à Guerra da Coreia.
- Apesar dos metrôs de Moscou e São Petersburgo terem sido construídos na época de Stalin, somente na Estação Kiev e na Estação Kurskaya pode ser visto o nome de Stalin, na Kievskaya, o seu nome aparece grafado em ucraniano no livro de uma jovem comunista, na Kurskaya num trecho do hino soviético. A inscrição desse trecho causou um grande escândalo por parte dos liberais. Em São Petersburgo está disponível a única gravura de Stalin de todos os metrôs russos, a estação "Praça da Insurreição", no centro da cidade. 
- Stalin preferia governar da dacha governamental em Kuntsevo, nos arredores de Moscou. 
- Com os seus camaradas georgianos, em geral Stalin conversava em georgiano.
- Stalin esteve no front de batalha em um momento comprovado. Foi uma visita secreta, com o intuito de evitar agentes diversionários ou aviação alemã. 
- A canção favorita de Stalin se chama "Suliko".
- Um dos uniformes utilizados por Stalin, um túnica denominada "french", era também o uniforme o do Partido Comunista Bolchevique da União Soviética. O partido teve uniforme até os anos 50.
- Nenhum líder da Rússia foi homenageado em tantas línguas diferentes com poemas, músicas e presentes de povos diversos quanto I. V. Djugashvili.
- Embora tenha nascido na Geórgia, Djugashvilli era etnicamente osseta, etnia com muitos laços políticos com a Rússia.

INTERNET: Neonazista ucraniano versus A Página Vermelha


Recentemente fui alertado por um amigo acerca de um blog que tentava difamar a minha pessoa, o blog traz uma grande foto minha afirmando que sou um "angariador de fundos para terroristas". O blog, pertencente a um autor anônimo (a Constituição da RF do Brasil veda o anonimato), presumidamente a um ucraniano que se apresenta como Dmitro Yatsuk, afirma que "somos perigosos" por tratar de angariar fundos para "terroristas" e ainda faz um pedido aos seus leitores para que "se passar por meus amigos para pegar informações pessoais e abrir um processo". Mas vamos por partes.

Primeiramente, quem é o autor desse blog? O autor do blog citado, cujo nome evitamos mencionar para não fazer propaganda, é um pitecantropo que odeia tudo que está relacionado à Rússia com o mais profundo ódio, a ponto de ver até em passarinho "galo-da-campina" um perigoso propagandista do comunismo, afinal, ele tem vermelho na cabeça! O seu blog é cheio de artigos chovinistas sobre a Ucrânia, cujo fracasso do Estado que sempre teve a sina de ser um protetorado, seja da Polônia, Rússia ou uma colônia dos EUA como é hoje, se deve à "arquimalvada Rússia". Embora seja russófobo, o autor do blog, em seus vários fakes de redes sociais, diz ser apenas "contra Putin", apesar de que seu blog e suas postagens no FB são recheadas de escritos contra a URSS, contra tzares, contra militares russos, atletas, cinema e como não poderia ficar de fora da agenda do russófilo "ukrop" tradicional, também há ataques contra a Igreja Ortodoxa Russa e os seus patriarcas. O personagem citado, conforme se sabe, uma espécie de "Seu Lunga comedor de salo", gasta boa parte de seu tempo xingando a todos que ele julga "inimigos da Grande Nação ucraniana", o que inclui russos com sobrenome "enko" que se recusam a responder-lhe "PONAD USYE" (ACIMA DE TUDO), quando este grita, ou melhor, escreve em caixa alta "UKRAINA" (UCRÂNIA), a versão ucraniana do "Deutchland über Alles", nem mesmo para criar um brado original os fachos ucranianos tem criatividade. Segundo uma professora de ucraniano, o tal "Dmitró" é um ucraniano que teria sequelas de Tchernobyl, uma grande tragédia que vitimou diferentes pessoas.


O site é de muito má qualidade, cheio de apelações! Ele possui muito mais artigos falando mal da Rússia do que bem da Ucrânia, para levantar visualizações e despertar o interesse de rapazes na puberdade, o site traz abertamente pornografia, vangloriando-se da Ucrânia ter "formosas prostitutas" que posam para revistas masculinas. Algo de muito baixo nível feito para pessoas de baixo intelecto! Apesar do blog supostamente se dizer "cultural", há apenas política, nenhuma cultura, a maioria dos artigos, os mais bem elaborados, são sempre traduções de blogs ucranianos. A julgar pela forma como são escritos e pelo tipo de humor (certamente incompreensível para a maioria dos brasileiros), há fortes indícios de que o autor realmente é ucraniano.

O autor tenta dar ares de "entendido de Direito", fazendo citações de leis e tratados totalmente fora de contexto, motivo de gozação para qualquer advogado de porta de delegacia. Em seu artigo sobre nosso "apoio ao terrorismo", o dito cujo sugere que me denunciem no Ministério Público. Denunciar sobre o quê? Por escrever? "Cristiano defende o comunismo e a União Soviética". E as acusações de "angariar fundos para terroristas"? Será que esse histrião ao menos sabe o que é um terrorista? A ABIN dissocia explicitamente o conceito de "terrorista", "revolucionário" e de "criminoso comum", esses conceitos definitivamente não se encaixam nos padrões do SBU, felizmente, o que demonstra que a ABIN possui pessoas sãs. Além disso, o governo ucraniano não considera os combatentes do Donbass como terroristas, prova disso são os acordos Minsk 1 e Minsk 2. Nem mesmo a América reconhece os combatentes como terroristas, frequentemente se referindo aos tais como "insurgentes", "Donbass militiamen", dentre outros termos. Eles não estão em nenhuma lista pública americana figurando como "terroristas". Apenas um universo os considera como terroristas, os neonazistas ucranianos, cuja agressividade e paranoia são tamanhas que até garotas de 15 anos figuram em sua "lista da morte", um site criminoso chamado "Mirotvorets" (O pacificador), que foi centro de um escândalo internacional em 2016 no jornal "The Guardian" por trazer uma lista de jornalistas a serem assassinados em solo ucraniano, trazendo na lista de "terroristas" até a atleta juvenil Mariana Naumova.

Mas a que interesses servem o site citado e o personagem de quem falamos aqui? Há algumas semanas atrás a Polícia Federal do Brasil investigou e prendeu uma gangue de neonazistas que recrutava jovens no sul do Brasil para ir combater na Ucrânia ao lado de milícias neonazistas, aliciados por uma organização chamada Misanthropic Division (Divisão Misantrópica), um braço internacional do Setor Direita neonazista ucraniano. Um fato curioso é que a MD tentava recrutar esses jovens no Rio Grande do Sul e não no Paraná, estado com um grande número de descendentes de ucranianos, o que demonstra que nem todos os ucranianos do Brasil fecham com a ideologia neonazista.

A atuação da MD, na prática uma internacional neonazista, demonstra que a capacidade combativa e de recrutamento e articulação internacional destes criminosos é algo que não pode ser menosprezado, e que seu alinhamento político com a ideologia da Maydan e com o Setor Direita, organização proibida pela justiça da Federação Russa, demonstra que o neonazismo é um mal que aos poucos está saindo de sua toca e hoje, sem um poder comunista forte, este mal demonstra sua prontidão para agir.

SOCIEDADE: Sobre o "orgulho gay"

*Texto originalmente publicado pela organização comunista Sut Vremeni, cujos militantes combatem em armas os neonazistas do Praviy Sektor e do Exército Ucraniano no Donbass, Leste da Ucrânia. O Sut Vremeni (Essência do Tempo) é um partido COMUNISTA da Rússia, não se trata de organização "nacional-bolchevique". Não fomos, não somos e nem seremos "nacionais-bolcheviques" ou "nacionais-comunistas", sendo qualquer acusação nesse sentido uma provocação desonesta e barata feita apenas por ativistas pervertidos e degenerados morais travestidos de militantes políticos! Não concordamos em 100% com texto, apesar de concordar com pelo menos 95% dele. A tradução do texto é de Cristiano Alves. O original está em: https://cont.ws/post/292577

Há dois assuntos que são ostentados pela mídia ocidental como os mais atuais: relações sexuais não-tradicionais e terrorismo.

Não se pode dizer que gays1 e lésbicas, tal como os terroristas, antes não existiam, mas antes nunca colocavam tais estorvos na primeira capa das revistas, jornais, televisão e recursos de internet.
Sim, não é de se estranhar: é difícil não perceber essas incontáveis paradas e festivais dos principais homens da modernidade, os participantes da comunidade LGBT2.


Mas os atos terroristas, apesar de estar nas telas de televisão, dificilmente pode ser tratado como um show quando as explosões acontecem perto das casas do leigo ocidental.

A opinião sobre os amantes das práticas sexuais não tradicionais mudou de forma cardeal bem em frente aos nossos olhos. Ainda na metade do século XX eles eram considerados pervertidos e os códigos penais de muitos países previam penas sérias. E agora já se tornou incompreensível quem é considerado normal, se um heterossexual retrógrado defensor dos valores familiares ou um inimigo da família, um transexual praticante assumido.

É claro, não vale a pena celebrar penas duras a pessoas não culpadas por aquilo em que a genética errou, e eles, como resultado, experimentam estranhos gostos sexuais. Além do mais, esse tipo de ligação genética não é promovido pela natureza em grande quantidade, em três ou quatro por cento no máximo.



Sim, não se trata apenas de doença genética, há aquilo que é repassado a cada pessoa, como considera a genética, 6 a 8 genes defeituosso. O homossexualismo e outros tipos de desvios hereditários, graças a Deus, não é repassado.


Por isso, quando em 1903 surgiram petições em defesa dos gays e lésbicas de diferentes pessoas como Albert Einstein, Lev Tolstoy, Emile Zola, German Hesse e Tomas Mann, era possível entende-los.

Para Tomas Mann isso não foi uma surpresa, quando dentro de trinta e poucos anos após a assinatura de tal petição os nazistas germânicos passaram a curar essa doença com métodos de castração e sua internação em campos de concentração.

Mas bastou apenas dar a esses “não-tradicionais” direitos iguais, parar de se interessar pelo que acontece em seus leitos, que aconteceu um milagre: a decente doença genética, até agora não era transmissível por meio algum, de repente mostrou ser um vírus e rapidamente se transformou numa epidemia. O número de enfermos passou a crescer em progressão geométrica e a própria doença adquiriu novas formas.

Os esquecidos, humilhados, envergonhados homossexuais passaram a se sentir pessoas “melhores” ao lado dos enxames desprezíveis dos tradicionais e retrógrados.

Os homossexuais ficaram ofendidos pelo seu leito não interessar mais a ninguém e então passaram a apresentá-lo e mostrá-lo energicamente para todos na rua.


Com gritos histéricos, exigindo tolerância e igualdade, culpando a todos os “retrógrados” por não se curvar a eles 24 horas por dia em amor aos “veados” e “sapatões”, por não ceder o lugar a eles no ônibus, não estar às suas ordens para pintá-los com as suas cores, eles agora fazem paradas intermináveis pelas cidades do mundo.


Com todo esse bacanal apresentado na mídia como o único caminho do homem para a liberdade, sente-se a mão de um experiente maestro que leva tudo para a onda LGBT. O leigo ocidental, tendo perdido com a ajuda desse maestro, na segunda metade do século XX, todo o sentido de sua existência, exceto a vida sob o lema “experimente de tudo na vida!”, se tornou muito receptivo para limpar dos pés a areia dos valores tradicionais.


Para aqueles que estavam cansados de ver a vida se transformar num consumismo sem fim, foi traiçoeiramente oferecida uma saída, mascarar-se sob com os valores tradicionais pelo islamismo e o fascismo de todos os tipos, que veem o sabbath LGBT não apenas negativamente, mas com repúdio. E o repúdio é totalmente compreensível: O que mais pode experimentar um homem normal, sentindo-se o primeiro, um guerreiro, cujo corpo é dotado de sangue heroico de seus antepassados, olhando para essas criaturas degeneradas de um sexo incompreensível?


O Islã diz que aqueles que não querem ir para o lado do arco-íris, ir para o pântano do consumismo: “não se entregar, lutar”.


É claro que lutam contra a perversão-LGBT não apenas os radicais islâmicos.



Em 4 de junho, em Kiev, ocorreu uma demonstração em defesa dos valores familiares, reunidos numa coluna de servidores eclesiásticos, representantes de diferentes organizações pró-família. Eles marchavam entoando canções infantis, com diferentes cartazes, chamavam para a defesa da família como união de homens e mulheres.



Mas ninguém os avisou que dentro de uma semana em Kiev foi planejada outra demonstração, uma parada LGBT da “Marcha pela igualdade”, organizada como uma operação de guerra: o governo prometeu colocar em defesa dessa marcha quase toda a polícia kievense.


Ao chamar para defender a família tradicional, não seria má ideia afirmar de quem ela precisa ser defendida e como defender. Do contrário, marchas pela defesa dos sagrados valores familiares se tornam apenas um carnaval, numa festa de casais com apitos.


Mas os radicais islâmicos não tem medo de registrar o inimigo e os meios de luta são propostos por radicais deles, destruir, purificar a área para a construção do califado, no qual toda essa patifaria não terá lugar!

O instrumento é o terror. Explosões, assassinatos, degolações.

Ocorre um jogo de duas mãos que pertencem a um só maestro.

Primeiro passo: a sociedade fica carregada de hedonismo, tolerância, valores LGBT e se torna uma gosma morta, incapaz de se opor aos ataques.

Segundo passo: um grupo pequeno de pessoas ainda vivas, que não concordam em afundar no pântano do hedonismo e da perversão, acostumados com os falsos valores tradicionais do islamismo preenchem os exércitos de terroristas. Na Síria nos bandos radicais islâmicos não são poucos os combatentes com passaportes europeus.


Terceiro passo: para salvar-se do terror do Oriente Médio ondas de refugiados fogem para a Europa, dentre os quais muitos radicais islâmicos. Eles aterrorizam a população local, já morta devido ao primeiro passo e incapaz de apresentar qualquer resistência.


Quarto passo: evitando cair ante os bandos radicais islâmicos os europeus ainda vivos correm para se opor com lemas nazistas e o conflito entre nazistas e radicais islâmicos inunda a Europa de sangue.



1- Gay: termo em inglês que significa "alegre". A língua portuguesa traz como termos médicos os seguintes vocábulos que descrevem o homem que pratica o ato sexual com outro homem: pederasta, sodomita, uranista. A tradução manteve o original do texto em russo, língua na qual, a propósito, está sendo revisto o uso dessa palavra.
2- Comunidade LGBT: A Página Vermelha entende aqui, e já publicou em vídeos do nosso canal no Youtube, que usar o termo "comunidade LGBT" é dar pontos para pervertidos sexuais, visto que no caso da língua portuguesa existe o termo "pervertido", de modo que "comunidade LGBT" nada mais é do que a comunidade de pederastas e outros pervertidos sexuais com pretensões políticas.

segunda-feira, novembro 07, 2016

HISTÓRIA: Como Stalin reduziu os preços

Em março de 1950 foi estabelecido o curso ouro-rublo em 0,222168 a grama de ouro puro. A redução dos preços aumentou o nível de vida da população soviética, sendo os preços diminuídos em 20% na primeira redução. A última redução se deu em abril de 1953, após a morte de Stalin. Foi o primeiro caso na história da humanidade em que se verificou esse fenômeno.
Monumento ao operário e à camponesa, no complexo VDNH de Moscou
Stalin também defendia a redução das horas de trabalho para 5 horas diárias, a fim de que os operários pudessem ter mais tempo para se dedicar aos esportes, literatura, artes, enfim, ao desenvolvimento pessoal. Infelizmente, seu projeto não foi levado a curso e a economia seguiu um rumo diferente com o golpe liderado por Nikita Khruschov após a morte de Stalin, em 54.

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Citação da semana

"O ocidente consiste em EUA e Reino Unido, os demais "países ocidentais" são apenas Estados ocupados e marionetes" Nikolay Starikov

7 DE NOVEMBRO: Os 99 anos da Revolução Russa ante o cruzador Aurora





No dia 7 de novembro de 2016, junto aos comunistas russos de São Petersburgo, da Venezuela, Finlândia e China comemoramos o aniversário dos 99 anos da Grande Revolução Socialista de Outubro.
Enquanto o capitalismo divide pessoas em raças, incentiva a russofobia e o ódio contra os povos em nome dos lucros da burguesia, o aniversário da Revolução Bolchevique reuniu pessoas de diversos países. 

Em seu discurso o camarada Cristiano Alves, autor de A Página Vermelha, afirmou que não iria falar da URSS, conquanto não viveu no país, ao contrário de muitos presentes, mas do país de onde veio, o Brasil, país de capitalismo selvagem no qual direitos básicos são negados aos trabalhadores e é promovido o capitalismo e o racismo, incluindo aí a russofobia, semeada pelos americanos contra o povo da Rússia. Cristiano, sob o frio de -20 graus e intensa neve, sustentou que o anticomunismo é uma ideologia terrível, selvagem e agressiva, uma forma de negar aos trabalhadores uma alternativa para o sistema miserável onde vivem, sob o mito do "comunismo malvado".

Após ser parabenizado por vários presentes, um cidadão soviético afirmou que "foi o melhor discurso dentre os que tiveram a palavra". Nossos agradecimentos vão para o Partido Comunista da Federação Russa, que organizou brilhantemente o evento. A cerimônia se deu ante o lendário cruzador Aurora, símbolo da vitória da Revolução de Outubro, nela também se deu a entrega da carteira da Juventude Comunista (Komsomol) a novos membros.

Após a reunião, nos dirigimos à sede do PCRF de Leningrado (São Petersburgo), jantando com a juventude comunista e discutindo diversos temas atuais, por exemplo, sobre as ideias comunistas unirem as pessoas de todo o mundo, e sobre como a "Parada Gay" é uma ideologia agressiva e antirrussa que visa afastar os jovens da Rússia e principalmente do ocidente da verdadeira luta, que é a luta pelo socialismo.

 

sexta-feira, outubro 14, 2016

HISTÓRIA: Sobre o mito do Holodomor



Historiador russo refuta engraçadinho que tentou levantar em plena TV russa o mito do Holodomor, falando do que realmente aconteceu.

MUNDO: Perversão e apelo ao genocídio

A Página Vermelha denuncia o que nenhum site de esquerda teve coragem de denunciar, através de documentário produzido pelo canal de São Petersburgo "Katyusha TV", a ligação entre os militantes homossexuais, espionagem britânica, propaganda de guerra e genocídio na Síria.

A reportagem do canal russo reuniu provas inexoráveis de como a Embaixada Britânica financia o movimento dos homossexuais e como estes apoiaram o banho de sangue na Síria.





Diante de tais provas, proclamamos:
- HOMOSSEXUALISMO É IDEOLOGIA E PROPAGANDA DO IMPERIALISMO!
- HOMOSSEXUALISMO É ARMA DO IMPERIALISMO ANGLO-SAXÃO E EUROPEU!
- HOMOSSEXUALISMO É DESTRUIÇÃO DA FAMÍLIA DOS TRABALHADORES E DOS INTELECTUAIS!
- HOMOSSEXUALISMO É INCITAÇÃO À DESORDEM E DESTRUIÇÃO MORAL E POLÍTICA DE PAÍSES LIVRES!
- HOMOSSEXUALISMO É ABOMINAÇÃO IMPERIALISTA!!!
- HOMOSSEXUALISMO É CRIME CONTRA A HUMANIDADE E APOLOGIA DO GENOCÍDIO!

quinta-feira, maio 19, 2016

MUNDO: Pervertido assumirá a chefia do Exército Americano

Segundo o site Agência Brasil, um sodomita assumirá a chefia do Exército dos Estados Unidos, Eric Fanning. O objetivo da política é clara, sodomitas devem estar em todos os lugares, mostrando a força com que atua o chamado "Lobby gay" na sociedade americana.

Esses mesmos Estados Unidos são uma inspiração para moralistas hipócritas protestantes, olaviado, bolsonaretes e outros que defendem o estilo e a ideologia geopolítica norte-americana. O seu apoio aos EUA comprovam uma coisa, que essas pessoas não estão preocupadas com o "kit gay", ele é perfeitamente aceitável, conquanto não seja o do PT ou de ONGs da União Europeia.

quarta-feira, maio 18, 2016

A VOZ DO COMUNISMO: Quem é Jair Bolsonaro





A VOZ DO COMUNISMO: Impressões sobre o Dia da Vitória



A VOZ DO COMUNISMO: Documentário inédito sobre o stalinismo


TRADUÇÕES: Trecho de livro sobre a Euromaydan

O Partido Social-Nacional da Ucrânia em meados dos anos 90

Nezalejna Ukraina

1º de janeiro de 1990, no dia do nascimento de Stepan Bandera, participantes de grupos nacionalistas, dirigidos pelo futuro secretário do Conselho de segurança nacional e defesa da Ucrânia, Andrey Parub, ergueram sobre Lvov a bandeira rubro-negra da OUN.
O grande sonho dos nacionalistas ucranianos se realizaria um pouco depois. Em 24 de agosto de 1991, a Verhovnaya Rada da República Socialista Soviética da Ucrânia proclamara a independência da Ucrânia da URSS. Em 1º de dezembro de 1991, foi efetuado um referendo, na cédula eleitoral foi feita a pergunta “Você apoia o ato de independência da Ucrânia?”. O número de votantes no referendo da república foi de 84,18%, dos quais 90,32% respondeu “Sim, eu capoio”, e 7,58% “Não, não apoio”.
Em 8 de dezembro de 1991 os presidentes de três Estados fundadores da URSS, Leonid Kravchuk (Ucrânia), Boris Yeltsin (Rússia), e Stanislav Sushkevich (Bielorrússia) assinaram o Acordo de Belovej sobre a dissolução da URSS.
Considerando os acontecimentos em vigor na Ucrânia, o último presidente da República Popular da Ucrânia (RPU) no exílio e em meio ao presidente da Organização dos Ucranianos Nacionalistas (OUN) Nikolay Plavyuk expressou a crença de que o centro nacional da RPU deve manter os preparativos para a transferência de seus poderes para as autoridades da Ucrânia independente. Durante o cerimonial da Verhovnaya Rada na Ucrânia, em Kiev, 22 de agosto de 1992, Plavyuk, como o último presidente da RPU no exílio, delegou a autoridade e atributos históricos de poder ao presidente da Ucrânia Leonid Kravchuk e também ao primeiro-ministro da Ucrânia. O mesmo Pavlyuk confirmou que o Estado independente ucraniano, proclamado a um ano atrás, é o sucessor de direito da RPU.
No começo dos anos 90, XX, os “velhos” nacionalistas começaram a voltar à nova e independente Ucrânia que eles não viam há meio século. Colocada em pauta no primeiro congresso da OUN ainda em 1919, o objetivo de criar um Poder Ucraniano Soberano Universal foi alcançado. Em verdade, alcançada não através da “revolução nacional”, como inicialmente prevista, mas por meio de uma “banal” votação nacional. Obviamente, aos ucranianos nacionalistas restava apenas participar da vida civil e participar da construção pacífica do Estado. Nisso se ocuparam muitos representantes da velha geração.

No entanto, surgiu na Ucrânia Ocidental uma nova geração de nacionalistas que considerou a missão de Stepan Bandera longe de sua conclusão.

Extraído de Evromaydan imeni Stepana Bandery: Ot demokratii k diktature, por Stanislav Byshok e Alexei Kochetkov.

Se você deseja contribuir para a tradução do livro, nosso Paypal é apaginavermelha@gmail.com ou pelo nosso sistema de financiamento: 
https://www.vakinha.com.br/vaquinha/ajuda-para-traducao-de-livro

CANAL DA VITÓRIA: Documentário sobre a economia de Stalin

A Página Vermelha está lançando um campanha massiva para o financiamento e a realização de um documentário sobre a economia stalinista, marcada pelo estrito planejamento e desenvolvimento da pequena propriedade cooperativa e individual, sem utilização do trabalho assalariado, mas, sobretudo, pela redução gradual dos preços! O documentário também aborda outros pontos polêmicos como o Holodomor, esclarecendo o que realmente aconteceu, e a IIGM, bem como a tentativa de Stalin de reduzir a jornada de trabalho para apenas 5 horas, no final de sua vida.

O documentário foi feito feito na Rússia e conta com excelente apresentação gráfica e apresentador, filmado em Moscou, no centro conhecido como Conquistas Soviéticas da Agricultura Popular (VDNKh), misturando imagens da época com imagens atuais. Confira um trecho do episódio, ainda sem tradução:



Buscamos arrecadar o investimento de R$ 5000,00, indispensável para o financiamento dos custos de produção de legendas, escritório, além de outros recursos físicos e contratação de um revisor na segunda maior cidade da Rússia, São Petersburgo.

Para financiar o projeto, para Brasil, Portugal e outros países, contamos com a arrecadação do:

- Paypal: apaginavermelha@gmail.com
- Site de crowdfunding Vakinha: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/traducao-de-documentario-sobre-o-stalinismo

O financiamento também ajudará na divulgação do projeto. Possuindo 5000 seguidores em nossa página do Facebook e mais de 500 mil visitas em nosso site, acreditamos que atingiremos a meta. Qualquer tipo de ajuda é válida, seja a doação de 1 ou 1000 reais, todas são igualmente importantes! Já foram arrecadados quase R$ 150,00 com apenas uma semana de divulgação.

CANAL DA VITÓRIA: O homossexualismo não é norma


quarta-feira, novembro 18, 2015

CANAL DA VITÓRIA: Resposta a uma telespectadora


Publicamos na íntegra o comentário da telespectadora Magu Moura no vídeo "Russos falam quem foi Stalin", bem como a nossa resposta, deixando a critério do leitor tirar suas próprias conclusões:

Magu Moura30 de out de 2015


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+Canal da Vitória Vocês falam de combate ao racismo mas Stalin foi o cara mais abusivo possivel, tanto que sua filha a após sua morte retirou seu sobrenome e foi para os Estados Unidos denunciar o soviéticos, idolatram um ditador que mata falando de paz, Stalin foi o ditador mais burro que a Russia já viu. Utilizou da teoria maquiavélica de que um líder deve liderar um povo utilizando o medo, só os russos sabem o quanto sofreram com o sistema soviético, prova disso foi a queda do muro de Berlim foi a uma comemoração imensa porque o povo soviético não aguentava mais a opressão, autoritarismo e burocracia que permanecia forte na Russia, sem dizer do governo corrupto que sempre foi e continuou sendo com o socialismo. O socialismo é a maior hipocrisia que o mundo já viu, líderes que lutam pela igualdade social, vendo o povo morando em casas mediocres, enquanto militares viviam em palácios.




Canal da Vitória13:12

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+Magu Moura Saudações, Magu. Obrigado por visitar o nosso canal, entretanto as as suas afirmações são absolutamente desconexas, dos pés à cabeça e iremos mostrar aqui erros crassos cometidos em seu discurso.

1- "tanto que sua filha a após sua morte retirou seu sobrenome"
Stalin não fazia questão de que seus filhos utilizassem seu sobrenome, pois só havia e sempre houve apenas um Stalin. Nem os netos de Stalin que o defendem hoje usam o sobrenome "Stalin". Svetlana casou-se mais de uma vez, portanto é normal que tenha perdido o sobrenome do pai.

2- "e foi para os Estados Unidos denunciar o soviéticos"
E voltou a Rússia, onde morou até o fim da URSS. Aliás, ela foi aos EUA por motivos passionais, escreveu um livro chamado "Vinte cartas a um amigo", onde ela descreve Stalin como um pai exemplar, mas vítima do Politburo. Ela descreve, por exemplo, uma cena onde seu pai queria cumprimentar vários operários numa estação ferroviária, mas teve que partir. Ela descreve o pai como um "prisioneiro do Kremlin", uma crítica que em nada difere da crítica a qualquer governante.

3- Você desconhece totalmente a teoria do filósofo italiano N. Maquiavel. Em nenhum momento ele diz isso, e você erra feio tentando discutir com quem lê Maquiavel desde os 14 anos de idade.
Maquiavel estuda a política como ela é, e não "como deveria ser". Em nenhum momento Maquiavel diz que "deve-se liderar o povo usando-se do medo", o que ele diz é que um governante deve ser amado e temido, mas se ele puder escolher apenas um, ele deve ser temido, pois costuma-se respeitar aquilo que se teme, o que é uma verdade indiscutível.
Pode-se dizer que Stalin foi amado e temido, e certamente mais amado que temido, basta ver o que dizem as pessoas que viveram em sua época, em sua maioria elas são favoráveis a Stalin, incluindo pessoas que foram reprimidas em seu período. Leia o que diz Alexander Zinoviev, que chegou a tramar o assassinato de Stalin, leia o que ele escreveu quando ele viu a URSS acabar.

4- "só os russos sabem o quanto sofreram com o sistema soviético, prova disso foi a queda do muro de Berlim foi a uma comemoração imensa porque o povo soviético não aguentava mais a opressão"

Prezada Magu Moura, Berlim fica na ALEMANHA, o povo soviético morava na URSS. Logo relacionar o povo soviético com a queda do muro de Berlim, além de ser um erro crasso, é no mínimo uma ledisse, é cômico! A única prova aqui é a de que você, infelizmente, não estudou geografia. 

Hoje a maioria dos russos afirma que preferia a vida na URSS, onde tinham trabalho garantido e a velhice não era sinônimo de "fim". Eles sabem que sob a URSS não havia guerras fratricidas. Duvida? Quem prova isso são pesquisas do Instituto Levada.

5- "O socialismo é a maior hipocrisia que o mundo já viu, líderes que lutam pela igualdade social, vendo o povo morando em casas mediocres, enquanto militares viviam em palácios."

Gostaria de saber que palácios eram esses, pois visitei residências onde moravam líderes do Partido, na Nova Arbat, em Moscou, eu vi os apartamentos dos líderes do Partidão. De fato estão bem situados, já que ficam no centro, mas não se diferem muito no aspecto estético e em seu interior com relação às "Hruschovki" da periferia, que também visitei. Eles são ligeiramente maiores, mas nada comparável aos apartamentos em arranha-céus de Nova Iorque dos CEOs das grandes companhias capitalistas.


Ninguém disse que socialismo é "todo mundo ganhar a mesma coisa", isso é um mito! No socialismo havia sim diferenças salariais que geralmente eram de 1:3, ou no máximo 1:10. Para efeitos de comparação, no capitalismo um CEO ou um grande capitalista pode ganhar mensalmente mais de 100 vezes o salário de um operário normal. Mais do que isso, o 1% dos mais ricos do mundo chegam a ganhar mais que 40% da população mundial e possuem uma renda superior à de vários países. Disso você não sabia, né?


*Acrescentamos aqui que a noção de que "Stalin era um ditador burro" é absolutamente descabida. Segundo os seus biógrafos, e isso é ressaltado por Arsen Martirossyan (200 mifov o Staline), Stalin em seu período estudantil teve notas acima de 4 na maioria das disciplinas (a maior nota no Império Russo era 5, atingida mais de uma vez por Soso). Ele falava, além do georgiano e do russo, também alemão (tendo inclusive morado em Viena sem intérprete), turco (morou na Turquia sem intérprete), latim e grego, aprendidos no seminário, entendia armênio e falava um pouco de inglês e de húngaro. Segundo alguns, era esperantista.
Stalin lançou os planos quinquenais, que transformaram a URSS numa potência industrial, escreveu livros sobre linguísitca, sobre economia (defendendo a redução da jornada de trabalho para 5 horas diárias), além de ter habilidades diplomáticas reconhecidas por grandes estadistas como Churchill, Roosevelt e mesmo Truman. Grandes estadistas como esses jamais negociariam com um idiota.
Conforme Martirossyan enfatiza, também era comum que engenheiros tirassem dúvidas com Stalin acerca de materiais como o aço industrial, cuja composição era bem conhecida pelo líder.