Neste dia 21 de agosto de 2020, o conspirólogo número 1 do Brasil, Olavo de Carvalho, publicou em seu Twitter uma entrevista que já teria sido pelo menos um milhão de vezes republicada pelo tal, ela trata da entrevista de um certo "Yuriy Bezmenov", um dos desertores favoritos da extrema-direita tupiniquim e mundial, assim como de conspirólogos neoconservadores (neocon) que procuram comunistas até embaixo da cama antes de dormir. A postagem coincidiu com o trailer do lançamento do novo videojogo da Activision, Call of Duty, e um twiteiro até brincou: "Olavo de Carvalho gamer!". Gamer ou não, essa informação é irrelevante para nós, o certo é que Olavo de Carvalho pisou em uma enorme casca de banana!
O conspirólogo da Virgínia, guru do presidente Jair Bolsonaro e da direita neocon brasileira escolheu um péssimo momento para lembrar de Yuriy Bezmenov, pois neste momento há outras pessoas interessadas em saber quem é o James Bond tchekista que fugiu para a ensolarada terra da liberdade, a América, os russos! Ao contrário do jornalismo brasileiro, que em muitas matérias é bastante superficial, muitos russos foram atrás de saber quem é o tal "espião do KGB" e não encontraram absolutamente nada sobre ele nem em fundações liberais antissoviéticas como o Memorial, nem no Museu da Repressão Política de São Petersburgo e menos ainda nos arquivos do KGB (Comitê de Segurança do Estado) desclassificados pelo FSB (Serviço Federal de Segurança). De todo jeito, solicitei informações sobre o tal desertor ao historiador Yegor Yakovlyev, especialista e popularizador de história, mas encontrei um artigo bastante esclarecedor de uma blogueira russa chamada Alina Brazdeykene (aparentemente um pseudônimo), que escreveu um artigo bastante elucidativo sobre o "James Bond que fugiu da URSS".
Jogos sangrentos
Não é preciso ser nenhum especialista em inteligência militar para se dar conta das nítidas contradições do tal "superespião" soviético, bem como de seus absurdos em um programa de TV que vende gato por lebre! Na sociedade do espetáculo existe uma necessidade permanente do próprio espetáculo, assim, tome um faxineiro do prédio da Lubyanka e no Ocidente o espetáculo irá apresentá-lo como um "super-agente do KGB", afinal, quem iria dar ouvidos a um faxineiro? É como pegar um conspiracionista, quem daria atenção a um? É preciso chamá-lo de "professor".
Mas voltemos ao Call of Duty! Hoje os videogames são uma plataforma de formação de opiniões e visões de mundo muito mais fortes do que o cinema, não é por acaso que essa indústria movimenta bilhões de dólares no mundo inteiro. Mesmo um país pequeno como Belarus pode se fazer conhecer no mundo inteiro graças a um videogame como World of Tanks/Ships/Planes, é uma mercadoria fácil de ser consumida e ainda pode exercer um poder no plano político e psicológico, trazendo a crianças e adolescentes heróis a ser seguidos e vilões a ser odiados. Não é por acaso que nos Estados Unidos, ao contrário de outros países, existe um investimento muito forte no aspecto dramatúrgico dos videojogos. Quem poderia esquecer as últimas frases do épico arquivilão de Warcraft, Arthas: "- Pai, acabou tudo? - Finalmente, nenhum rei governa para sempre, meu filho! - Eu vejo apenas trevas diante de mim". A cena é marcada por dramatização e uma épica trilha sonora que até hoje é executada em conservatórios musicais e teatros mundialmente famosos". Quem poderia esquecer do vigor de líder em carregado sotaque escocês do Capitão Price, em Call of Duty? Ou da fuga do Sargento Reznik? Os videojogos trazem cenas e discursos mais memoráveis do que filmes, com a diferença de que se no filme tudo se passa em terceira pessoa nos videojogos você executa a ação e "move" o filme adiante!
A morte do arquirrival Arthas, ao som de um marcante requiem, traz o nível de dramatização no mundo dos jogos eletrônicos: "- Pai, acabou tudo? - Finalmente, nenhum rei governa para sempre, meu filho"
Call of Duty é uma das franquias mais populares da Activision. Já faz algum tempo que a franquia está mergulhada em propaganda ideológica, seus videojogos sempre trazem russos como terríveis e asquerosos vilões, exceto, claro, quando estes ajudam militares dos Estados Unidos. A mensagem é clara: o bom russo é aquele que ajuda os homens da OTAN. Essa mesma mensagem é passada nos filmes da Marvel, a espiã russa "Romanoffffffff" sempre está disposta a ajudar os americanos! O mesmo clichê vemos no filme "O homem santo", quando uma americana ajuda um superespião da CIA a se secar, após mergulhar no rio Moscou congelado. Um clichê muito batido!
Em 2019, Call of Duty traz um país fictício chamado "Urziquistão" na qual militares russos cometem as piores atrocidades contra a população civil local! Russos de telnyashka (a famosa camisa listrada do país) invadem casas de civis, matam um pai na frente de seu filho, um filho da frente do pai, enforcam pessoas no meio da rua, torturam, fuzilam... o saco de maldades do urso não conhece limites! É um crime contra a humanidade a cada passo dado. Fica uma sugestão para uma próxima expansão, incluir militares russos torturando e enforcando gays, daí fecha com chave de ouro o nível de perversidade e sem dúvidas o videojogo pode até ser ganhar uma menção positiva da ONU a ponto de ser distribuído em escolas públicas! #vidasgaysimportam #ficaadica O jogo de 2019 foi extensivamente criticado na blogosfera russa, por canais como Taganay, que também fez um vídeo sobre o filme Tchenobyl da HBO.
O Call of Duty de 2019 atribui aos russos crimes contra a humanidade cometidos por forças militares americanas na ocupação do Iraque, na qual o bombardeio de um engarrafamento causou a morte de milhares de civis inocentes, no videogame americano esse ato criminoso é, via arte, atribuído... aos russos, comandados por um celerado, um general que usa nos ombros platinas de coronel.
O grande vilão da versão de 2019 de Call of Duty é um general que usa platinas de coronel
É preciso entender que hoje a juventude ocidental já é educada no sentido de que a Segunda Guerra Mundial foi iniciada pelos russos, e a oriental, precisamente japonesa, no sentido de que a bomba atômica foi lançada no Japão pela... União Soviética. Para quê ler livros de história quando se pode aprender história assistindo a filmes e jogando video games?!
E o que nos propõe dessa vez a Activision? A versão da história que nos é oferecida na nova parte é a seguinte: o vídeo usa trechos de uma entrevista real com Yuri Bezmenov, um agente da KGB que fugiu para o Ocidente, que fala sobre as táticas de enfraquecimento dos regimes estatais. Surpreendentemente, além das palavras do próprio Bezmenov, a blogueira russa Alina Brazdeykene não conseguiu encontrar nenhuma confirmação de que ele realmente trabalhava para a KGB. Lembremos que de acordo com o próprio Bezmenov, ele não era um mero "colaborador" ou "garoto de recados", ele era um agente de alto nível que lidava com estrangeiros e "subvertia a Índia inteira", nem Putin chegou a tanto na agência comunista!
As táticas de que ele fala foram supostamente usadas pela URSS para enfraquecer ou subjugar outros estados. Lemos um breve resumo disso na versão russa da Wikipedia:
“Religião - politizar, comercializar, reduzir ao entretenimento. Educação - universalidade (nivelamento da educação da elite), não forma um "sistema de coordenadas". Saúde - esportes, saúde (prejudicar), fast food. Trabalho - sindicatos contra a sociedade ”
A caligrafia dos sangrentos soviéticos se faz notar logo: a destruição do sistema de saúde, os famosos atletas gordos (alguém lembra do Ronaldo, o fenômeno?), a venda de velas e cruzes por dinheiro, os sugadores de sangue sindicais. Isso tudo é bem conhecido. Só que o motivo dos soviéticos terem construído indústria e infraestrutura em outros países, incluindo a fábrica na Índia, na qual o próprio Bezmenov trabalhou como tradutor, Yuri curiosamente manteve silêncio.
A realidade é que os Estados Unidos, durante anos assume abertamente e sem máscara que interviu, intervém e intervirá nos assuntos de Estado de outros povos (praticando desde sanções a assassinatos políticos), pela última vez isso foi feito ainda em agosto deste ano, na tribuna do Congresso.
A história de Bezmenov vai para uma sequência de vídeos de protestos e greves americanas, e no final está a frase: "This is what will happen in the United States if you allow all this schmucks to put a big-brother government".
Isto é,
"Isso é o que acontecerá se os Estados Unidos permitir que todos esses retardados estabeleçam um governo do Big-Brother (Grande irmão)"
A frase foi cortada, pois no original ela fala de valores como os da livre-concorrência:
This is what will happen in [the] United States if you allow all these schmucks to bring the country to crisis, to promise people all kind[s] of goodies and the paradise on earth, to destabilize your economy, to eliminate the principle of free market competition, and to put [a] Big Brother government in Washington, D.C with benevolent dictators like Walter Mondale, who will promise lots of thing[s], never mind whether the promises are fulfillable or not”
Tradução:
Isso é o que vai acontecer nos Estados Unidos se vocês permitirem que todos esses idiotas levem o país à crise, prometam às pessoas todo tipo de coisas boas e o paraíso na terra, desestabilizem sua economia, eliminem o princípio de competição de livre mercado e colocar [um] governo do Big Brother em Washington, DC com ditadores benevolentes como Walter Mondale, que prometerá muitas coisas, não importa se as promessas serão cumpridas ou não”
Nessas horas, os neocons vão ao delírio: "Vejam só, ele avisou, Black Live Matters é plano comunista, eles tem até uma comuna em Seattle, movimento LGBT, 20 anos de desmoralização do Ocidente, isso significa que muito em breve vamos ter comissários comunistas prontos para tirar você a força da sua cama, os comunistas estão chegando!", "Olavo de Carvalho tinha razão!".
Já em 1984, no espírito da paranoia anticomunista, uma imagem de propaganda nos dizia que Lenin estava a colocar uma bomba bem embaixo de Washington:
Diante dessa guerra de informação, os americanos devem saber que não é sua economia capitalista ou os interesses de classe das elites americanas os culpados pela sua monstruosa estratificação social, a incapacidade de usar o sistema de saúde, a brutalidade política, a segregação e a discriminação, etc. Todos esses problemas são culpa do comunismo soviético que acabou há mais de 30 anos! É culpa da esquerda! Eles estão sacudindo o barco quando falam em igualdade, condições de trabalho decentes e disponibilidade de bens públicos.
Talvez alguém diga, "Para quê falar de um jogo desses? Isso é só um jogo, isso não vai formar opinião política". CoD Modern Warfare foi lançado em outubro de 2019 e no final do mês quase 5 milhões de pessoas já haviam jogado.
Então Modern Warfare, em mais uma tentativa de jogar uma longa lista de crimes de guerra dos americanos para os russos (e do contexto segue-se que nos soviéticos) foi só um aquecimento com a "moralidade cinzenta" como característica especial. Em breve, um novo livro de história da Activision estará chegando, e toda uma geração crescerá com esse “livro”, enquanto os militares dos EUA continuarão a usar esses videogames como campanha de recrutamento.
Esse mesmo livro da Activision cortou pedaços da crônica da Praça da Paz Celestial do trailer, porque isso poderia prejudicar as vendas na China, um mercado consumidor de centenas de milhões!
Nessa mesma Activision, cujo diretor-executivo Bobby Kotick ganha US$ 30 milhões por ano e mesmo assim realiza verdadeiros expurgos (no ano passado 800 pessoas foram demitidas, apesar dos lucros corporativos colossais), demissões e políticas de austeridade, e funcionários comuns sobrevivem de salário em salário e serão demitidos se tentarem organizar um sindicato.
E é essa mesma Activision que quer ensinar às pessoas como elas devem pensar.
Você já parou pra pensar de onde é que vêm esses 30 milhões que ele apropria para si? Será que ele trabalhou mais do que todos os seus superexplorados funcionários juntos?!
A entrevista de Bezmenov
Depois do chocante trailer, vale a pena ver a entrevista original de Bezmenov, você não irá se arrepender. Que personagem!
O entrevistador imediatamente apresenta um trunfo para os comunistas tão malvados:
"qual é a diferença entre a vida no comunismo e a vida nos Estados Unidos?"
"uma pessoa não tem direito nenhum, não tem valor:"
O mesmo Yuriy Bezmenov 30 segundos depois:
"Em minha vida pessoal eu nunca sofri no comunismo"
A maioria das portas estavam abertas para mim, a maioria dos gastos eram cobertos pelo governo,
eu nunca tive nenhum problema com o governo ou a polícia.
Isto é, por outras palavras, eu desfrutava ou tinha todas as razões para desfrutar
de todas as vantagens do chamado sistema socialista.
Depois a entrevista fica ainda melhor! Como imaginar uma entrevista com alguém da União Soviética sem o assunto preferido do público ocidental, você sabe do que estamos falando, não? Se você chutou "russas", errou feio! Estamos falando do GULAG! Um reacionário neocon que fala da União Soviética e não fala do GULAG é como uma fossa sanitária sem a estrutura de cimento, ela não é uma fossa sanitária!
O "GULAG" é um tema curioso, alguém já imaginou um brasileiro sendo entrevistado no estrangeiro e um repórter ou mero curioso perguntando: "é verdade que no Brasil as cadeias são superlotadas e vocês promovem massacres como no Carandiru?". Bem, com o governo que temos no Brasil ainda não chegamos a esse ponto, mas um dos temas favoritos já são as favelas e os altos índices de criminalidade: "por quê vocês no Brasil matam tanto?", me perguntou uma jovem russa que estuda para ser policial. Convenhamos que um GULAG é uma colônia de férias na frente de uma colônia penal tupiniquim.
Mas voltando a Bezmenov, quantas pessoas foram para o GULAG?
Bezmenov, que acaba de contar como é maravilhosa a vida de um prisioneiro nos Estados Unidos, pois ele pode ficar rico escrevendo suas memórias, responde que não sabemos quantas pessoas estão nos campos de concentração, mas sabemos com certeza (!) que algo em torno de 25-30 milhões de pessoas estão presas. Xeque-mate! A linguagem corporal do superespião é um tema à parte.
"Nós não sabemos quantos prisioneiros políticos há nos campos de concentração soviéticos."
"Mas nós sabemos com certeza a partir de várias fontes,"
"que a cada época concreta há entre 25 e 30 milhões de cidadãos soviéticos,"
Como já dizia o famoso blogueiro Dmitriy Puchkov, mais conhecido como Goblin, ironizando o antissovietismo: "na época soviética metade do país sentava atrás das grades e a outra vigiava". Para quem não sabe, 30 milhões é quase a população total do Estado de São Paulo.
Por incrível que pareça, no mesmo ano de 1984, quando esta entrevista foi filmada, Anton Antonov-Ovseenko (no futuro - o primeiro diretor do Museu do GULAG) fez uma declaração sobre 20 milhões de pessoas que estavam no Gulag. Ainda não foi possível saber ao certo quem o emprestou de quem primeiro.
Depois a entrevista fica ainda melhor. Uma série de histórias interessantes se segue. Bezmenov argumenta, por exemplo, que o KGB se beneficia quando os americanos fazem meditação, pois isso os distrai dos problemas reais urgentes. Bezmenov diz que os americanos são ingênuos e estúpidos se fizerem ioga ou seguirem gurus, porque assim se tornam uma vítima fácil dos malditos vermelhos. Precisamos de um meme urgente: "VOCÊ MEDITA? É COMUNISTA!"
Karl Marx escreveu em suas obras que a religião "é o suspiro do oprimido, é o ópio do povo", logo nada mais conveniente aos malvados soviéticos promover... a religião!
Porque você está vendo, uma pessoa que é muito interessada em meditação...
se você observar atentamente, o que Maharishi Mahesh Iogi
ensina aos americanos, é que a maioria dos problemas
pode ser resolvida simplesmente meditando.
E é exatamente isso que o KGB
e a propaganda marxista-leninista quer dos americanos.
Parece que o entrevistador já estava começando a ficar tenso. Mas ele nem mesmo suspeitou do que ainda estava por vir.
Yuri continua dizendo que seu trabalho na "Novosti" (principal agência de notícias da União Soviética) era manter os hóspedes estrangeiros que lhe eram confiados constantemente bêbados. Por quê? Porque estando bebuns o país parecia uma maravilha. Claro, não surpreende que a URSS tenha entrado em colapso após a introdução da Lei Seca sob Gorbachev em 85: as pessoas ficaram sóbrias.
E quando os estrangeiros se tornaram complacentes e não conseguiam mais se lembrar do que disseram ou fizeram ontem, eram forçados a fazer declarações em favor da União Soviética. Chega a dar medo imaginar o que eles faziam com quem não bebia... Yuri, claro, também fingiu beber, mas na verdade foi apenas um disfarce para sua operação diabólica do KGB.
Não podemos ter dúvidas de que o testemunho de Yuri é confiável, afinal, Olavo recomenda. O problema é que a Wikipedia, gerida por comunistas-satanistas, traiu o superespião honesto russo, pois escreve na biografia deste que a causa de sua morte foi um ataque cardíaco fulminante decorrente de... alcoolismo. Parece que acabaram-se as pílulas mágicas anti-embriaguez do KGB!
Na Wiki, principalmente em língua inglesa, muita coisa bacana está escrita sobre Bezmenov, além das fantasias do seu próprio testemunho. Assim, por exemplo, uma boa preparação física (aparentemente, um clube esportivo de atletismo), ir a jogos táticos perto de Moscou e estudar o assunto "defesa civil" se transformou em:
‘As a Soviet student, he was required to take compulsory military training in which he was taught how to play "strategic war games" using the maps of foreign countries, as well as how to interrogate prisoners of war’
'Como um estudante soviético, ele foi obrigado a fazer o treinamento militar obrigatório no qual foi ensinado a jogar "jogos de guerra estratégicos" usando os mapas de países estrangeiros, bem como interrogar prisioneiros de guerra'
Temos ainda outras citações tais como:
‘Bezmenov was directed to slowly but surely establish the Soviet sphere of influence in India’.
“Bezmenov foi orientado a estabelecer lentamente, mas de forma segura a esfera de influência soviética na Índia”.
E isso por que ele tinha se formado na universidade soviética há poucos anos. Não dá para entender exatamente a situação: ou a educação soviética era tão eficaz que um graduado universitário poderia sozinho manter uma região inteira com 700 milhões de pessoas sob seu controle, ou em um estado misantrópico essa universidade atribuía tal fardo aos ombros frágeis de um graduado. Ou ainda, numa outra hipótese, Yuriy Bezmenov tinha um mesmo carisma e poder de soft power de um Airtom Senna, uma Princesa Daiana ou mesmo uma Madonna, para fazer tanto sucesso na Índia. Seria bom se alguma olavette da seita do astrólogo embusteiro algum seguidor do professor Olavo de Carvalho pudesse nos dar uma resposta satisfatória, coerente, lógica e racial. Gostaríamos de saber mais sobre o assunto, pois quem sabe a educação soviética era tão boa, mas tão boa, que nem mesmo os mais fervorosos comunistas sabiam disso!
Mas para que o grau de horror da entrevista não diminua, Yuri fala sobre a opressão do povo soviético com a ajuda de uma autorização de residência e mostra documentos secretos: o seu passaporte. Passaporte como "documento secreto" é uma grande novidade para todos nós.
Esse é o meu passaporte.
Ele também demonstra a minha nacionalidade e tem um carimbo policial,
que se chama "propiska" em russo
e determina a minha zona de habitação.
Eu não posso deixar essa zona.
É o mesmo caso com esse negro
que não pode deixar a sua zona na África do Sul.
Para quem não sabe, até os dias atuais na Rússia, toda pessoa que se encontra no país deve ter a sua "propiska", isto é, um "registro". A "propiska" estabelece que você mora em uma determinada cidade e que só pode trabalhar legalmente naquela cidade e votar naquela mesma cidade. Assim, na Rússia, um cidadão nascido na Rússia, filho de pais russos, corre o risco de se tornar "ilegal" em seu próprio país se nasceu em Moscou e vai para São Petersburgo, a menos que ele compre um imóvel ou se case com alguém daquela cidade, e isso explica em parte o grande número de casamentos arranjados na antiga URSS e na Rússia hoje, bem como o alto número de divórcios. Ao contrário do Brasil, no qual alguém do Rio pode arranjar emprego em São Paulo tranquilamente, ou um sulista "tomar a vaga" de um nordestino passando num concurso público, isso não é possível na Rússia. Malvadão esse comunismo, hein? Bem, há outros países, inclusive na União Europeia capitalista, nos quais o mesmo sistema é vigente, por exemplo a Suécia, uma monarquia, um sueco de Upsala pode ser tornar "ilegal" em Estocolmo por que não está inscrito e registrado naquela urbes. Porém, quando um sujeito que sempre viveu "as benesses do socialismo" se compara a um negro vivendo sob o regime do Apartheid, esse é um espetáculo a parte!
Vale lembrar que não existe nenhuma decisão da ONU ou qualquer resolução de alguma organização de direitos humanos, seja de direita ou de esquerda, que considere o sistema de "propiska" (registro) como sendo uma violação dos direitos humanos, crime contra a humanidade ou política segregacionista, muito menos na Rússia não há qualquer movimento político expressivo, nem mesmo o de Aleksey Navalniy, interessado em abolí-lo.
No meio da entrevista, as teorias da conspiração de Bezmenov estão se desenrolam muito bem. Ele diz:
- Se que um jornalista americano que falasse mal da URSS seria despedido pela sua redação (americana!);
- Que a URSS ainda não entrou em colapso só porque os imperialistas a apoiam - e eles precisam parar de fazê-lo;
- Que no próprio país não há uma única pessoa que apoie este terrível sistema;
- Que os estudantes de intercâmbio na URSS eram na verdade membros de grupos terroristas em seus respectivos países;
- Que o Dia da Vitória não é um feriado, mas um dia de luto nacional;
- Que os jardins de infância que foram mostrados a convidados estrangeiros não são reais;
- Que casamentos vistos por estrangeiros são falsos;
O próprio Bezmenov tinha várias esposas falsas, com quem o departamento de pessoal o forçou a se casar, aparentemente, o filho de uma dessas esposas também era falso. A entrevista também contém reflexões de Yuri de que fugir com sua esposa e filho pequeno era muito problemático, então ele fugiu sozinho, abandonando sua família;
- Que os parquinhos da foto de uma reportagem estrangeira sobre a URSS (espere aqui) nada mais são do que um pátio de prisão (!) para crianças (!!!) de presos políticos. Isso mesmo, há uma prisão para os presos políticos e uma prisão separada para seus filhos. O problema é que na foto nós não vemos os guardas com metralhadoras e o arame farpado.
A entrevista de Yuriy Bezmenov foi prevista ainda nos anos 50 pelo grande escritor brasileiro Graciliano Ramos, autor de "Viagens", que traz crônicas de sua visita à Tchecoeslováquia e União Soviética. Ele descreve muito bem a URSS, no final ironiza: "no Ocidente irão dizer que todos que eu vi na realidade são atores, que tudo aquilo é arranjado pela propaganda comunista".
Falando em propaganda, é curioso notar que nos anos 70 e 80 praticamente todos os oficiais do KGB, senão todos, eram membros do Partido Comunista, era um pré-requisito para fazer parte da Nomenklatura, isto é, aqueles que podiam fazer parte do poder, a "aristocracia vermelha". Na entrevista de Bezmenov ele deixa a entender que era um oficial do KGB, dada a sua alta responsabilidade, curiosamente não encontramos seu nome na lista de ex-membros do partido comunista.
Ainda mais uma outra evidência de que o nosso amiguinho russo mentiu sobre seu suposto passado no KGB, os agentes do KGB que sabiam demais e desertavam sempre têm um destino trágico, assim se deu com o agente Agabekov, que por causa de uma namorada britânica desertou de Istambul para Paris, em 1937, uma armadilha montada pelo então NKVD o levou para um mestre cuteleiro turco que o dilacerou e esquartejou-o em picadinhos. Trotskiy, outro famoso desertor, ameaçou em 1940 revelar muitos segredos da URSS ao Comitê Dies, dos Estados Unidos, seu fim: morto com uma picaretada na cabeça. Mas com Yuriy Bezmenov, que fugiu para os Estados Unidos, aliás, segundo o próprio, também por causa de uma mulher (parece que desertores russos fogem mesmo é das mulheres russas!), não aconteceu absolutamente nada! Essa é mais uma evidência de que mesmo se ele um dia foi do KGB seu posto era muito baixo e pouco significante para a agência e seus contos não passam invencionisse.
Mas quem precisa disso?
Termina a entrevista que é um prato cheio para um conspiracionista direitóide pessoa inteligente que se livrou daquele professor de história esquerdista. As conclusões são:
- Todos os militantes por (quaisquer) direitos são idiotas, lixo, ou prostitutas políticas (e aqui não estou exagerando);
- A América está em conluio comunista com a URSS e isso ameaça a liberdade americana;
- O socialismo é quando todo o país dorme numa cama de arame ou está no GULAG;
- Socialismo é nazismo;
- Se as ideias do socialismo não forem eliminadas, o mundo acabará.
Então, ocorre uma ideia medonha: não poderia ser que uma pessoa com um passado difícil no KGB, com uma história ridícula de fuga da vigilância das autoridades da Segurança do Estado sob o disfarce de um hippie chapado, com uma grande imaginação, mas não muito convincente, fosse simplesmente usada como um “idiota útil” (como ele mesmo diz) por algumas forças políticas? Não poderia ser que houvesse algum tipo de campanha presidencial acontecendo naquela época, certo?
Talvez. Em 1984, houve uma corrida presidencial entre Reagan e Mondale, na qual este último defendeu o congelamento dos programas nucleares dos Estados Unidos e da URSS, uma emenda pela igualdade de direitos e contra a economia de Reagan, que custava caro para o orçamento do Estado. Este é o mesmo Mondale que Bezmenov usa como espantalho na versão completa da citação emprestada para o trailer. Alerta de spoiler: Reagan venceu e concorreu a um segundo mandato.
No Brasil, país no qual os comunistas jamais ocuparam sequer 3% do parlamento, políticos de direita e extrema-direita repetem ad infinitum sobre comunismo e GULAG, para que até um protesto contra uma calçada esburacada, por educação, reforma agrária ou urbana virem "coisa de comunista", e afinal de contas os comunistas "mataram milhões". Lembremos como às vésperas das eleições de 2018, disparos no Whatsapp foram feitos para pelo menos 5 milhões de brasileiros contendo um recorte de Cristiano Alves, com uma foice e o martelo desenhada com ossos, veiculadas por redes sociais e aplicativos de mensagens para evocar uma suposta "ameaça comunista".
É claro que é só mera coincidência que toda vez que alguém precisa ganhar uma eleição (repare que a próxima eleição nos EUA é em novembro de 2020) ou impedir que as pessoas pensem sobre sua situação, o fantasma do comunismo é tirado do armário!
Retirar é fácil. O problema é colocá-lo de volta!
Entrevista original:
Trailer oficial de Call of Duty
Canal 1 da Rússia sobre a versão de 2019 de Call of Duty
Apesar de nenhuma publicação na mídia brasileira, a mídia russa hoje notificou a insana proposta do deputado Eduardo Bolsonaro, de equiparar o comunismo ao nazismo e ao racismo
Ressoou hoje na mídia russa uma postagem do Twitter do deputado Eduardo Bolsonaro, segundo a qual este reapresentou neste dia 1º de setembro um projeto de lei para proibir o uso da foice e do martelo e equipará-la à propaganda do nazismo e do racismo. Segundo o deputado o objetivo é "impedir novos genocídios e ideologias de ódio" e mesmo chegou a relembrar o argumento clássico do anticomunismo, isto é, equiparando-o ao nazismo. O deputado evocou o que teria sido o início da Segunda Guerra Mundial pela Alemanha nazista e pela União Soviética com a "Partilha da Polônia".
A origem do problema é mais profunda do que parece, pois a versão do deputado é aceita por vários historiadores ocidentais e mesmo faz parte de muitos livros de história do Brasil, porém é pouco trabalhada e pode ser facilmente desmantelada. Desnecessário dizer que ela pode ser facilmente encontrada em blogs e canais "popularizadores" de história como a Segunda Guerra Mundial e Seus Fatos ou Hoje no Mundo Militar, ela ainda pode ser "corroborada" pelo Deutsche Welle (DW), BBC, pelo Google e outras fontes propagadoras de um dos mitos mais populares do mês de setembro. Em suma, a versão nos apresenta a Polônia como um Estado "pacato e indefeso" que surrateiramente foi atacada por dois monstros totalitários que firmaram um pacto com uma cláusula secreta. Mas se essa versão é falsa, então qual é a verdade?
Um acordo entre Hitler e Josef antes de Stalin
Antes do início da Segunda Guerra Mundial, as principais potências ocidentais fizeram toda uma série de provocações para arrastar o primeiro país socialista para uma guerra mundial, a exemplo do que fizeram nos anos da Guerra Civil Russa, quando mais de 11 países (!!!) invadiram o território da nova Rússia bolchevique, causando uma enorme catástrofe humana repelida pelas forças comunistas do Exército Vermelho. A intervenção do Ocidente fez com que mesmo antigos generais tzaristas, monarquistas convictos como Bryulov, Govorov e até mesmo o reacionário Denikin ou jurassem lealdade ao Exército Vermelho ou se pronunciassem a favor dos bolcheviques, como fez Denikin e mesmo um primo do tzar Nikolay Romanov.
Durante os anos 30, Adolf Hitler manteve relações bastante amistosas com a Polônia, quando esta era governada pelo marechal nacional-socialista Josef Pilsudski. As visões do marechal polonês eram em muitos aspectos parecidas com as de Adolf Hitler, porém sem o aspecto expansionista dos nazistas. Hitler firmou com Pilsudski um Pacto de Não-Agressão em 26 de janeiro de 1934. Alguns historiadores como Dariusz Baliszewski (autor do artigo Ostatnia wojna marszałka) sustentam que assim que Hitler chegou ao poder, Pilsudski alertou a França sobre o rearmamento da Alemanha, que violara o Tratado de Versalhes, porém a França se recusou a organizar uma aliança contra Hitler, levando Pilsudski a firmar um Tratado de Não-Agressão com Hitler exatamente como Stalin faria 5 anos mais tarde, após a recusa da mesma França e da Tchecoeslováquia de declarar guerra ao nazismo após a invasão dos Sudetos, região da Tchecoeslováquia.
Josef e Josef: a amizade de dois charás
Durante os anos do Pacto Polaco-Germânico, Adolf Hitler propôs a Josef Pilsudski a formação de uma aliança militar contra outro Josef, Vissaryonovitch Djugashvilli, mais conhecido como "Stalin", ao que Pilsudski rejeitou. O Marechal Pilsudski entendia que uma Polônia forte seria uma Polônia isenta de conflitos e richas militares.
Tudo mudou com a morte de Pilsudski, visto por alguns estudiosos russos como Nikolay Starikov como o "Lenin do nacional-socialismo polonês". Seu funeral teve a participação pessoal do führer alemão Adolf Hitler.
Com a morte de Pilsudski, seu antigo camarada de armas tornou-se o novo Marechal da Polônia e em 1935 o "Segundo homem do Estado polonês" se tornaria o Ridz "Smigly", alcunha que lhe teria sido dada por suas qualidades pessoais, Smigly significando "corajoso, astuto", em polonês, alcunha essa que seria incorporada ao seu sobrenome, ele também foi promovido a marechal. Contrariando todas as posições de Pilsudski, em especial a de não se voltar para o Leste, Ridz-Smigly tomou todos os passos para tentar refundar a grande "Rzeczpospolita", isto é, a "República das Duas Nações" formada pela Polônia e Lituânia que ocupou grande parte da Europa Oriental durante a Idade Moderna. Era um Estado bastante organizado em vários aspectos, inclusive sendo um dos primeiros (segundo a historiografia polonesa o primeiro) a possuir uma constituição moderna, um Estado muito bem organizado que outrora fora elogiado por nomes como Friedrich Engels e mesmo Iosif Stalin em seus anos de revolucionário clandestino. Esse Estado, que foi um dos raros no mundo que conseguiu ocupar Moscou, desapareceu no século XIX, conquistado pelo Império Russo, após este derrotar Napoleão.
Uma ditadura sem um ditador
Para restaurar a "Grande Polônia", Rydz-Smigly adotou uma política completamente agressiva com relação aos seus vizinhos, sendo a primeira vítima a Lituânia, que não tinha mais relações diplomáticas com a Polônia em razão desta ter ocupado a capital histórica lituana de Vilnius em 1919. O sucessor de Pilsudski ameaçou invadir a Lituânia caso esta não restabelecesse relações diplomáticas com a Polônia.
Foto: Josef Pilsudski de capote e Edward Ridz-Smigly à direita
Em 1938, Hitler, Daladier (França) e Chamberlain (Reino Unido) firmaram o Pacto de Munique, selando o destino da Tchecoeslováquia. O Ocidente entregava de bandeja ao líder nazista carvão, ferro e aço do pequeno país, indispensável à máquina de guerra alemã que sonhava em construir exércitos blindados motorizados de Panzerkampfwagen (Carros de combate blindados, em alemão). Era o pacto da traição!
Políticos poloneses moderados se distanciavam da figura do Marechal Ridz-Smigly, em seu período, de 1935-39, a Polônia era chamada de "Ditadura sem um ditador". Ele criou um movimento inspirado nos Camisas Pardas de Hitler, o "Ozon" (oriundo da abreviatura OZN). Aparecendo em público sempre decorado como uma árvore de Natal, ele era tido como um "Bufão auto-promotor", com discursos que emulavam o estilo de Benito Mussolini. O partido Ozon nasceu do mesmo partido do presidente polonês Ignac Moscicki, "Sanacja" (lê-se Sanatsia), e desafiava a autoridade deste, clamando que o novo marechal era o "herdeiro de Pilsudski", posturas que desafiavam a Constituição da Polônia de então. No plano interno, o Ozon adotou 13 pontos da chamada "Questão judaica", inspirado nas Leis de Nuremberg de Adolf Hitler, que declaravam os judeus "elementos estrangeiros" e privados dos mesmos direitos dos demais poloneses. Na prática, os militaristas de Ridz-Smigly transformaram a Polônia numa versão eslava da Alemanha nazista!
Com um discurso inflamado e mais enfeitado que uma árvore de natal o Marechal Ridz-Smigly
Em 1939, Edward Ridz-Smigly participou de uma aventura militar nazista ao invadir um aliado militar da União Soviética e da França, a Tchecoeslováquia. Aqui, mais uma vez a França se recusou a combater os nazistas e a URSS garantiu aos tchecoeslovacos estar pronta para a guerra, caso o país formalmente solicitasse a ajuda dos comunistas, o que foi negado pela burguesia nacional do pequeno país. A Alemanha e Polônia partilharam a Tchecoeslováquia, a primeira anexando os Sudetos e a segunda a região de Zaolzie, clamando estar defendendo os interesses da "minoria polonesa". Esses fatos nunca são elucidados nos livros oficiais escolares de história, apesar de poderem ser confirmados por ampla documentação e mesmo artigos da Wikipedia, eles são ponto de consenso entre historiadores ocidentais e soviéticos, independente de sua visão política.
1938: nazistas alemães e militares poloneses comemoram a partilha da Tchecoeslováquia
Deste modo, como podemos perceber, desde a morte de Pilsudski a Polônia estava engajada em todo um programa militarista, expansionista com projetos de império, tal qual como a Alemanha nazista, mas como diz o provérbio chinês "dois tigres não podem conviver juntos numa mesma montanha". Em 1939, provocações mútuas se deram entre Alemanha e Polônia em razão da questão de Danzig, de maioria alemã, sob controle da Polônia.
1 milhão de comunistas para impedir uma guerra mundial
Percebendo o nível de agressividade e o perigo do nazismo, o premiê Josef Stalin, da URSS, fez uma proposta bastante ousada ao premiê britânico Neville Chamberlain, enviar 1 milhão de comunistas para acabar com o nazismo, conforme documentos desclassificados pela inteligência britânica e reproduzidos no jornal britânico Telegraph. Esses documentos estiveram classificados por mais de 70 anos, sendo divulgados somente durante a década de 2000 na imprensa britânica.
Em agosto de 1939, 2 semanas antes da invasão da Polônia, o marechal comunista Kliment Voroshilov, então Ministro da Defesa da URSS, assim como o chefe do Estado-Maior Boris Shaposhnikov, se encontraram com o almirante britânico Sir Reginald Drax. A proposta soviética era irrecusável, os comunistas propunham enviar 120 divisões de infantaria (cada uma com 19 mil tropas), 16 divisões de cavalaria, 5,000 peças de artilharia pesada, 9,500 tanques e 5,500 aviões de caça e bombardeiros nas fronteiras da Alemanha em caso de uma guerra no oeste. Evidentemente, essa proposta envolvia a passagem pelo território da Polônia, mas qual foi a resposta do Reino Unido e da própria Polônia?
Segundo o almirante Drax ele estava autorizado apenas a falar, não a tomar decisões. Chamberlain rejeitou a proposta de Stalin, e assim fez também Ridz-Smigly e todo o seu partido militarista. A URSS agora estava isolada, a Tchecoeslováquia rejeitou seu pedido de ajuda contra Hitler, o Reino Unido e a Polônia agora faziam o mesmo, só restava uma saída agora... Uma semana após a França, Polônia e Reino Unido rejeitarem uma chance de ouro para impedir uma Guerra Mundial, Joachim von Ribbentropp se encontrava com o novo ministro do exterior soviético, Vyacheslav Molotov, era firmado um pacto entre a Alemanha nazista e a União Soviética, acontecia o impensável! Esse pacto tinha o teor de pacto de "não-agressão", isto é, dois países pactuavam não declarar guerra um ao outro, exatamente como a Polônia havia feito 5 anos antes e o Reino Unido 1 ano antes, mas adivinhem que país é acusado de ter "feito um pacto com o dia... com os nazistas"!
O fim do Estado Polonês
Terminado o mês de agosto, em 1º de setembro somente um país (ao contrário do que afirma Eduardo Bolsonaro) declarava guerra e invadia a Polônia, a Alemanha nazista. Resistindo nos primeiros dias, a Polônia sofria a guerra relâmpago dos nazistas, a Blitzkrieg! Incapazes de mobilizar os seus trabalhadores e todo o povo para a resistência ao nazismo, em 17 de dezembro o presidente da Polônia Ignaz Moszicki fugiu para a um país neutro no conflito, a Romênia, no qual ele não poderia levar a cabo nenhum ato oficial de governo. Para não enfurecer Adolf Hitler, a Romênia preparou uma "renúncia de Moszicki", que "pretendia renunciar", mas que não podia fazê-lo por não poder exercer atos oficiais naquele país. Deste modo, tanto a Romênia quanto Moszicki estavam de acordo com um ponto em comum, em 15 de setembro de 1939, a Polônia não tinha mais governo. Isso foi amplamente divulgado na imprensa internacional, inclusive jornais americanos como o The New Yok Times. Na mesma época a imprensa brasileira também reconheceu o fim do Estado polonês.
Em outubro de 1939 havia sido reconhecido internacionalmente a renúncia do presidente polonês Ignaz Moszicki
Foi somente em 17 de setembro, 2 dias depois da Polônia perder completamente a sua estatalidade, quando o seu Chefe de Estado renunciou ao cruzar a fronteira da Romênia neutra, tropas do Exército Vermelho Operário-Camponês cruzaram as fronteiras da Polônia. Sem qualquer pretensão territorial, os comunistas se limitavam apenas às regiões etnicamente pertencentes à Ucrânia e Bielorrússia, regiões como Brest e Grodno e Lvov e Ivano-Frankvisk. Diversos prisioneiros políticos da Polônia foram libertados pelo Exército Vermelho, dentre os quais um então desconhecido Stepan Bandera, que mais tarde organizaria a mais violenta organização antissoviética da Ucrânia sob a ocupação nazista, a OUN-UPA. A OUN-UPA, mais tarde, organizaria o maior massacre de limpeza étnica na Ucrânia sob a ocupação nazista, o Expurgo da Volínia. Seus realizadores portavam bandeiras rubro-negras com um tridente no centro, as mesmas usadas em manifestação de apoio ao pai do deputado Eduardo Bolsonaro.
Na Volínia e na Galícia Oriental, hoje pertencentes à Ucrânia, foi realizado um dos maiores massacres promovidos pelos "polizei", colaboradores ucranianos da SS, o Massacre da Volínia, reconhecido de forma consensual internacionalmente
Porque os soviéticos não invadiram a Polônia
As ações do Exército Vermelho de 17 de setembro não configuram um "ato de invasão" como alega o deputado Eduardo Bolsonaro pelos seguintes motivos:
1) O Estado Polonês já havia deixado de existir com a renúncia de seu chefe de Estado quando este cruzou a fronteira de um país neutro, a Romênia, em 15 de setembro
2) Não houve, por parte de nenhuma autoridade polonesa, nenhuma declaração de guerra contra a União Soviética
3) O marechal nacionalista Ridz-Smigly ordenou às suas tropas para não combater os soviéticos, mas sim os alemães, numa ordem documentada e corroborada por fontes poloneses e soviéticas
4) O presidente polonês Ignaz Moszicki admitiu tacitamente que a Polônia não tinha mais um governo
5) O governo romeno admitiu que a Polônia não tinha mais um governo
6) A Romênia tinha um tratado militar contra a URSS, porém ela não declarou guerra à URSS, pois, conforme declaração oficial publicada no The New York Times:
"O ponto de vista romeno relativo ao acordo polaco-romeno antissoviético é que ele entraria em ação apenas no caso de um ataque russo enquanto evento isolado e não como consequência de outras guerras."
- "Rumania Anxious; Watches Frontier." NYT 09.19.39, p.8.
7) A França não declarou guerra à URSS, embora tivesse um tratado de defesa com a Polônia contra a URSS
8) A Inglaterra, aliada da Polônia, jamais exigiu que a URSS retirasse suas tropas da Bielorrússia e Ucrânia orientais,
9) A Liga das Nações não declarou a URSS um "Estado agressor"
10) Todos os países aceitaram a declaração de neutralidade da URSS no conflito
11) A República Popular da Polônia, estado pró-soviético, jamais exigiu o retorno da Bielorrússia e Ucrânia Ocidentais ao seu território
12) A Polônia atual não tem demandas territoriais aos governos da Ucrânia, liderado por Vladimir Zelenskiy, e nem ao governo de Belarus, liderado por Alexander Lukashenko
Militares soviéticos e poloneses combatendo na mesma trincheira durante a IIGM. Na foto um soldado ascende o cigarro de seu companheiro.
Conclusão
O clamor de que a Polônia "foi invadida pela União Soviética" não pode ser confirmada por nenhum documento de época e nem por atos oficiais do Estado polonês, ressalte-se que com o fim deste Estado, perdia força então a chamada "Clausula secreta do Pacto Molotov-Ribbentropp", já que elas tratavam de esferas de influência no Estado Polonês, que já não mais existia. Deste modo, esse teor não tem força documental ou histórica, sendo uma invenção ideológica amplamente difundida com o fim de ceifar da União Soviética e, politicamente, dos comunistas qualquer respeitabilidade, equiparando-os aos nazistas e atribuindo a estes uma falsa responsabilidade pela maior hecatombe da história, a Segunda Guerra Mundial, ignorando todos os passos de Stalin para evitar uma guerra e principalmente o sacrifício de meio milhão de soldados vermelhos para libertar a Polônia do julgo nazista durante a Segunda Guerra Mundial.
Enfatizemos que o Estado brasileiro, que hoje cogita proibir o comunismo para "evitar um genocídio" já tem sido denúnciado por grandes nomes da seara jurídica por genocídio ao negligenciar procedimentos sanitários para a prevenção da pandemia do COVID-19.
O deputado Eduardo Bolsonaro, que gosta de se promover no Twitter às custas de acusações irresponsáveis contra a China e agora contra a Rússia, põe em risco a credibilidade internacional do Brasil para com outros países do BRICS e promove a desinformação e o revisionismo histórico, mobilizando o Congresso Nacional e o povo brasileiro contra um fantasma comunista que jamais ocupou sequer 3% do parlamento brasileiro, dando início a um macartismo que amanhã poderá perseguir como "comunistas" desafetos com as sandices da milionária família Bolsonaro, "comunistas" esses que vão desde Joyce Arruda até o "camarada" Sérgio Moro.
Fontes de consulta:
FURR, Grover. Did the Soviet Union Invade Poland in September 1939? NO! Artigo do professor Grover Furr da Universidade Monclair. Disponível em: https://msuweb.montclair.edu/~furrg/research/mlg09/did_ussr_invade_poland.html#The%20Nonaggression%20Treaty%20Between%20Germany%20and%20the%20USSR%20of%20August%201939 Ridz-Smigly, Edward. Ordem oficial para não combater os soviéticos. Disponível em: http://www.katyn-books.ru/archive/prisoners/Docs/006.html
HODSWORTH, Nick. Stalin planned to send 1 million troops to stop Hitler. Artigo do jornal britânico Telegraph. Disponível em: https://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/europe/russia/3223834/Stalin-planned-to-send-a-million-troops-to-stop-Hitler-if-Britain-and-France-agreed-pact.html#:~:text=Jump%20to%20navigation-,Stalin%20'planned%20to%20send%20a%20million%20troops%20to%20stop%20Hitler,Britain%20and%20France%20agreed%20pact'&text=Papers%20which%20were%20kept%20secret,into%20an%20anti%2DNazi%20alliance.
ALTMAN, Max. Hoje na história: Hitler invade a Tchecoeslováquia. Artigo da revista Opera Mundi: https://operamundi.uol.com.br/historia/10417/hoje-na-historia-1939-exercito-de-hitler-invade-a-tchecoslovaquia YAKOVLYEV, Yegor. Bylo li napadenye SSSR na Polshu i nemetsko-polskaya vayna. Entrevista do especialista Yegor Yakovlyev no Youtube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=MPoAMDHkuy0
Circula pela internet uma foto, quase sempre em sítios virtuais, blogs e vlogs de extrema-direita uma foto na qual um suposto soldado soviético "assedia uma pobre e inocente alemã berlinense", nela o "comunista malvado e cruel" puxa uma bicicleta, como puxar uma bicicleta se transformou num ato de "assédio sexual" é o que iremos analizar, trazendo ao leitor a verdade sobre os fatos, a verdade é sempre revolucionária!
Falsificadores de história e de matemática
Desde o fim da Segunda Guerra Mundial houve um enorme esforço para transformar em vilões os heróicos soldados do Exército Vermelho, pagando com o seu sangue, o povo soviético perdeu mais de 27 milhões de seus filhos, a pior perda da história das guerras. Em sua luta, os comunistas libertaram não apenas o seu próprio país, a União Soviética, como diversos Estados do Leste Europeu antes subjugados pelo III Reich nazista. Nos anos 40 a União Soviética, apresentado por tantos anos como o "Grande Satã" era reverenciado no mundo inteiro como o Estado "libertador", jornais publicavam a bandeira vermelha com a foice e o martelo no topo do Reichstag e em cinemas do mundo todo, em fins dos anos 40, exibiam o clássico "Padenye Berlina" (A queda de Berlim), que resume toda a Grande Guerra Patriótica numa só película. Pesquisas da época mostravam a URSS como a grande responsável pela vitória. Mas a Guerra Fria estava começando, era preciso fazer algo para mudar essa imagem.
Com a morte do presidente americano Franklin Delano Rosevelt, assumiu o poder um outro presidente voltado para um outro setor do empresariado americano, que não estava interessado em fazer negócios com a União Soviética, na criação de uma "Europa Unida" submissa aos americanos e ao seu capital por meio do Plano Marshall, e deste modo, para tal, era necessário mostrar que o seu rival, a URSS, era "pior que os próprios nazistas" e que por isso era necessário demonizar ao máximo o seu antigo aliado. O cenário perfeito para isso era a cidade de Berlim, na qual estavam estacionadas tropas do Exército Vermelho, e uma dessas formas era mostrar os soldados soviéticos como bárbaros, como saqueadores. Lembremos que muito antes da chegada dos vermelhos, o propagandista nazista Josef Göbbels anunciava nas rádios alemãs que "os russos estão chegando" e irão promover ondas massivas de estupros, o mesmo era feita em relação aos aliados, só que cartazes de propaganda nazistas usavam outro recurso, trazendo desenhos de negros estuprando loiras alemãs.
Os agora rivais da URSS decidiram fazer o mesmo, através de vários recursos, porém a propaganda não deu certo naquela época e acabou indo para os arquivos alemães. Com a chegada do século XXI e a ascenção da ideologia feminista no Ocidente, a heresia da vez era o "assediador", que podia ser desde o sujeito que insistentemente tenta algo com uma mulher a um simples sujeito que dá bom dia para uma moça num transporte público, em países como o Brasil um homem pode ser acusado de assédio e preso simplesmente por pedir um telefone de uma moça que conheceu na rua. Assim, nesse contexto, fotos de época se tornaram um prato cheio para historiadores oportunistas e desonestos como o britânico Anthony Beevor, que se tornaria rapidamente famoso em todo o mundo. Uma das missões desse escritor, a quem nos recusamos chamar de "historiador", era denegrir o papel do Exército Vermelho no início da década de 2000, quando a Rússia tinha no poder, pela primeira vez desde 1985, um presidente interessado em elevar o nível da participação geopolítica da Rússia, Vladimir Vladimirovich Putin. Deste modo, enquanto sucessora da União Soviética e legitimadora da vitória do Exército Vermelho em Berlim, a Rússia precisava ter sua história atacada, caluniada e difamada, se o país já era (e é) tido como "inimigo da liberdade" agora ele era apresentado como "o inimigo das mulheres".
Uma mentira jamais terá efeito se for pequena, ela é preciso ser completamente absurda para, assim, convencer as grandes massas, já dizia Göbbels, fielmente seguidor por A. Beevor, que declarou que o Exército Vermelho "estuprou 2 milhões de alemãs só em Berlim". Como em 1945 restaram 2 milhões de alemãs em Berlim é por si só uma boa pergunta, já que muitas mulheres foram evacuadas ainda em época de guerra, porém, vem a pergunta principal, como ele chegou a esses "2 milhões"?
As declarações absurdas de Beevor não passaram despercebidas por historiadores e jornalistas da Rússia e de outros países da ex-URSS, incluindo aqui historiadoras, que publicaram na imprensa russa inúmeros artigos que refutam esse mito e principalmente questionam de onde vêm os tais "2 milhões"? As principais fonte de Beevor são feministas alemãs (a Alemanha é tida por alguns como a Arábia Saudita do feminismo) que por sua vez têm trabalhos que mencionam como sua fonte primária uma clínica de abortos que registrou na época da guerra... dezenas de pedidos de aborto em razão de supostos estupros (na Alemanha o aborto só era tolerado em caso de estupro). Como dezenas se transformaram em 2 milhões, essa é uma matemática que nenhum anticomunista consegue explicar.
É claro que nenhuma mentira se tornaria conhecida se não fossem dois fatores, a imensa publicidade dada a essa mentira em jornais da grande imprensa como a BBC e o Daily Mail e principalmente... fotos! Sim, o que seria uma mentira sem elas? A "prova material do crime". Nesse artigo trataremos apenas de uma delas.
A "prova do crime"
Inúmeros sites de extrema-direita trazem como a "prova do crime" uma foto na qual um soldado russo puxa uma bicicleta de uma mulher supostamente alemã. Quem vê a foto irá pensar "mas que maldito estuprador", ou "que maldito ladrão", mas são vários os detalhes que chamam a nossa atenção!
Qualquer pessoa minimamente entendida de fotografia sabe que as câmeras dos anos 40 e 50 eram muito inferiores às que temos em nossos dias. Imagine você fotografar o exato momento de uma briga de mulheres, na qual uma puxa o cabelo da outra, as chances da foto sair borrada seriam enormes, agora imagine com uma câmera dos anos 30 ou 40. Todavia, se observarmos a fotografia em questão veremos que ela parece ter sido tirada recentemente, devido à sua alta qualidade. Há versões dessa foto ainda melhores, melhoradas com a tecnologia de computador, incluindo a sua fonte original, que é da Hulton-Deutsch Collection/CORBIS. E aqui temos uma parte do mistério desvendado, a legenda original da foto não diz absolutamente nada sobre "estupro", "assédio" ou "abuso sexual" cometido pelo suposto soldado vermelho, a legenda descreve a foto como sendo um "Desentendimento após um soldado russo comprar uma bicicleta de uma alemã em Berlim. Depois de pagar pela bicicleta, o soldado assume que é um negócio fechado. Todavia, a mulher não parece convencida", a data é de agosto de 1945, isto é, três meses depois da rendição incondicional dos nazistas em Berlim.
Como podemos ver, a fonte original não faz absolutamente nenhuma referência a "estupro" ou qualquer outra ação de conteúdo sexual, porém há outras perguntas pertinentes a essa imagem, suponhamos que ela realmente se trata de um "roubo", afinal, por que não mostrar comunistas como ladrões? Alguém já viu pessoalmente um roubo? Mais do que isso, é um ato de violência contra uma mulher, ato que por si só suscitava inúmeros problemas naquela época, inclusive de militares, todavia repare na atitude dos integrantes da foto, é uma atitude de completa indiferença, inclusive a do militar americano que pode ser visto logo atrás do suposto soldado vermelho, ele parece estar de braços cruzados atrás de suas costas, ou segurando as mãos na cintura, ele assiste tranquilamente à cena, como os demais integrantes da foto, os homens de chapéu, incluindo o que passa, observam a cena como quem está lendo as notícias da manhã num jornal em um café, não há um único que, por sua reação deixe a entender que se trate de uma briga provocada por um homem. A reação normal de um oficial seria ou intervir na briga ou apitar para chamar imediatamente a polícia militar de sua unidade.
Um soldado russo?
Além dos transeuntes da foto, há outro fator marcante, o suposto "soldado russo". O que ele estaria fazendo sozinho e ainda mais bem no meio da rua? Quem seria esse homem, afinal de contas? Por que um combatente estaria caminhando sozinho pelas ruas de Berlim?
No Exército Vermelho, a primeira ordem dada sobre a nova localidade diz respeito à disposição e aquartelamento das tropas, quando se tem mais de 1 milhão de homens em uma nova cidade, além de blindados, armas, aviões e munição, a primeira tarefa é conseguir um quartel para essas tropas onde eles possam não apenas guardar os seus equipamentos, como também descansar e por sua vez vigiar os seus pertences, que poderiam cair em mãos erradas. No Exército Vermelho o soldado raso era proibido de deixar a sua guarnição, será que alguém acha mesmo, que numa cidade na qual a guerra acabou recentemente, é seguro andar sozinho por uma cidade, que o soldado achou que nada lhe aconteceria?!
Surge imediatamente outra pergunta, onde estão as armas deste soldado que encontra-se em território ocupado na condição de combatente ocupante?! Reparemos que ele usa um poncho-barraca (plasch-palatka), deixando a entender que ele não está a passeio, mas a serviço.
Ele queria roubar a população local? Vamos ver o que disciplinava o Direito Militar do Exército Vermelho Operário Camponês em sua Ordem do Chefe da Guarnição e Comandante Militar de regulamento da vida política e econômico-social urbana Nº 1 de Berlim, de 30 abril de 1945 (Приказ Начальника гарнизона и Военного Коменданта Берлина о регулировании политической и социально-экономической жизни города № 1 г. Берлин 30 апреля 1945 г.):
"As unidades do Exército Vermelho e militares em separado, chegados em Berlim, estão obrigados a aquartelar-se somente nos locais indicados pelos comandantes militares dos bairros e unidades. Os militares do Exército Vermelho estão proibidos de realizar individualmente, sem a permissão dos comandantes militares a desalocação e transferência dos moradores, confisco de propriedade, valores e a realização de busca dos moradores da cidade"
Como vemos, ao contrário da ideia de "permissibilidade absoluta", disseminada por Beevor e blogueiros e oportunistas de extrema-direita ou feministas, é um mito, e o Exército Vermelho era conhecido pela sua rígida disciplina, desde o uso dos uniformes até a conduta particular e o decoro do militar vermelho.
Caso interesse a alguém, esse regulamento disciplinar não era mera "formalidade" do Exército Vermelho, os arquivos soviéticos trazem processos movidos pelo promotor militar da 1ª Frente Bielorrussa (uma das unidades que cercou e capturou Berlim), nesses processos são citados o nome, sobrenome dos infratores da lei, responsáveis por "saques e roubos", o resultado é sempre um só, prisão e tribunal militar, no qual o caso poderia acabar em... fuzilamento! É estranho que diante de tantas testemunhas e um fotógrafo o soldado suicida continue disputando a bicicleta. Lembremos que para que a foto tenha saído com a qualidade que vemos hoje, é preciso que o soldado tenha gastado algum tempo disputando a bicicleta de modo que o fotógrafo capturou o momento exato. Mas quem disse que o soldado "é russo"? O que faz ele parecer russo, o fato de usar uniforme?! Façamos uma comparação:
Apesar da grande semelhança com um bibico de um soldado do Exército Vermelho, um olhar atento revela que não se trata de um bibico usado por um soldado vermelho, apesar da semelhança, e não é apenas isso, um blogueiro russo (Sakmagon) identificou irregularidades em sua bombacha e botas de tamanho diferente.
Porém a mais gritante de todas, quem serviu no Exército Brasileiro sabe que há rigorosas exigências relativas ao uso do uniforme, e não era diferente no Exército Vermelho, exceto em situações de guerra e urgência, o regulamento de uniformes era rigorosamente seguido, esse regulamento disciplinava inúmeras minúcias adotadas até hoje nas FFAA russas, por exemplo, um oficial não podia colocar as mãos no bolso (no caso de uma foto por exemplo), deste modo, se um indivíduo tinha as mãos no bolso em uma foto deduzia-se que se tratava de um ator ou de alguém tentando se passar por um oficial vermelho. Uma regra disciplinada por tal regulamento dizia respeito ao uso do poncho-barraca, ele deveria ser usado sobre o ombro esquerdo, de modo que usá-lo sobre o ombro direito, como vemos na foto, caracteriza uso incorreto do uniforme, o que poderia causar advertência dos oficiais e mesmo punição, em caso de constantes repetições.
O regulamento militar do Exército Vermelho e o reencenador histórico do site "Rubej" mostram o uso correto de equipamentos e acessórios:
Como podemos ver, ao contrário do personagem da foto, o uso correto do poncho-barraca é sobre o ombro esquerdo, e isso não é mera questão "estética" ou "capricho", é que ao deixar o ombro direito livre, é mais fácil empunhar a arma em postura de sentido e atirar. Em um exército, seja ele qual for, tudo acontece por um motivo.
O que é mais estranho na foto, reparemos novamente nos equipamentos e acessórios de um soldado do Exército Vermelho, ele prevê cartucheira para munição, bolsa para granadas, bolsa para máscara de gás, bornal, cantil e pá de sapa, também vemos um saco de coisas (vesch meschok) e uma panela de campanha. Ressaltemos que o regulamento e a foto exibidas retratam o uniforme Modelo 1936, o soldado usa tiras (portyanki) em volta de sua canela, em vez de uma bota (kirzovye sapagui), que passou a ser a regra a partir de 1942. Claro, também está presente o poncho-barraca. Mas o que usa o personagem da foto?! Somente um poncho-barraca! Ora, se até nos dias de hoje, nos dias de verão, quando a foto foi tirada, dificilmente um militar sai sem o seu cantil, imagine naquela época, ainda mais numa cidade carente de uma série de recursos.
Diante de tantas irregularidades, podemos trabalhar aqui com duas hipóteses: a) trata-se de um peão que juntou partes de uniformes que conseguiu de alguma forma, um mercado de pulgas talvez; b) uma foto montada com um ator, teatralizada, com o intuito de difamar em jornais ocidentais o papel do Exército Vermelho, alguém aí consegue lembrar de fotos publicadas na Reuters e noutras fontes de mídia ocidental durante a Guerra da Ossétia, em 2008, quando um homem foi colocado em diferentes pontos de um escombro e mesmo "ressuscitado" para poder mostrar o quão maus eram os russos?! A Guerra da Síria e outros conflitos são inúmeros exemplos de como "fotos virais" frequentemente são arranjadas por fotógrafos com o fim de mobilizar a opinião pública em torno de uma ideia, afinal, "uma imagem vale mais que mil palavras", especialmente quando o objetivo dessa imagem é enganar e falsificar a história ou os fatos. A grande vantagem de uma mentira sobre a verdade, é que leva algum tempo até que alguém possa verificar aquela mentira
Uma foto montada
Estudamos nesse artigo diversas opções e versões que poderiam explicar a natureza da foto em si, desde sua nomenclatura oficial, que por si só refuta a versão de "estupro" até o que realmente teria acontecido ali, todas as evidências nos levam a crer que se trata de uma foto montada.
"Criar" um soldado russo não é um problema, o problema é se os russos verem a foto. Os russos são um povo extremamente detalhista e exigente quando se trata do assunto fotos, são "pedantes", não na acepção brasileira desta palavra, mas italiana, isto é, no sentido de serem extremamente formais e detalhistas no tocante a certas questões, ainda mais quando se trata militares que avaliam uma foto de um suposto subordinado seu. Deste modo, seria fácil para um oficial do Exército Vermelho ou do KGB identificar na foto uma nítida falsificação, já que o militar não corresponde aos cânones da forma como se apresenta um militar vermelho em território ocupado. Assim, para o fotógrafo, o problema não era "criar" um falso soldado russo, o problema seria se um verdadeiro russo visse a foto. Uma mentira, para ser extensivamente propagada e atingir sucesso, precisa ser feita longe das vistas (ou dos ouvidos) de alguém que conhece a verdade. Um blogueiro que alega absurdos sobre supostos crimes do Exército Vermelho e usa fotos de crimes da Alemanha nazista em Auschwitz ou em Babi Yar, na Ucrânia, dependerá de uma multidão que não saiba que aquelas fotos não correspondem a ações do Exército Vermelho para que a sua falsificação tenha sucesso. Ele também precisa que sua mentira se espalhe rapidamente, pois assim será tida como "verdade" e as pessoas criarão uma resistência a outras versões, que poderão acusar de "propaganda comunista".
O truque está mais que evidente, o fotógrafo pegou um ator e vestiu-o com um uniforme similar ao do Exército Vermelho, de modo a encobrir imperfeições deste falso uniforme, ele virou o bibico do soldado, se modo que não fique visível a nítida ausência da estrelha vermelha, típica do uniforme comunista, além disso, diante da ausência de platinas no ombro do soldado e provavelmente de botões correspondentes, os responsáveis pela cena resolveram encobrir tais deficiências com um poncho-barraca sobre o ombro direito. Agora que toda a cena foi organizada e deficiências encobertas com um poncho-barraca, só faltava armar o barraco!
Como convencer a quem vê a foto de que tudo acontece na Alemanha? Nenhum lugar poderia ser melhor do que os Portões de Brandemburgo (algo evidenciado pelo número de colunas na foto), sim, o cartão postal de Berlim, a alguns metros do Reichstag, o parlamento alemão ocupado com a bandeira vermelha da vitória. Era nesse local que situava-se a divisão das zonas de ocupação soviética, americana e britânica. Agora façamos uma pergunta, o que um soldado soviético faria bem num local às vistas de todo o mundo, sozinho, ao tentar roubar uma alemã (ou comprar sua bicicleta) e ainda sabendo que, em caso de roubo, poderia ser fuzilado?
Ora, já mostramos aqui que o uniforme está em completa dissonância com o regulamento militar do Exército Vermelho, que os participantes da foto não parecem estar convencidos de que se trata de um "furto" ou mesmo uma briga entre um mal pagador e uma vendedora de uma bicicleta, logo a conclusão parece bastante evidente, alguém armou uma cena, com um ator, de modo a caluniar o Exército Vermelho. Essa mesma foto, hoje reproduzida em jornais, livros e principalmente blogs de extrema-direita são frequentemente misturadas a outras cenas trágicas da guerra ou mesmo de filmes, o objetivo é um só: "vejam, os soldados do Exército Vermelho mataram e estupraram pobres alemãs inocentes, o Exército Vermelho era da União Soviética, a União Soviética era comunista, logo isso quer dizer que comunistas defendem mortes, assassinato e estupros, e por isso é preciso proibir o comunismo e perseguir comunistas". O que seria do ódio e da extrema-direita sem os tão benditos "fakes"?
Conclusão
O suposto "assédio de um soldado soviético a uma alemã", assim como a ideia de "mal-entendido na negociação de uma bicicleta" são nitidamente uma FALSIFICAÇÃO RESULTANTE DE MOTIVOS POLÍTICO-IDEOLÓGICOS! Fonte de consulta
Por David Breve introdução: Este ensaio trata da ideologia que atingiu um status de hegemonia no mundo ocidental, imposta por círculos a partir de cima, uma ideologia que colocou sob seu controle todas as esferas da vida diária, a ciência, os esportes e mesmo a religião. Neste ensaio, que desafia os padrões impostos em nossa época, ameaçado pela natureza de seu conteúdo, você aprenderá sobre a natureza desta ideologia e os truques utilizados pelos seus pregadores para enganar as massas e em especial jovens e adolescentes. Para evitar perseguições e ataques de ódio, "David" é o pseudônimo de seu autor.
O mito grego de Ganimedes é o símbolo da degradação abominável da civilização grega nas palavras de F. Engels
“Fiquei um pouco
nervoso quando aterrissei na Rússia. Eu pensei que, talvez, eu veria um país
cheio de perseguição com uma multidão de pessoas sombrias, pensando como robôs,
e agentes da polícia secreta. Em vez disso eu vi um país de centenas de
nacionalidades, vivendo em plena harmonia. Nenhuma arma. Nenhum crime. Nenhuma
prostituta. E nenhum homossexual” Muhamad Ali
"Com todos os
truques à sua disposição, os homossexuais buscam e conquistam a confiança dos
jovens. Eles então partem para a ação. Em nenhuma circunstância permita que
eles te toquem. Essas pessoas devem ser imediatamente denunciadas aos órgãos
administrativos para que elas possam ser removidas do convívio social" Guia
Soviético de Educação Sexual
A ideologia da sodomia é uma ideologia moderna,
cujos pregadores apoiam a indispensabilidade da propaganda do homossexualismo e
exigem um respeito ritualístico para com os homossexuais. Atualmente, a
ideologia da sodomia é predominante no Ocidente (nos EUA e na UE). Ela colocou
sob seu controle quase todas as esferas da vida humana: política, economia,
educação, arte, medicina, ciência. Os dissidentes, em particular os representantes
das religiões tradicionais, são vítimas de assédio e persecução legal pelos
sodomitas.
A sodomia tem todas as características de uma
ideologia agressiva, tendo ícones-gays, pregadores da sodomia, procissões ritualísticas
na forma de paradas “gays” e até rituais de iniciação da sodomia para políticos
e atletas, eles lutam contra outras religiões/ideologias e outras manifestações que não acatam as suas teses.
- A IDEOLOGIA DA
SODOMIA
A base "científica" da ideologia da
sodomia é a filosofia materialista moderna, o elitismo e a controversa teoria de gênero. A
essência da teoria de gênero reside no argumento de que o sexo social e
fisiológico de uma pessoa não está relacionado.
Esta teoria não é suportada por dados
experimentais. Em particular, a história de Bruce/Brenda Reimer é amplamente
conhecida, que os médicos fizeram do menino uma menina depois de perder os
últimos genitais em um acidente de carro aos 8 meses de idade. Apesar de todos
os esforços dos pais, a criança nunca foi capaz de crescer como menina: aos 14
anos, seus pais foram forçados a abrir a verdade a Bruce/Brenda, que aceitou os
fatos com alívio. [1]
Apesar do fracasso experimental, a teoria de
gênero tornou-se a base da moderna ideologia ocidental. De acordo com o Tratado
de Amsterdã (1999) e a Carta dos Direitos Fundamentais da UE de Nice (2000), a
atualização da dimensão do gênero tornou-se um requisito obrigatório. A
conclusão lógica da teoria de gênero é:
- a exigência de educar as crianças como neutras
em termos de gênero;
- a exigência de abolir a instituição do
casamento;
- a erradicação da própria noção de desvio
sexual;
- a declaração da bissexualidade de todas as
pessoas.
O número de "gêneros" está
aumentando, pois, o número de orientações primeiro alcançou o número de pessoas
e depois o excedeu (porque as preferências sexuais não são apenas individuais,
mas também dinâmicas). A separação de vestiários escolares e banheiros com base
no gênero é cada vez mais reconhecida como uma violação dos direitos das
crianças.
Atualmente, a ideologia da sodomia nas
sociedades ocidentais modernas está sendo imposta pelas elites e círculos
dirigentes "a partir de cima": apesar dos protestos regulares dos
cidadãos comuns, que muitas vezes reúnem centenas de milhares de participantes,
mais de 500 mil em Paris. [2]
A penetração dos sodomitas no poder se dá de forma bastante natural. Para um
membro de uma "família" homossexual é muito mais fácil obter sucesso
nos negócios, na política, nas finanças, ele automaticamente desperta o
interesse do topo.
Ao entrar no poder, um sodomita, como qualquer
representante de um pequeno grupo fechado, promove aqueles que pertencem às
fileiras de seus correligionários. Apoiar a ideologia da sodomia também traz
benéfico para os heterossexuais que estão lutando pelo poder: a demonstração da
solidariedade com Sodoma abre amplas oportunidades de carreira para os
heterossexuais.
A ideologia sodomita (ideologia da tolerância e
da proteção das minorias) tem demonstrado a sua eficácia na gestão da maioria
da população. Funcionários que se assumem publicamente como homossexuais
recebem carta branca para reformas impopulares. Um cidadão comum ou,
especialmente, um político teme abrir a boca para não ser acusado de homofobia.
Nas universidades públicas do Brasil, o assunto “sodomia” é frequentemente
apresentado como sendo algo “na moda”, uma “novidade”, um sinal de
“superioridade intelectual e moral” e frequentemente militantes sodomitas
procuram mostrar “serviço” para seus colegas ideológicos e professores ao
agirem contra outros colegas ou professores “homofóbicos”, atacando a reputação
destes ou mesmo partindo para ataques físicos. Trabalhos que tenham como tema a
“luta contra a homofobia” são frequentemente bem recompensados. No meio
intelectual ocidental, até em livros sobre a Segunda Guerra Mundial autores
encontram uma brecha para falar de homossexualismo e assim obter o apoio do
lobby-gay.
De todas as tendências da tolerância, a sodomia
é a mais prática: uma vez que é impossível causar o mesmo impacto ao
reconhecer-se publicamente como mulher, negro, idoso ou deficiente. Por
exemplo, muitos prefeitos de cidades europeias são gays, eles promovem
abertamente sua orientação. [3][4]
Na Europa, para ser eleito, basta que um sodomita acuse o seu adversário de
homofobia para obter apoio do lobby gay, em particular, o apoio maciço da
mídia. A União Europeia concede asilo político a qualquer pessoa da Rússia que
se declare como “perseguida por ser homossexual”.
Também a ideologia da sodomia abre
oportunidades para a pressão política sobre outros países. De homofobia e de
falta de democracia podem ser culpadas nações e até países inteiros, ela serve
como um pretexto para sanções internacionais ou até mesmo para a guerra. Ao
avaliar a classificação da democracia de um país indicadores homossexualidade
desempenham um papel crucial. Por exemplo, existem os seguintes parâmetros nas
estatísticas globais na seção "Democracia": [5]
Homosexuality laws > Laws against
homosexuality (leis contra a homossexualidade)
Homosexuality laws > Max-Min Penalty (prazo
mín-max de detenção)
Homosexuality laws > Laws against
discrimination (leis contra a discriminação)
Homosexuality laws > Same-sex Unions (Casamento
de pessoas do mesmo sexo)
Homosexuality laws > Adoption (Adoção)
Assim, quanto mais positiva é a relação com os
homossexuais, mais elevado é o nível de democracia e civilização.
Ideologias e religiões jovens geralmente passam
pelo estágio de cruzadas ou jihad. Neste momento, a sodomia está exatamente
nessa fase: os pregadores da sodomia num país não apenas conduzem repressões
internas contra dissidentes (como cristãos), mas recebem automaticamente uma
desculpa para declarar guerra a países com uma religião ou ideologia diferente.
Do ponto de vista da filosofia, a ideologia da
sodomia está indissociavelmente ligada à teoria do individualismo, que dissocia
o indivíduo do coletivo, da sua classe, da sociedade, da nação. Uma das fontes
dos ativistas sodomitas é o autodeclarado pedófilo francês Michel Foucault, em
especial nas universidades, nas quais ele reverenciado quase como um papa em
áreas de humanas.
- A HISTÓRIA DA
SODOMIA
A Bíblia reconhece inequivocamente e incondicionalmente
a sodomia como um grave pecado. O próprio conceito de "sodomia" veio
do nome da cidade "Sodoma". De acordo com o texto da Sagrada
Escritura, os habitantes de Sodoma e Gomorra estavam atolados na sodomia. Deus,
irado, queimou completamente as cidades pecaminosas com fogo e enxofre do céu.
É importante acrescentar que uma intervenção tão violenta de Deus nos assuntos pessoais
dos homens é infrequente na Bíblia. Além disso, no texto da Sagrada Escritura
há repetidamente a condenação do homossexualismo como um grave pecado. Por
exemplo: "Não deitarás com um homem como se fosse mulher: isso é
abominação" (Levíticos 18:22).
O homossexualismo floresceu em antigas
sociedades gregas, por exemplo, Esparta, Tebas e Creta. Em Esparta, um menino era
criado numa escola do exército desde a infância e ingressava no exército
imediatamente após atingir a idade de 18-19 anos. Ele tinha o direito de se
casar apenas depois de se aposentar aos 30 anos. Até então, o contato
homossexual era uma prática aceitável e comum. Durante a noite de núpcias, a
mulher raspava completamente o cabelo e ficava em total escuridão. Existe a
opinião de que a razão para a degeneração de Esparta foi a incapacidade da
população de se reproduzir devido aos costumes sodomitas. No entanto, muitos
historiadores atribuem a degeneração da civilização greco-romana como um todo à
queda da moral, à promiscuidade e à decadência moral.
Em “Da origem da família, da propriedade
privada e do Estado”, o filósofo alemão Friedrich Engels condenou os gregos
pelo vício abominável da sodomia, marcado no “mito de Ganimede”, um amante
sodomita do deus da mitologia grega Zeus, o maior do panteão.
Durante a Idade Média, a sodomia foi inequivocamente condenada pela igreja. Na
Inglaterra, Edward I introduziu a fogueira para sodomitas. Ironicamente, seu
filho Edward II tornou-se talvez o mais famoso monarca-homossexual. Se
considerarmos o Império Bizantino como parte do mundo ocidental, temos nele as
primeiras leis contra a sodomia. O édito de Constantino II, elaborado em 342 e
retificado em 390 pelo imperador Teodósio, condenava os sodomitas à fogueira.
Os visigodos, ancestrais dos portugueses e por conseguinte do povo brasileiro,
condenavam à castração os sodomitas a partir de 650.
Durante o Renascimento, a perseguição aos
sodomitas já não era tão comum. No Reino de Portugal, a sodomia era punida com
a fogueira, considerada “o pior de todos pecados”. De acordo com as famosas Ordenações
Afonsinas, promulgadas pelo rei Dom Pedro I:
“Sobre todos os pecados, bem parece ser o mais torpe, sujo e desonesto o pecado
de Sodoma, e não é achado um outro tão aborrecido ante a Deus e o mundo, pois
por ele não somente é feita ofensa ao Criador da natureza, que é Deus, mais
ainda se pode dizer, que toda a natureza criada, assim celestial como humana, é
grandemente ofendida: somente falando os homens neste pecado, sem outro ato
algum, tão grande é o seu aborrecimento que o ar não o pode sofrer, mas
naturalmente fica corrompido e perde sua natural virtude. Por este pecado
lançou Deus o dilúvio sobre a terra e por este pecado soverteu as cidades de
Sodoma e Gomorra; por este pecado foi destruída a Ordem dos Templários por toda
a Cristandade em um dia. Portanto mandamos que todo homem que tal pecado fizer,
por qualquer guisa que ser possa, seja queimado e feito pelo fogo em pó, por
tal que já nunca de seu e corpo e sepultura possa ser ouvida memória.” (A.A.
Aguiar – Evolução da pederastia e do lesbianismo na Europa. Saparata do Arquivo
da Universidade de Lisboa, vol. XI, 1926, p. 519.) No mundo ocidental, o primeiro Estado a legalizar as relações homossexuais consensuais entre duas pessoas adultas foi a França após a Revolução Francesa de 1789. O novo Código Penal de 1791 não mais criminalizava o homossexualismo consensual.
Na Rússia, o procedimento para punição pela homossexualidade foi introduzido em
1716 pelo Regulamento Militar do tzar Pedro I. O capítulo "Sobre o pecado
de Sodoma, Violência e Fornicação" a lei militar prescrevia "punir
cruelmente" a sodomia e a "profanação de rapazes". Para tais, se
empregada a violência, era prevista a pena de morte ou o "eterno
desterro". 116 anos depois, o homossexualismo foi reconhecido como crime.
A punição era a deportação para a Sibéria por até 5 anos. Nos tempos do Império
Russo a punição foi aliviada, em 1903 o tzar Nikolay II atenuou a pena. A
partir de seu governo, os sodomitas enfrentavam de 3 meses a um ano de cadeia.
Vale salientar que em geral, essa pena era aplicada apenas nos subúrbios do
império, por exemplo, no Báltico. Depois da Revolução de Fevereiro de 1917, uma
revolução burguesa, os cadetes do Governo Provisório elaboraram um projeto para encerrar a persecução
penal do homossexualismo. Com a Revolução Russa de Outubro de 1917, todo o código penal tzarista foi abolido. Nos códigos penais seguintes a menção ao homossexualismo não era feita de forma explícita, apesar de que a Comissão Extraordinária, a "Tcheká" prendia arbitrariamente homossexuais. O caso mais famoso foi o do "Clube de Petrogrado", no qual mais de 90 pederastas vestidos de mulher foram interrogados pela polícia secreta. Foi alvo de discussão no processo entre os professores V. M. Behteryev e V. P. Protopopov se o crime era de "hooliganismo" ou de "mantimento de antros de perversão". A despeito da inexistência formal de uma lei que combatesse a pederastia, ocorrênciais formais de prisões de pederastas existiam nos autos vermelhos. Nos anos 20, com a a incorporação das repúblicas da Ásia Central à União Soviética, o novo direito socialista, através de um novo Código Penal introduzido em 1926 proibiu categoricamente uma tradição secular praticada até hoje em países da região como o Afeganistão, o "Bacha-bazi", isto é, o ato sexual ritualístico com crianças do sexo masculino e a prostituição institucionalizada de homens. Sua prática era punível com pelo menos 3 de anos de prisão.
Nos anos 30, Stalin criou uma lei que punia o
homossexualismo, as razões eram várias, sua oposição à moral socialista, a
formação de “lobbies” e grupos de influência. No informe de Genrih Yagoda
primeiro vice-presidente da OGPU SSSR ao secretário-geral do Comitê Central do
Partido Comunista (Bolchevique) Pansoviético Ióssif Stalin, foram descobertos
eventos promovidos por alguns grupos em Moscou e Leningrado relacionados à
"criação de redes de salões, centros de difusão, antros, grupos e outras
organizações formadas de pederastas com o objetivo principal de converter essas
redes em células embrionárias de espionagem..." A resposta de Stalin foi
bastante severa e categórica: "É preciso punir esses canalhas de forma
exemplar, e introduzir na legislação uma diretriz correspondente". Em 17
de dezembro de 1933, a pederastia passou a ser crime na União Soviética, não só
na República Socialista Federativa Soviética Russa, como também nos códigos
penais das demais repúblicas soviéticas. É importante lembrar que, ao contrário do que afirmam blogs e outras fontes no Ocidente, não foi Stalin que "apertou o botão da perseguição a sodomitas", antes da criação da citada lei, pederastas já eram punidos sob outras acusações, por exemplo, de "contrarrevolução" (tipo penal máximo da URSS, que podia incorrer na medida suprema de defesa social, o fuzilamento), nessa mesma categoria entrava o antissemitismo e outras formas de racismo.
De acordo com a Grande Enciclopédia Soviética,
do Estado fundado por Lenin:
"a origem do homossexualismo está ligada
às circunstâncias sociais quotidianas, para a grande maioria das pessoas que se
dedicam ao homossexualismo, tais perversões se interrompem tão logo que a
pessoa se encontre em um ambiente social favorável(…) Na sociedade soviética,
com os seus costumes sadios, o homossexualismo é visto como uma perversão
sexual e é considerado vergonhoso e criminal. A legislação penal soviética
considera o homossexualismo punível, com a exceção daqueles casos nos quais o
mesmo seja manifestação de uma profunda desordem psíquica."
Para o Guia Soviético de Educação Sexual
(1964):
"Com todos os truques à sua disposição, os
homossexuais buscam e conquistam a confiança dos jovens. Eles então partem para
a ação. Em nenhuma circunstância permita que eles te toquem. Essas pessoas
devem ser imediatamente denunciadas aos órgãos administrativos para que elas
possam ser removidas da sociedade"
No Brasil, durante o período do regime militar
de 1964-1985 o homossexualismo não apenas foi tolerado, como também estimulado
em filmes de pornografia, as chamadas “pornochanchadas”. Há que recordar que o
famoso “Grupo Gay da Bahia”, do professor Luiz Mott, surgiu não durante o
governo do PT ou do PSDB, mas ainda em princípios dos anos 80 nos anos da
ditadura oligárquico-militar. A própria biografia do citado professor revela
que foi em 1979 que este resolveu assumir-se como homossexual. Nesses tempos a
produção cinematográfica revelou a degeneração moral e intelectual do Brasil
educado sob o regime militar, filmes como “Um pistoleiro chamado Papaco”
apresentam como herói um pederasta ativo, que não apenas mata seus oponentes,
como em certas ocasiões chega a estupra-los. Da pornochanchada, a
cinematografia brasileira passou a apresentar filmes com conversas
homossexuais, sempre apresentando-os de forma positiva, seja em filmes como “Os
normais”, no qual um casal busca intensivamente a chance de praticar sexo
grupal (com a mulher com outra mulher) seja em filmes sobre a ditadura nos
quais os vilões são sempre mostrados como anticomunistas, torturadores e
homofóbicos. Mesmo filmes que envolvem a Polícia Federal (Assalto ao Banco
Central) trazem personagens homossexuais, sempre mostrados como disciplinados,
heróis e exemplares.
Vários atores e atrizes de filmes
“pornochanchada” foram depois chamados para novelas regulares da Rede Globo de
Televisão, que no Brasil possui enorme responsabilidade pela difusão da
ideologia da sodomia por sua difusão através de novelas (em especial a das
21:00 horas), filmes, programas de humor, seriados, noticiários e mesmo pelos
seus jornalistas, que agem como arautos da causa homossexual. Durante a Copa do
Mundo de 2018 de futebol da FIFA na Rússia, jornalistas da Globo abertamente
tomaram partido de grupos militantes da ideologia da sodomia.
Na cinematografia ocidental, é recorrente em
filmes e seriados o tema “homossexualismo”, mesmo seriados considerados “viris”
como Vikings, do The History Channel, a esposa do personagem principal, Ragnar,
se envolve em um relacionamento lésbico, após se desiludir com os homens de sua
tribo viking (clichê mais do que recorrente, “os homens não prestam, por isso
prove uma mulher”). No seriado juvenil “Glee”, após perturbar intensivamente um
jovem estudioso, o personagem hooligan
acaba assumindo, no final, que na realidade era apaixonado por ele. Quase
sempre, personagens homossexuais surgem na terceira temporada de um seriado
famoso, pois geralmente os seriados começam a perder audiência na terceira
temporada, assim, o homossexualismo vem em socorro da fama de um determinado
seriado.
No plano internacional, no presente momento, os historiadores ocidentais
escrevem suas obras através do prisma da ideologia sodomita. A muitas
personalidades históricas são atribuídas a inclinações homossexuais, e esses ou
outros eventos são interpretados sempre em favor da comunidade gay. Portanto,
ao estudar a história da sodomia, deve-se levar em conta o preconceito dos
autores, constrangidos pela ideologia da tolerância. No mundo ocidental,
praticamente nenhum autor ganha espaço na grande mídia se não abordar em suas
obras de forma positiva o tema homossexualismo.
- MITOS JORNALÍSTICOS
DA IDEOLOGIA DA SODOMIA
Com o objetivo de motivar a criação de agendas
políticas, promover o lobby gay e mesmo justificar a intervenção militar em
Estados soberanos, a grande mídia frequentemente apresenta notícias falsas ou
de teor discutível com o fim de mobilizar a opinião pública a favor dos
homossexuais e por sua vez contra aqueles que discordam de sua política.
“Ativistas LGBT presos
na Síria”
Um dos fundamentos para a agressão dos Estados
Unidos contra a Síria foi a “homofobia do Estado sírio”. De acordo com o
Departamento de Estado dos Estados Unidos (USDOS), em 2009 a Síria adotou uma
lei que criminaliza o homossexualismo. O parlamento alemão, o Bundestag, também
atacou a “homofobia síria”, e passou a aprovar não apenas sanções contra a
Síria como também apoio a grupos rebeldes que mais tarde chocariam o mundo com
os seus atos de atrocidades terroristas. O apogeu dessa histeria foi a suposta
prisão de ativistas homossexuais sírios, que estariam sendo torturados nas
prisões daquele país. A versão de que a Síria “persegue ativistas LGBT” foi
comprada pela mídia de massa e amplamente divulgada em redes sociais como o
Twitter e Facebook. Após uma investigação jornalística, um ano depois foi constatado
que os tais “ativistas LGBT perseguidos na Síria” não existiam no mundo real.
“Gays atacados com
lâmpadas fluorescentes”
Uma das reportagens mais impactantes sobre
supostos ataques por razão de orientação sexual foi produzida pela Rede Globo e
veiculada no Fantástico, programa de grande audiência responsável por matérias
jornalística e reportagens no Brasil e fora dele, ela diz respeito a supostos
“ataques a homossexuais na Avenida Paulista”, na cidade de São Paulo,
exatamente a mesma avenida na qual se dá a “Grande Parada Gay” do Brasil,
considerada a maior da América Latina e segundo ativistas homossexuais
brasileiros, “a maior do mundo”.
A reportagem trata de uma quadrilha de menores
infratores que supostamente ataca pessoas em razão de sua sexualidade. A
reportagem dramatiza bastante, até entrevistar um homossexual supostamente
agredido no local. O principal jovem entrevistado, estudante de jornalismo,
contradiz a notícia, afirmando não ser homossexual, ao passo que seus dois
“amigos” (que sequer tentaram defende-lo das agressões) eram homossexuais. Ou
seja, rapidamente, deduz-se daí que a notícia tem caráter manipulador, já que
um heterossexual foi agredido e dois supostos homossexuais não. A matéria, em
nenhum momento, consegue estabelecer ligações concretas dos ataques com
motivações anti-homossexual, sua única evidência é uma postagem de um dos
garotos na antiga rede social Orkut: “Um soco vale mais do que mil palavras”.
Em que pese a tragédia pessoal da vítima
entrevistada, sabe-se que o Brasil é um país muito violento, as estatísticas
demonstram que muito mais heterossexuais são assassinados diariamente do que
homossexuais, isso sem contar os atos de agressão física e outros delitos como
furtos, roubos, dentre outros. A violência no Brasil é um problema alarmante,
seríssimo, sendo o Brasil um dos países mais violentos do mundo. Sendo um país
violento, não impressiona que homossexuais também sejam vítimas de violência,
em muitos casos, inclusive, crimes passionais, de ex-parceiros abandonados.
O incidente dos “ataques de lâmpadas
fluorescentes” na Avenida Paulista, que não está relacionado com “homofobia”, é
usado frequentemente por militantes da sodomia, inclusive do meio jurídico,
para promover sua agenda política. Ele também mostra o poder de manipulação da
opinião pública pela Rede Globo de televisão.
"Campos de
concentração para gays na Chechênia"
Na primavera de 2017, o jornal liberal
"Novaya Gazeta" publicou um artigo, do qual pode-se inferir a ideia
de que que as autoridades da República da Chechênia (Rússia) praticam detenções
ilegais, tortura e até mesmo homicídio de homossexuais. A notícia foi esperada ansiosamente
por ativistas gays da Rússia e do Ocidente, que começaram a fazer barulho sobre
mais uma "violação dos direitos dos gays" e, segundo eles, foi
organizada uma “exportação” de gays da Chechênia para o Ocidente. Essa notícia
saiu nos principais meios de mídia brasileiros, incluindo a Rede Globo e seu
jornal eletrônico G1, a UOL, dentre outras. Ela foi alardeada em praticamente
todas as salas de aula de escolas públicas e mesmo privadas, para educar as
crianças sobre a ideia de que “em algum lugar do mundo ainda há campos de
concentração, mas que em vez de judeus, eles concentram gays”.
Durante uma investigação, descobriu-se que
alguns dos "fuzilados" morreram por razões completamente diferentes
(incluindo os mortos em combates), e alguns até estão vivos. A liderança da
Chechênia tem enfatizado repetidas vezes que não pode haver perseguição a gays
na Chechênia (na opinião deles), pois lá não há (de acordo com eles) homens
gays, isso é incompatível com a cultura e as tradições do povo checheno. Assim,
quem seriam as pessoas levadas para o Ocidente e se elas realmente existem jamais
esteve claro.
Desde o aparecimento da notícia dos supostos
“campos de concentração para gays” (segundo a mídia corrente há centenas deles
presos), jamais foi apresentada qualquer evidência dos supostos “campos de
concentração” ou mesmo sobrenomes de supostos detentos. Durante a abertura dos
jogos da Copa do Mundo de Futebol da FIFA em 2018 na Rússia, um ativista
sodomita britânico levou uma bandeira colorida questionando sobre os tais “gays
chechenos”, na Praça Manyejnaya, junto ao Kremlin. O ativista britânico foi
detido pela polícia russa.
A lei
"anti-gay"
Em junho de 2013, a Rússia adotou uma lei
proibindo a promoção do homossexualismo para menores. Desde então, a Rússia tem
estado sob enorme pressão dos países que professam a sodomia para conseguir a
revogação desta lei.
Deve-se notar que em alguns países do Ocidente
essas leis também existem. Assim, por exemplo, a propaganda da sodomia é
proibida em 8 estados dos EUA, no Kansas a lei sobre a proibição da propaganda
do homossexualismo foi adotada não nos anos "obscuros" homofóbicos,
mas em fevereiro de 2014.
Além disso, as leis que proíbem a doação de
sangue para os HSH (homens que fazem sexo homens, segundo a nomenclatura
politicamente correta) existem mesmo em países considerados tolerantes
(Holanda, Irlanda, Nova Zelândia). Vale ressaltar que na Rússia tal lei foi
abolida em 2008.
Apesar disso, muitos sodomitas fingem que são
proibidos de pregar sua ideologia a menores somente na Rússia, às vezes, eles ignoram
o fato óbvio de que em muitos países amigos do Ocidente, por exemplo a Arábia
Saudita, homossexuais são aprisionados ou mesmo executados por sodomia. De
acordo com o tabloide britânico The Sun, em países como os Emirados Árabes
Unidos, a lei prevê pena de prisão de até 10 anos para homossexuais. Apesar
disso, o anúncio dos EAU como sede da próxima Copa do Mundo não gerou
praticamente nenhum escândalo midiático por parte da grande mídia ou da
“comunidade LGBT”.
Mapa indica como os mais azuis os países mais tolerantes ao homossexualismo, os mais próximos de vermelho são so mais intolerantes, as mais próximas do amarelo indicam países neutros
Para um maior efeito de propaganda no Ocidente,
são escritos artigos e até feitos vídeos nos quais alega-se que na Rússia os
homossexuais são espancados e multados simplesmente por serem homossexuais.
Alguns vídeos trazem cenas bastante violentas e humilhantes, pertencentes ao
grupo “Occupy pedophilia” (paródia de “Occupy Wall Street”), liderado pelo
neonazista russo de origem judaico-cigana Martsim Martsinkevich, nascido em
Belarus. Preso por crime de ódio contra imigrantes na década de 2000,
Martsinkevich criou um grupo destinado à caça a pedófilos. O grupo
frequentemente usava menores como “isca” e ia até o local de encontro do pedófilo,
humilhando-o e filmando tais atos. Esses vídeos geraram uma febre e grupos
espelhados no de Martsinkevitch passaram a atacar homossexuais pedófilos. Após
o escândalo, vários autores desses canais foram perseguidos e presos, contra a
fundadora de um desses canais foi decretado um mandato de busca e apreensão,
que não foi cumprido por que essa fugiu para a Ucrânia, integrando-se à
organização extremista Praviy Sektor e passou a atacar a Rússia como país “que
beneficia homossexuais”.
- PROPAGANDA DA SODOMIA
Atualmente, a principal fonte de disseminação
da sodomia é a mídia de massa. O estilo de vida de Sodoma é apresentado como um
objeto de orgulho e um exemplo a ser seguido. Governos inadequados estão
sujeitos à pressão política para enraizar a sodomia na legislação local.
Desfiles gays fortalecem a vitória da ideologia de Sodoma. Vale ressaltar que
muitos gays e lésbicas são céticos em relação ao orgulho gay, acreditando que
perderam a função anterior de uma campanha de direitos humanos, transformando-se
num mero carnaval [7]
Ao mesmo tempo, não basta apenas permanecer em
silêncio no Ocidente, as figuras públicas são obrigadas a apoiar em voz alta os
ideais da sodomia, caso contrário, podem ser perseguidos. Como disse o filósofo
Slavoj Zizek, a diferença entre autoritarismo e totalitarismo é a seguinte: o
regime autoritário lhe priva o direito de falar, o totalitário vai um passo
além, priva você do direito de permanecer em silêncio.
Na propaganda da sodomia, o Ocidente não se
limita ao território de seus países. Assim, por exemplo, o vice-presidente
Joseph Biden afirmou inequivocamente que os países que não ampliam os direitos
dos representantes da comunidade LGBT devem ser responsabilizados por sua
"desumanidade". [8]
Propaganda da sodomia
no Ocidente
Nos cartazes publicitários americanos, os
heterossexuais são exibidos como uma minoria chata e atrasada. No Brasil,
pessoas com uma visão tradicional de família são descritas como “caretas”,
“retrógradas” e até mesmo como “preconceituosas e racistas”.
Cartaz de propaganda homossexual norte-americano: o casal heterossexual é mostrado como retrógrado, "fora de moda", careta, enquanto as lésbicas são apresentadas como mulheres formosas, ardentes
Os sodomitas no Ocidente lutam há muito tempo
não por seus direitos, mas pelo direito de punir os “hereges” que não
compartilham os seus valores sodomitas. Os homossexuais se tornaram uma classe
privilegiada. Eles penetraram nos círculos dominantes e sistematicamente
reformulam as leis locais para suas próprias necessidades.
A procissão vitoriosa da homossexualidade
estava de acordo com a Teoria de Overton sobre a "janela de
oportunidade". No início o assunto começou a ser discutido, depois foi
transferido do radical para o tópico possível. Eles criaram nomes tolerantes
para os sodomitas e intolerantes para pessoas comuns, políticos comprometidos e
figuras do show business para o
público. Nos anos 80, praticamente todas as estrelas da música falavam
abertamente sobre sua bissexualidade, desta ceara vem nomes como Madonna, David
Bowe, Mick Jagger, Cazuza e outros. Centenas, senão milhares, de revistas sobre
bandas de rock tornaram-se a “Bíblia” de milhões de jovens no Brasil. Bandas
decadentes e satanistas eram sempre apresentadas como algo “jovem”, “moderno”,
capaz de responder à sua ansiedade, depressão ou mesmo alimento espiritual, uma
forma de chegar ao transe, ao nirvana, inclusive com meios utilizados há muito
templo pelos pagãs, as drogas alucinógenas. O florescimento da “cultura gay” invariavelmente
caminhou lado a lado com a explosão das drogas psicotrópicas.
Como resultado, os sodomitas receberam não
apenas status legal, mas também poder significativo, em especial após a queda
da União Soviética. Como afirma o jornalista marxista-leninista e cristão
Konstantin Syomin, logo após a queda da URSS, os países ocidentais rapidamente
se esforçaram para promover em escala internacional a ideologia da sodomia,
como base ideológica da sociedade pós-moderna capitalista, a ideologia do
sistema[9].
Incentivos aos
sodomitas
Os homossexuais do Ocidente recebem benefícios
significativos. Por exemplo, o Pentágono recentemente expandiu a lista de
benefícios para os sodomitas militares. [10]
Na Alemanha, como resultado da revisão da questão da concessão de benefícios a
"cônjuges" sodomitas, a decisão do tribunal constitucional alemão de
6.06.2013 concedeu benefícios fiscais semelhantes aos que têm famílias normais.
Neste caso, a decisão foi tomada retroativamente e está em vigor desde 1º de
agosto de 2001. Como resultado, 34 mil chamadas "parcerias homossexuais
registradas" tiveram direito a um reembolso de impostos em média de 1300
euros por ano, incluindo o período que passou desde 2001. [11][12]
O Credit Suisse, notório na Rússia pelo seu
impreciso Global Wealth Report, lançou uma classificação especial de sodomitas
amigáveis em 2013. Assim, os "blue chips" têm um interesse direto em
todos os sentidos para apoiar a sodomia na equipe: isso afeta positivamente o
valor de suas ações. [13]
Sodomita assumido, o travesti "Dona Hermínia" tornou-se o garoto propaganda do Banco do Brasil SA
A maioria das grandes empresas do
Ocidente prescreve em suas regras internas uma atitude particularmente
cuidadosa em relação aos homossexuais. Além disso, evita-se demitir os sodomitas no
Ocidente, pois isso pode
custar milhões de dólares. Assim, em 2010, os dez litígios mais
importantes sobre a demissão de gays custaram às empresas US$ 346 milhões. [14]
No momento, muitos países do mundo
já legalizaram o casamento entre pessoas do mesmo sexo. A lista desses países
inclui: Argentina, Bélgica, Brasil, Grã-Bretanha, Dinamarca, Islândia, Espanha,
Canadá, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Portugal, Uruguai, França, Suécia,
África do Sul. Vale ressaltar que os casamentos entre pessoas do mesmo sexo não
são registrados em toda a Austrália [15], mas apenas em
alguns estados.
O principal redator de uma publicação sodomita
virtual na Rússia, Eduard Mishin, recebeu várias ordens e condecorações de
organizações de propaganda da sodomia no Ocidente.
Em alguns países da União Europeia são
concedidos vistos de asilo político para sodomitas que aleguem perseguição na
Rússia.
Destruição da família tradicional
Em alguns países, projetos de lei que excluem os termos
"pai" e "mãe" dos documentos oficiais já estão sendo discutidos. Nos passaportes
dos cidadãos dos Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, os termos neutros“genitor 1” e “genitor 2” aparecerão
em breve. [15][16]
Nas escolas da Lituânia, a partir
de 2013, as palavras "mãe e pai" também começaram a ser abandonadas.
Em vez destes conceitos "ultrapassados", foram introduzidos os termos "genitor I" e "genitor II". [17]
Em setembro de 2013, o parlamento italiano
jurou publicamente a lealdade aos ideais da sodomia. [18] Os parlamentares
abraçaram-se e beijaram-se intensamente, bem no prédio do parlamento e em
frente às câmeras de televisão. Pouco antes dessa orgia ritual em grande escala, o
ex-governante da Itália Silvio Berlusconi, conhecido em particular por sua
heterossexualidade notável, foi denunciado.
Propaganda do
homossexualismo
O símbolo da vitória da ideologia de Sodoma são
os desfiles gays e procissões similares, que na maioria tomam a forma de uma
procissão, de um carnaval, sem quaisquer slogans políticos sobre a observância
dos direitos dos gays. Tal desfile radicalmente difere de qualquer manifestação
de direitos humanos, pois não persegue qualquer objetivo (exceto o de propaganda
da sodomia). O desfile gay no Ocidente não parece com uma aglomeração de
pessoas ofendidas e oprimidas, ele é uma demonstração de força.
A homopropaganda descreve os gays como vítimas
fracas e indefesas que supostamente não são capazes de agressão sexual,
especialmente em relação às pessoas heterossexuais. No entanto, este não é o
caso. Por exemplo, as autoridades de San Diego forçam os bombeiros a participar
da parada gay. Os bombeiros recusam, porque estão sujeitos a assédio sexual e
insultos. Uma unidade de bombeiros processou as autoridades da cidade e o outro
recusou-se a participar do bacanal. [19]
Mas, por anunciar valores tradicionais, você
pode ser multado. Isso aconteceu a dezenas de milhares de parisienses que, em
protesto, vestiram roupas com a imagem de uma família normal (símbolo de
apoiadores de casamentos tradicionais) depois que o Senado francês aprovou uma
lei que oficialmente permite famílias do mesmo sexo e lhes dá o direito de
adotar crianças. [20]
Depois que o presidente François Hollande assinou esta lei, vestir uma camiseta
com o símbolo do movimento dos opositores da lei "Casamento para
Todos", perto do Palácio do Eliseu, causou a detenção de quem as usava e
de várias pessoas ao seu redor. [21]
Konchita Wurst, o
“pai” de Pablo Vittar
No Brasil é conhecido por muitos o nome do
sodomita Pablo Vittar. Alguns até imaginam que se trata de um projeto original,
“genuinamente brasileiro”, porém, ele é apenas uma versão tosca pré-fabricada
pela grande mídia do sodomita austríaco de origem turca “Kochita Wurst”,
lançado durante o concurso musical europeu “Eurovisão”.
O travesti austríaco Conchita Wurst transformou-se em um símbolo da União Europeia no concurso musical televisivo Eurovisão
O sinal mais poderoso para toda a comunidade
mundial de pervertidos sexuais foi a vitória na Eurovisão do travesti austríaco
Thomas Neuwirth, mais conhecido sob o pseudônimo de Conchita Wurst. [22]
Ao contrário de outros artistas que no palco se apresentam como mulheres, a orientação sexual de Thomas Neuwirth é o
homossexualismo, além do mais, ele assumiu isso antes de participar de concursos
de música e ganhar fama e nome.
Thomas atuou na Eurovisão como uma mulher barbada.
Ao contrário de muitos humoristas que se apresentam vestidos de mulher, sua
imagem não era cômica, mas erótica.
A sua vitória na Eurovisão foi determinada pela
votação dos países, então pode-se argumentar que a imagem homossexual de Thomas
foi escolhida pela Europa como o principal ponto de referência cultural para o
futuro próximo.
Numa entrevista com a cantora russa Polina
Gagarina, um jornalista turco perguntou por que ela não cantava sobre
relacionamentos homossexuais, a russa afirmou que suas canções são sobre amor
para todos, mesmo assim foi tida por “homofóbica” em várias manchetes.
Perseguição a
heterossexuais no Ocidente
Slavoj Zizek determinou com precisão a
diferença entre os dois tipos de ditadura: "O regime autoritário priva
você do direito de falar, o totalitário dá um passo além, ele priva você do
direito de permanecer em silêncio".
No Ocidente, simplesmente não se pode calar-se.
As pessoas que não querem ter nada a ver com a sodomia são vítimas de assédio:
muitas vezes perdem o emprego, às vezes até recebem casos criminais. O próprio
filósofo Stanislav Zizek foi acusado em mais de uma oportunidade de “homofobia”
por se recusar a apoiar a causa dos pervertidos sexuais. O ator brasileiro
Bruno Gagliasso, famoso ativista pró-gay, foi acusado de “homofobia” por causa
de piadas feitas no Twitter com a figura do Papai Noel, isso levou uma empresa
a romper o contrato com ele.
Apesar de ser um ativista da ideologia da Sodomia, que já chegou a interpretar um sodomita, nada impediu o assédio moral de ativistas da sodomia ao ator global Bruno Gagliasso, que devido a "raides gays" perdeu seu contrato com o Banco Itaú
Geralmente convém afirmar que, no Ocidente, a
sodomia é inequivocamente aceita e apoiada pela sociedade. Na verdade, isso não
é verdade. As manifestações contra a implantação da sodomia às vezes reúnem até
um milhão de participantes, [23]
em muitos desses protestos, os manifestantes ocidentais pedem aos seus governos
que adotem a Rússia como exemplo de política em relação aos sodomitas. [24]
Estudo da sodomia à
força para crianças
Na Alemanha, a sodomia é ensinada nas escolas,
e as crianças da escola não podem sequer recusar-se a frequentar tais lições. Caso
os pais impeçam os alunos a irem a tais aulas, eles são multados e, se não
tirarem as conclusões certas e persistirem na heresia da homofobia, são presos.
[68]
Em 2013, mais de 90.000 residentes do estado
alemão de Baden-Württemberg assinaram uma petição contra um estudo detalhado da
homossexualidade nas escolas. As autoridades locais não consideraram a petição.
Em vez disso, um processo penal foi iniciado contra o iniciador da petição. [25][26][27]
Participação forçada
em ritos homossexuais
Nos Estados Unidos, a recusa de fazer um bolo
para o "casamento" de sodomitas resultou num processo contra um confeiteiro.
Jack Phillips, proprietário de uma padaria no Colorado, adepto dos valores
tradicionais, disse que não tem nada contra o homossexualismo, e que ele estava
disposto a fazer bolos para qualquer pederasta, mas participar da preparação do
"casamento pederasta" não é algo permitido por suas crenças. O
tribunal decidiu que Phillips havia violado a lei e exigiu que se "reconciliasse"
com os sodomitas. [29]
Outro exemplo nos EUA. Em Oregon, na cidade de Grimshaw, um jovem casal
Christian Aaron e Melissa Klein, proprietários de uma confeitaria Sweet Cakes
by Melissa, se recusou a fazer um bolo de casamento para um casal de lésbicas, uma
vez que Klein acredita que o casamento LGBT é um grave pecado contra Deus e aqueles
que participam do casamento LGBT serão esquecidos por Deus. Como resultado,
este par de lésbicas macabro processou os jovens confeiteiros, e como resultado
do tribunal, Aaron e Melissa Klein foram forçados a pagar 35 000 dólares em
multas por discriminação por trazer a este par de pervertidos um trauma. Como
resultado, Klein perdeu negócios. Aaron foi trabalhar para um serviço de
limpeza urbana, como gari, e sua esposa ficou sem trabalho. Eles e seus filhos foram
ameaçados com a falta de moradia, porque eles têm que pagar a maior multa
pecuniária aplicada a eles pelo tribunal, que eles não têm como pagar.
Raides-gays
Qualquer acontecimento que os sodomitas
considerem “abusivos” para si próprios ou violem os seus “direitos” podem se
tornar alvo de um ataque de homossexuais (“gay-raids”), no qual durante o
evento os participantes do evento são agredidos, ameaçados e insultados,
inclusive com a propaganda massiva do homossexualismo.
No Brasil, o discurso de um militante
anti-imperialista do Irã, um mulá, foi abafado por milhares de homossexuais que
disseminavam frases e atitudes de ódio contra o Irã.
Na rede social Facebook e em serviços de
mensagem como o Whatsapp, frequentemente hordas de homossexuais se organizam em
grupos compostos por centenas de pessoas (em certos casos bots de “centros de
telemarketing”) para denunciar em massa toda e qualquer página identificada
como “homofóbica”, ou todo e qualquer perfil que fale contra a propaganda do
homossexualismo.
A página do Facebook da Embaixada Russa é
constantemente bombardeada de mensagens escritas por sodomitas condenando a
Rússia. Qualquer comentário na rede social Facebook com a presença de
comentários e opiniões negativas sobre o homossexualismo frequentemente é
marcada por raides-gays, nas quais um pregador da sodomia marca pelo menos 3
outros pregadores, de modo a tentar “ganhar no grito” e desmoralizar o
adversário, criando uma impressão de hegemonia e assim influenciando as demais
opiniões. Muitos grupos denominados "Antifascistas" (a despeito de não existirem mais países que adotam o fascismo) ameaçam, perseguem e mesmo atacam fisicamente aqueles que eles alegam serem "fascistas", isto é, pessoas que se recusam a aceitar a ideologia da sodomia.
Propaganda da sodomia
em Belarus
Na República de Belarus o poder oficialmente
condena a sodomia. Assim, em 2012, ainda antes da Rússia, o presidente
bielorrusso Aleksandr Lukashenko pronunciou: “é melhor ser ditador do que ser
veado” (lutsche byt diktatorom chem golubym). [30]
No entanto, em outubro de 2013, Belarus foi
ameaçada pelos sodomitas: se a televisão bielorrussa não exibir o vídeo
inteiramente com o travesti barbudo austríaco, a Bielorrússia ficará privada do
direito de participar na Eurovisão durante vários anos. [31]
Propaganda da sodomia
na Geórgia
Embora o povo georgiano tenha aceito com
alegria o presidente indicado pelos americanos, Mihail Saakashvili, os
americanos ainda não conseguiram forçar a Geórgia a substituir a ortodoxia pelo
homossexualismo.
Todas as tentativas de realizar uma marcha
homossexual na Geórgia (a chamada "parada gay") foram imediatamente
interrompidas por cidadãos indignados, enquanto emissários alemães da sodomia
foram espancados e atirados em um rio na Geórgia. [32]
Uma menção especial merece uma carta aberta ao
conselheiro da UE da intelligentsia
georgiana, que foi publicada em 2013. [33] A carta afirmava que,
apesar da tolerância georgiana e da hospitalidade georgiana, o povo georgiano
não pretende se curvar diante dos sodomitas.
Numa “pegadinha” feita em Tblisi pelo coletivo
Rakamakafoo, capital georgiana, um ator que pretende “cantar” homens georgianos
em pleno centro da cidade, é atacado em mais de uma oportunidade até a produção
ajuda-lo. Numa tentativa, um homem ameaça o suposto homossexual com uma faca
que ele carrega em sua jaqueta. É assim que no país de Stalin os homens respondem
às provocações de pederastas ousados. [34]
Propaganda da sodomia
no Azerbaijão
Durante a época soviética, a República
Socialista Soviética do Azerbaijão, de cultura muçulmana, antes mesmo da Rússia,
punia legalmente a sodomia, era a única república cujo Código Penal punia a prática mesmo
que essa fosse praticada por um homem com uma mulher (o que evidentemente dependia da denúncia desta).
Num experimento social, um ator apanhou sempre
que tentou aliciar homens, alegando que “procurava um namorado” em Baku. O ator, que
depois revelou que era armação, elogiou o povo azeri por tal reação. O vídeo
recebeu um grande número de positivações.[35]
Propaganda da sodomia
na mídia e na internet
Muitas organizações de TI influentes são
controladas por sodomitas ou simpatizantes. Por exemplo, o líder dos sodomitas [36] Tim Cook é agora gestor da
poderosa Apple Inc. e o chefe da rede social Facebook, Mark Zuckerberg, não só
não esconde a sua simpatia pelos sodomitas, como também também leva a marchas
sodomitas de São Francisco um comboio de funcionários da empresa.
Homossexuais não hesitam em usar abertamente a sua
posição oficial para manipular a opinião pública.
Stuart Gibson, um sodomita, usou-se do serviço Twitlonger,
em janeiro de 2014, para oficialmente proibir o ator russo Ivan Ohlobystin por
suas declarações homofóbicas. [37]
No Facebook é mais do que conhecido que
ativistas da sodomia usam fakes para influenciar resultados e opiniões sobre o
assunto. Muitos dedicam-se ao monitoramento de centenas, senão milhares de
páginas com posições contrárias à ideologia de gênero, ainda que esse não seja
o seu foco, difamam e caluniam usuários e até monitoram seus dados pessoais na
rede social Linkedin para, por meio de denúncias, levar à demissão de
funcionários não alinhados à ideologia de Sodoma.
Um canal pró-Rússia do Youtube, “Russificando”, foi retirado do ar quase que
logo após a postagem de um vídeo com a posição de seu fundador contrárias à
onda de ódio dos sodomitas militantes contra a Rússia. Embora o canal possuísse
mais de 200 vídeos sobre a Rússia filmados em diferentes cidades, com quase 5
mil inscritos, ele foi definitivamente eliminado. [38]
No fórum do videojogo online mundialmente
famoso “World of Warcraft”, grupos LGBT questionaram a Blizzard Entertainment,
que produz o jogo, sobre a ausência de “personagens LGBT”. De acordo com a
empresa, quando se trata de personagens “isso poderia ser verificado num futuro
próximo”. Diversos fóruns e até páginas foram dedicados a supostos personagens
“gays” na trama de World of Warcraft com o fim de promover a ideologia de
gênero e a sodomia. [39]
Nem mesmo videojogos ficam de fora do alvo dos
militantes pederastas.De acordo com o canal de avaliação de conteúdo
midiático da Rússia “Nautchi horoshemu”, que atua com base nos valores da
família tradicional (isto é, homem e mulher), pelo menos três jogos
mundialmente famosos promovem o homossexualismo em seu conteúdo, Dragon Age,
The Sims e Mass Effect. [40][41] As companhias
BioWare e Eletronic Arts (EA) foram reconhecidas como os melhores locais de
trabalho para pervertidos sexuais. Seu quadro de funcionários não apenas tem um
grande número de funcionários gays, como também participa oficialmente das
paradas do “orgulho gay”, o que gerou protestos por parte de grande parte de
seus clientes em fóruns de seus produtos.
A propaganda da
sodomia leva a um aumento de sua prática
Estudos sociológicos modernos mostram
claramente que a propaganda de sodomia não se dedica apenas a "proteger os
direitos das pessoas LGBT", mas também à propagação da sodomia na
comunidade e ao envolvimento nela daqueles que outrora não participariam dela.
Ela ainda leva à dúvida sobre a sexualidade da pessoa.
Em 2015, o centro de pesquisa britânico YouGov
realizou uma pesquisa sobre a identidade sexual dos residentes britânicos. 89%
dos britânicos disse que eles são heterossexuais, 6% se declararam
homossexuais, 2% - bissexual, 1% - outra coisa, 3% - não respondeu. No entanto,
quando os sociólogos sugeriram ao entrevistado dar uma avaliação absoluta e
relativa em uma escala de 0 (heterossexual absoluto) a 6 (homossexualidade
absoluto), descobriu-se que como "totalmente heterossexuais" já não
havia mais 89, mas 72% dos britânicos, como totalmente homossexuais 4%, e até
19% acreditam que são "algo intermediário". E se 88% dos “totalmente
heterossexuais” tinham em média mais de 60 anos, somente 46% dos entrevistados
na faixa de 18-24 considerava-se “totalmente heterossexual”. Assim, sob a
influência de prevalecente nos últimos 20-30 anos, uma cultura de tolerância e de
cultura parcialmente gay dos jovens britânicos permitiram experimentos
homossexuais e dúvidas sobre a própria identidade sexual. O aparecimento de uma
diferença de 17% entre os idosos e a geração mais jovem não pode ser explicado
claramente por qualquer outra coisa que não seja a propaganda gay. [43][44].
Ao mesmo tempo, outros estudos mostram que o número de homossexuais absolutos
não está crescendo, aumenta apenas o número de pessoas dispostas a copular com
ambos os sexos. [45]
- MÉTODOS DE PROPAGANDA HOMOSSEXUAL
Os sodomitas conduzem ativamente atividades
"educativas" tanto na Internet quanto fora dela. Eles desenvolveram
todo um arsenal de técnicas destinadas a garantir-lhes a vitória na guerra da informação.
Guerra linguística
No Brasil, uma das batalhas indiscutivelmente
vencidas pelos militantes da sodomia foi a batalha linguística. Até os anos 90
o termo “gay” jamais aparecia em nenhum escrito ou referência artístico
cultural. Antes disso empregava-se os termos “sodomita”, “pederasta”. O Código
Penal Militar do Exército Brasileiro descreve o “crime de pederastia”, se
praticado dentro de organização ou estabelecimento militar.
De acordo com o artigo 235 do Código Penal
Militar, é crime, com pena de detenção de seis meses a um ano, "praticar,
ou permitir o militar que com ele se pratique ato libidinoso, homossexual ou
não, em lugar sujeito a administração militar".
Ensinou o Professor Hélio Gomes(Medicina Legal,
18ª edição, pág. 454) que o homossexualismo masculino é também chamado
uranismo(congênito) e pederastia.
Homossexuais também eram assim chamados até os
anos 90, ou noutras hipóteses em termos populares e regionais como “bicha”,
“fresco”, “boiola”, “baitôla”, “pacosa”, “marreco”, “maricas”. Enfatize-se que
nos países hispanófonos é usado o termo similar “mariconzon”, “maricas” ou
“puto”. Em nenhum desses lugares esses termos têm uma conotação positiva.
A partir dos anos 80, homossexuais dos EUA passaram a usar o termo “gay”, que
em tradução significa “alegre”, “despreocupado”, “vivaz”, “teatral”. Nos EUA
até existe o sobrenome “Gay”, como o de Peter Gay. Assim, passaram a chamar de
“gay” o homossexual masculino. Hoje, “gay” não é apenas um homem, mas um ser
dotado de autoconsciência de sua homossexualidade, membro de toda uma
subcultura (assim como emos ou punks), comunidade ou organização, um
“combatente por seus direitos civis”. Nos últimos tempos os propagandistas da
pederastia têm feito um esforço para descrever “gay” como sendo “as good as you”
(tão bom quanto você). Assim, os homossexuais usam e abusam da esperteza,
empregam exclusivamente o termo “gay” em sentido positivo: “artista-gay”,
“escritor-gay”, “compositor-gay”, “festival-gay” ou “filme-gay”. Porém, são
radicalmente contrários ao uso de termos como “estupro-gay”, “maníaco-gay”,
“assassino-gay” ou “pedófilo-gay”.
Assim, os sodomitas usam termos da língua
inglesa para dar a uma mesma coisa um outro significado, evidentemente
positivo, é um truque linguístico muito antigo. Também referem-se à sua prática
hedonista como “amor entre os iguais”, dentre outros eufemismos que não passam
de truques para ludibriar quem poderia por ventura opor-se à sua ideologia
danosa e individualista.
Os pederastas ficam completamente enfurecidos
se chamados pelos termos tradicionais “pederasta” ou “sodomita”, que
aparentemente soa como o pior insulto para eles. Eles preferem o termo “LGBT” e
em vez de “homossexualismo” insistem no uso de “homossexualidade”.
Integrantes pró-Ocidentais do Google Translator
modificaram a tradução do termo “homossexualismo” de outras línguas para
“homossexualidade”, algo constatado em mais de uma oportunidade na preparação
desse artigo. Alguns militantes LGBT defendem o uso exclusivo do termo
“homoafetividade”. Que palavra deveria ser usada até hoje integra um amplo
debate nas academias, alvo de dissertações e até concursos de monografia,
inclusive em prejuízo de outros trabalhos acadêmicos e monográficos que
poderiam contribuir para a sociedade.
No Brasil, a ABLGBT (Associação Brasileira de
Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros), fundada em 1995, atualmente
presidida pelo travesti Simmy Larrat, dita as normas a serem usadas pelos
jornalistas brasileiros, por exemplo, sempre que um sodomita morre em
consequência da sua contração do vírus HIV (AIDS), de alguma outra DST ou de
câncer anal, ocorrências comuns neste meio, procura-se mencionar uma outra
doença para encobrir a principal razão, “gripe”, “infecção” ou alguma outra
doença. É ela que dita o uso de termos politicamente corretos como “relação
homoafetiva”, “homossexualidade”, “LGBT” (em vez de pervertidos), dentre outros,
impostos inclusive a magistrados da maior instância legal brasileira, o STF [46],
e claro, a jornalistas [47].
Os sodomitas chamam todos os seus opositores de
“homofóbicos”. O termo homofobia foi criado pelo psiquiatra George Weinberg, no
livro Society and the Healthy Homosexual (New York, St, Martin’s Press, 1972)
para designar um comportamento irracional, um complexo emocional que, no seu
entender, seria a causa da violência criminosa contra homossexuais.
Os militantes da sodomia, entretanto, ainda não
entraram num acordo sobre se existe ou não a homofobia como entidade clínica,
comprovada experimentalmente. Uns dizem que sim, outros que não. Afim de
confundir pessoas comuns, militantes da sodomia frequentemente fazem enquetes
ou entrevistas nas quais perguntam às pessoas comuns “o que fariam se eles
tivessem um filho heterossexual”. Militantes engajados empregam com mais
frequência o termo “heterossexual” para pessoas normais, os sodomitas inferem
que estes, “homossexuais”, estão em par de igualdade, seja no campo
linguístico, seja no campo médico, com pessoas normais. Vale lembrar que não se
usa o termo “não-sifílico” para pessoas que não portam a sífilis, ou
“não-aidético” para aqueles que não portam o vírus HIV.
A expressão “orgulho gay” é usada com muita
frequência na língua portuguesa (nos demais países ocidentais usa-se a variante
inglesa “pride”), qualquer piquenique, protesto, piquete ou manifestação de
sodomitas é referida como “orgulho gay”, ou “orgulho LGBT”. De acordo com o
dicionário Priberam de língua portuguesa, orgulho é “manifestação de alto
apreço ou conceito por alguém que se tem”, também é sinônimo de “altivez”,
“brio”.
Assim infere-se que, para os sodomitas, o ato
libidinoso homossexual é considerado motivo de “orgulho”. O próprio Clodovil
Hernandéz, falecido deputado e estilista, sendo ele próprio de orientação
sexual não-tradicional, alegou certa vez que não existe “nada de orgulhoso em
praticar a sodomia”. Deste modo, aos olhos da sociedade, o homossexualismo é
exposto pelos sodomitas como motivo de orgulho e sentimento de superioridade
sobre a multidão heterossexual. [48]
Flexibilização do conceito
de família
Um dos principais ramos do ativismo homossexual
é a flexibilidade do conceito de “família”. Ativistas LGBTs infiltrados em
órgãos de justiça de países ocidentais frequentemente fazem lobby para mudar o
direito de família. Em muitos desses países eles tiveram sucesso, influenciando
assim a legislação e a doutrina corrente de outros países. Durante a década de
2000, no meio jurídico brasileiro podia-se contar nos dedos o número de
juristas que se pronunciavam em prol dos “direitos LGBTs”, ao passo que hoje em
praticamente toda faculdade de direito há um “pregador da sodomia”.
No ano de 2015, uma grande festa foi organizada
pelos sodomitas para comemorar o apoio oficial da Casa Branca, então presidida
por Barack Obama, ao casamento gay. Hoje tornou-se moda, senão quase uma
obrigação apoiar os sodomitas para qualquer político que visa uma carreira de
sucesso.
Em alguns países já estão em curso projetos para abolir
em caráter oficial expressões como “marido” e “esposa” e em seu lugar “cônjuge
1 e 2”.
“Homossexualismo
enrustido”
Para desacreditar e seus oponentes, os
sodomitas geralmente empregam o seguinte método sofístico:
a) Todo mundo que não concorda com a ideologia da
sodomia é homofóbico.
b) Todo homofóbico é um pederasta enrustido.
Conclusão: Se você discute com a gente isso quer dizer
que você é um pederasta que teme o seu “eu”.
Aqui há dois grandes exageros. Em primeiro
lugar, a ideologia da sodomia, com suas paradas gays e conversão forçada da
dissidência para a sua fé, não é compartilhada até mesmo por muitos
homossexuais, que dizer então sobre pessoas normais? Em segundo lugar, mesmo que uma pessoa
realmente não goste de homossexuais, isso não significa que ele seja um
homossexual enrustido.
Da mesma forma, quem não gosta de ladrões nem
sempre é um ladrão enrustido, e quem não gosta de frango nem sempre é um frango
enrustido.
Mas a grande mentira deste silogismo é a
negação do direito de autodeterminação da orientação sexual. De acordo com a
teoria de gênero, a sodomia pode "reduzir" a homossexualidade de
um indivíduo (ao reduzir a incerteza de gênero, pois se não gostou, então não é
homossexual). No entanto, do ponto de vista da antropologia tradicional, o ato
de sodomia voluntária em si é o critério que determina um sodomita, e nenhuma
característica da psique do oponente da sodomia faz dele um sodomita.
Racismo
Céticos quanto à ideologia da sodomia são
frequentemente acusados pelos seus pregadores de “racismo”. A construção aqui é
a seguinte:
a) Hitler perseguiu judeus, negros e homossexuais.
b) Você é contra os homossexuais.
Conclusão: Você é nazista (geralmente aqui usam o termo fascista).
Aqui, um dos truques lógicos mais comuns é utilizado:
"O fazendeiro Chico gosta de repolho, coelhos adoram repolho. O fazendeiro
Chico é um coelho ".
Ainda, permanece o fato de que ser contra a
ideologia dos sodomitas e ser contra os homossexuais comuns são coisas
diferentes.
Afirmação da sodomia
de personagens notáveis
“- Você sabia que artista X era gay?
- Sim, mas não é por isso que gostamos dele”
Para adicionar peso à sua ideologia, os
sodomitas frequentemente acrescentam em seu time pessoas aleatórias e até mesmo
opositores da sodomia. Por exemplo, as corredoras olímpicas russas Ksenia
Ryzhova e Tatyana Firova foram matriculadas na escola de defensores da sodomia
depois de terem se beijado publicamente durante a cerimônia de premiação. O
beijo foi interpretado como um protesto contra a lei "anti-gay" na
Rússia e pessoalmente contra Elena Isinbayeva, que teve a "imprudência" de apoiar
esta lei. [99] Logo após a repercussão na mídia internacional, ambas se
declararam como mulheres normais, uma delas casada e a outra noiva (hoje casada
com seu colega atleta, um homem). Na cultura russa, apesar de não ser comum, não é raro pessoas próximas se beijarem na boca, mesmo pessoas de sexos diferentes, em especial mulheres.
Os sodomitas não hesitam em colocar o estigma
da homossexualidade em quase todas as personalidades históricas, causando a indignação dos admiradores destas personalidades. Para se dar conta disso,
basta entrar na linha do mecanismo de busca " homossexual". Como afirma o ditado, “todo famoso vira
homossexual depois que morre”. Mesmo personalidades rústicas e valentes como o
cangaceiro Lampião, um símbolo do Nordeste, casado com a cangaceira Maria Bonita,
já foi descrito como “homossexual enrustido”. Para sustentar teses absurdas, homo-ativistas recorrem ao obscurantismo, "ele não assumia por que se o fizesse perderia o respeito da tropa", "não assumiu por que naquela época era tabu", "naquela época ele poderia perder a vida". Essas teses são sempre acatadas por professores universitários pederastas ou sem qualquer compromisso com uma pesquisa série e objetiva, fazendo da academia um templo obscurantista.
De acordo com os pregadores da sodomia
os seguintes personagens eram homossexuais:
Um sucesso foi obtido pelos sodomitas na
propaganda da sodomia do compositor Piotr Tchaikovsky. As supostas provas da
homossexualidade do grande compositor são muito duvidosas e vêm da mesma fonte.
[114][115][116][117] Mesmo os meios de comunicação respeitáveis e até oponentes
vocais da ideologia da sodomia já teriam falado com seriedade sobre a suposta
homossexualidade de Tchaikovsky, e os próprios sodomitas usam a música de
Tchaikovsky no acompanhamento habitual de suas atividades de propaganda. [118]
No filme “V for Vendetta”, produzido pela dupla Watchowski, homens que
recorreram a cirurgia de mudança de sexo, em mais de uma oportunidade é tocada
a Abertura 1812, cujo tema da composição é a vitória sobre Napoleão. Os acordes
iniciais são uma versão instrumental do Tropário da Cruz, “Senhor, salve a sua
gentee abençoe o seu fruto”. Ainda um outro partidário dessa versão é o
homopropagandista e conhecido russófobo Dmitriy Kuzmi, poeta. Psicólogos e
psiquiatras estudaram a personalidade de Tchaykovskiy, refutando a versão de
que seria homossexual.
Mas, na verdade, trazendo o campo da lógica,
quais são as declarações feitas pelos apologistas do homossexualismo? Mesmo se
uma ou outra personalidade proeminente era realmente um homossexual, falar de
seus desvios sexuais pessoais nãos prova nenhum benefício hipotético da sodomia.
Ao mesmo tempo os defensores da causa gay não
gostam de mencionar a homossexualidade de várias personalidades odiosas. Assim,
artigos da Wikipedia sobre um maníaco terrível, Igor Irtyshov, que brutalmente
estuprou e matou garotos num parque de São Petersburgo, foram persistentemente censurados por ativistas gays,
que tentaram remover informações sobre a sua homossexualidade, chegando assim
ao absurdo de dizer que o fato dele ocupar-se com a prostituição homossexual e o sexo das vítimas era irrelevante. Sodomitas frequentemente escondem o fato de
que maníacos assassinos frequentemente são homossexuais, como por exemplo o
“Cidadão Tchikatilo”, apelidado “Carniceiro de Rostov” e “Satanás”, um canibal,
pedófilo, necrófilo e pervertido sexual, o maior matador em série da história
da União Soviética.
Provocadores
Os sodomitas usam ativamente
"espantalhos" para colocar seus oponentes sob luz desfavorável.
Na vida real, “homossexuais infelizes” podem ser atacados por
marginais ordinários (que também atacariam heterossexuais desavisados), mas
essa ação, para o deleite de jornais sensacionalistas e, claro, do movimento
dos pervertidos, é imediatamente interpretada como um exemplo da opressão dos
sodomitas. O Fantástico, programa jornalístico da Rede Globo, apresentou o caso
de um jovem (normal) atacado por marginais com lâmpadas na Avenida Paulista. De
acordo com o jovem, sua preferência é por mulheres, mas ainda assim a
reportagem fez questão de alegar que a razão era “homofobia”.
Um dos principais objetivos da
manifestação pública da orientação homossexual e da realização de discursos
sodomitas (os chamados "desfiles gays") é justamente provocar as pessoas que não
aceitam a pederastia. Numa
procissão sodomita realizada no Brasil, um travesti procurou emular Jesus
Cristo na cruz, num claro sinal de desrespeito pela fé cristã que mereceu
protestos até de grupos pentecostais, que tradicionalmente não usam a cruz. Um "artista" militante da sodomia, o cantor Johnny Hooker, alegou num concerto que "Jesus era travesti". [119] Seu concerto recebeu dinheiro público para o seu financiamento.
Na Internet, os sodomitas agem com muito mais facilidade:
eles agem como agentes duplos
por meio de perfis falsos (fakes) provocadores, espalhando declarações
no estilo "viado tem que morrer" (sic), ou “veado deveria ser queimado
vivo”, para que jornalistas sensacionalistas façam grande escândalo em torno de
citações aleatórias de redes social como “prova da intolerância” do povo
brasileiro e da necessidade da criações de leis em prol do lobby gay para “punir a homofobia”. Artistas também empregam truques
nos quais seguram cartazes com os dizeres “Sou gay, você me abraça ou me mata”,
terceira, quarta ou quinta variante não há, nem mesmo a de ignorar o histrião.
É desta maneira que eles procuram
desacreditar seus oponentes,
em total concordância com a Teoria
de Overton, que prega que é possível legalizar qualquer ideia ou possibilidade, apresentando "janelas de possibilidades". [120] Para os pregadores homossexuais, se você não concorda com a sodomia, isso quer dizer que você quer
matar sodomitas.
Coerção para a sodomia
Em alguns países ocidentais, as pessoas são
colocadas numa situação na qual devem se tornar homossexuais ou sofrer. Por
exemplo, na Inglaterra, os refugiados podem receber asilo caso se declarem como
homossexuais. No entanto, eles serão obrigados a provar seu compromisso com as ideias
de sodomia, por exemplo, apresentando vídeos caseiros. [121]
No início de 2015, o jornal britânico The
Guardian informou que os proprietários do Canal 4 britânico foram forçados pela
sua liderança para aumentar até 2020 o número de empregados ou lésbicas de 2% a
6%, sob o pretexto de alinhamento "com a situação demográfica no
país" (além de não menos do que 20% dos funcionários devem ser negros,
asiáticos ou representantes de minorias étnicas, e 6% dos funcionários do canal
de TV devem ser portadores de necessidades especiais). A mídia escreve que os
jornalistas do canal britânico estão sendo forçados a mudar sua orientação para
não serem demitidos. Se estas condições não forem cumpridas, a liderança do
canal britânico está ameaçada com multas e privação de bônus financeiros.
Iniciativas similares anteriores foram propostas para outros grandes canais de
TV britânicos: BBC, ITV e Sky. [122][123]
Homossexualismo do
ponto de vista cotidiano
Do ponto de vista do cotidiano, os sodomitas
são pessoas comuns com vícios absolutamente incomuns. Uma parte significativa
da sociedade brasileira refere-se aos sodomitas de forma neutra e até amigável:
há muitas pessoas decentes e dotadas de talento entre os homossexuais. Ao
mesmo tempo, a maioria absoluta dos brasileiros se opõe ao casamento gay, partindo
da premissa de que é um ataque à família tradicional[124].
No Brasil e em muitos países do Ocidente não há nenhuma lei que proíba a
concretização da prática sexual homossexual.
Atualmente, em todo o mundo, está havendo uma
nova onda de agressão contra homossexuais. Esse tipo de ódio é fomentado por
ativistas sodomitas que realizam ações provocativas para esse fim, com o
objetivo de mais tarde criar leis para a “proteção da comunidade LGBT”, por exemplo, no
Brasil, ativistas simpáticos à ideologia da sodomia pintaram um tanque da II
Guerra Mundial com tinta rósea, militantes homossexuais fazem performances nas
quais retiram um terço do ânus, inserem imagens de santos católicos na vagina,
expõem arte com “criança viada” e apelos de zoofilia ou picham monumentos de
nomes ligados à Rússia como o inventor do esperanto Zamenhoff com dizeres como
“seja viado” (sic); na Rússia, ativistas colocaram preservativos no Fogo Eterno[125],
usaram camisas formando o arco-íris em frente a crianças e policiais na Praça
Vermelha durante a Copa do Mundo da FIFA de 2018 e na Argentina dezenas de
lésbicas e feministas nuas atacaram cristãos indefesos em público.
Quanto mais se intensifica o ativismo
homossexual mais se intensifica a rejeição e ódio aos homossexuais, inclusive contra aqueles que não participam dessa militância.
- TRUQUES USADOS PELA
PROPAGANDA LGBT
O mito do homossexualismo como norma
Argumento nº 1: homossexualidade animal
Este mito é baseado em um falso silogismo
categórico:
Premissa 1: A homossexualidade animal está
presente na natureza
Premissa 2: Os animais são guiados por
instintos naturais, a natureza não erra
Conclusão: Então a homossexualidade não é um
erro diante da natureza
Em diversas variações, esse silogismo é usado
como argumento para a legalização das relações LGBT, por exemplo, no famoso
caso Lawrence v. Texas, 2003. [126]
Embora a homossexualidade em animais seja
causada não só por fatores sociais [127], comparar o homem, ápice da criação da natureza, com um animal, é um erro grotesco! Se alguém diz "Você está
agindo como um animal!" isso não é um elogio. No contexto das relações
sexuais, esta frase é dirigida principalmente aos homens que são propensos à
atenção sexual às mulheres de forma bruta, com a pretensão de dominar e/ou
praticar a poligamia em sua vida íntima.
En fim, no mundo dos animais, as seguintes
ações são comuns, mas elas não se encaixam nem mesmo nas ideias modernas de
moralidade e são consideradas como desvios psíquicos ou mesmo perversões. Aqui
estão apenas alguns exemplos:
- O canibalismo sexual é a alimentação parcial ou
completa de uma fêmea do sexo masculino após ou em vez de acasalar. Os exemplos
mais famosos são as fêmeas do louva-deus e aranhas da espécie Viúva-Negra.
- A coprofagia não é apenas uma forma de
comportamento, mas também uma forma de perversão sexual. Comum em cães, gatos e
roedores (coelhos, lebres, chinchilas, porquinhos da índia), é menos comum em
elefantes e chimpanzés.
- A necrofilia ocorre em roedores e aves, em
particular em patos. Este tipo de perversão sexual é difundido entre pessoas bem-sucedidas
nas artes, especialmente na música, literatura e cinema.
Nada impede que um dia alguém tente insistir na
legalização de tudo isso através do argumento de que "Os animais também o
fazem". Por exemplo, na Ucrânia já há tentativas de legalizar a coprofagia [128], existe até uma organização para
lutar pelos direitos e contra a discriminação da coprofagia como vício sexual.
Argumento nº 2: a
homossexualidade sempre existiu ao longo da história
A parte principal das referências históricas à
homossexualidade referem-se apenas aos representantes dos estratos mais
elevados da sociedade - membros de famílias reais, aristocracia, o clero
(especialmente católicos) e intelectuais. Exemplos da prevalência da
homossexualidade entre as massas como sendo a norma não são dados por alguma razão, mas de
fato há exemplos [129] em uma quantidade relativamente pequena - provavelmente
ele ainda encobre uma pequena parte da população. Sob as massas, entenda-se os
camponeses, os operários, os pobres, etc., que na França até o final do século
XVIII era chamado de Terceiro Estado. Estando a maioria da população, que quase
não tem privilégios em contraste com as primeiras classes (a nobreza) e o
segundo (o clero). Os sexólogo Wilhelm Reich (A revolução sexual) chamou de "homossexualismo de marinheiros" aquele que é praticado por pessoas miseráveis, sem condições de arcar com uma família ou mesmo um relacionamento com uma mulher, recorrendo ao homossexualismo para a satisfação de seus desejos sexuais
Até meados do século XX, a humanidade não
conhecia a propaganda massiva em favor da homossexualidade. A revolução sexual
do passado em favor da expansão do quadro da liberdade de relações sexuais
entre homens e mulheres, o desenvolvimento de sua homossexualidade foi um
efeito colateral. Isto se dá principalmente devido ao fato de que concorrer com
as mentes da moralidade tradicional só foi possível com o surgimento da cultura
de massas, da televisão, rádio e Internet, ou seja, a cultura de massa é a
espinha dorsal da propaganda LGBT moderna. Até então, a moralidade tradicional sempre
prevaleceu sobre a promiscuidade, por exemplo, no século XIX prevaleceu a
moralidade puritana, mas no Ocidente, apenas entre 1960-1970, triunfou a
chamada “revolução sexual”.
Ainda em relação à história, vale lembrar que
ao longo da história, a humanidade acompanhou:
Assassinato
Canibalismo
Pedofilia
Escravidão
Sexismo
Racismo
Intolerância Religiosa
Discriminação baseada na orientação sexual
Tudo isso foi de algum modo um fenômeno de
massa, ao contrário da homossexualidade. Mas por alguma razão, mesmo a
sociedade moderna não tem pressa de realizar a positivação desses vícios e eles
ainda são percebidos negativamente pela sociedade de qualquer país em
diferentes níveis. Talvez o fato seja que esses vícios, diferentemente da
homossexualidade, têm um impacto negativo em outras pessoas, não apenas em quem
as adere e, portanto, sendo muito mais perigosas.
Argumento nº 3:
homossexualidade congênita
A essência do mito: A homossexualidade é
equiparada com tais características inatas tais como cor da pele, cabelo, olhos
e muito mais, e em caso afirmativo, não se pode denunciar a homossexualidade, e
não pode haver a propaganda do homossexualismo, tal como é impossível promover
a cor da pele.
A propaganda LGBT silencia que as causas exatas
do surgimento do homossexualismo ainda não são conhecidas pela ciência. Alguns
cientistas acreditam que a causa é genética, outra parte que se dá por fatores
sociais. O problema não foi estudado até o fim, mas se assim for, não pode ser
afirmado com certeza que a homossexualidade é inata e que é impossível de ser
incutida através da propaganda. [130] Além disso, até mesmo homossexuais
concordam que não se pode promover uma orientação homossexual, mas um
comportamento homossexual, e que eles estão ativamente interligados ("é
normal ter experiências sexuais com pessoas do seu sexo").
Há muitas evidências de pessoas que se tornaram
homossexuais já em plena idade adulta e, antes disso, levaram um modo de vida
completamente heterossexual, a começar pelo próprio líder do Grupo Gay da Bahia
(GGB), o professor Luiz Mott, que é pai, mas que se “descobriu homossexual” em
1977. Segundo a revista americana Wink, foi considerado um dos gays mais
influentes do mundo.
Argumento nº 4: a
homossexualidade não é considerada uma doença
Este mito contém ao mesmo tempo duas
manipulações:
Se os médicos não consideram a homossexualidade
uma doença, então ele não é:
"E eu tenho conhecidos de orientação não
tradicional e eles não são loucos"
No primeiro caso, o fato de que, na
psiquiatria, a homossexualidade foi legalizada há relativamente pouco tempo, de
forma alguma se deve a uma mudança na ciência, mas se deve à pressão ideológica
exercida pela Revolução Sexual. [131] Embora ativistas LGBT tenham [132]
estudos psiquiátricos provando a normalidade da homossexualidade, há cientistas
que discordam desses estudos. No segundo caso, há uma mistura de anormalidades
mentais com insanidade. Por exemplo, portadores de psicose maníaco-depressiva
não são tratados em clínicas, e outros não veem "psicopatas" neles,
mas o problema dos suicídios devido a essa doença não desaparece dela. Os
homossexuais também tentam cometer suicídio com mais frequência que seus pares
heterossexuais. [133] Como dito acima, a doença não deixará de ser uma doença
se for declarada uma variante da norma.
Embora tenha sido excluído do CID-10 a
classificação “homossexual”, a “Orientação sexual egodistônica” encaixa-se
perfeitamente no perfil do homossexual, segundo artigo científico da psicóloga
Natalya Rasskazova. [134]
A relação entre os
homossexuais é muito maior do que entre os heterossexuais
O principal argumento do mito são os fatos da
homossexualidade das grandes figuras da cultura e da arte, para não mencionar o
resto da intelectualidade.
Os ativistas LGBT esquecem que a sublimidade
das relações sexuais não depende do nível de cultura e educação de uma pessoa,
mas de sua atitude em relação às relações sexuais. Segundo os especialistas, os
homossexuais têm 10 a 15 vezes mais chances de mudar seus parceiros sexuais do
que os heterossexuais. Isso se deve principalmente ao fato de que a relação
homossexual não leva à continuação do gênero, e visa apenas satisfazer suas
necessidades sexuais, isto é, o sexo é reduzido ao entretenimento ou a uma
forma de se auto-afirmar.
Uma pessoa que fez da homossexualidade uma
norma para si também pode pagar muito mais com o tempo. Por exemplo, nos
Estados Unidos, 3% da população masculina dos EUA é homossexual e como
consciência quase um terço de todos os atos de pedofilia no país [135]. A
homossexualidade, que reverencia a luxúria e faz desta o sentido da vida, é
acompanhada por problemas emocionais, depressão crônica, tentativas de
suicídio, estatísticas incomensuravelmente mais altas de infecção por doenças
venéreas e infecciosas.
Qualquer ativista LGBT defenderá que casais
homossexuais podem adotar crianças. Mas será que eles se questionam sobre como
isso pode afetar a criança, em particular as suas ideias sobre o interesse
sexual? Afinal, não é segredo que o interesse pelo sexo oposto ocorre em
crianças de 11 a 12 anos, às vezes até mais cedo.
Homossexuais compõem
10% da população mundial
Esta declaração foi formada por Alfred Kinsey,
considerado autoridade no assunto. No entanto, vários estudos sérios foram
publicados, provando que, de fato, a porcentagem de homossexuais no mundo está
no nível de 1-2% [136][137][138].
No entanto, os ativistas LGBT superestimam o
número cinco vezes, tanto para influenciar a opinião pública quanto para
estimular "experimentos" de jovens indecisos do mesmo sexo. Por
exemplo, de acordo com Tom Stoddard: "Nós usávamos esse número quando a maioria
dos homossexuais ainda se escondia para tentar criar a impressão da nossa
multiplicidade [139]"
Homofobia é qualquer
rejeição do homossexualismo
“Quando você ouvir de uma pessoa que apoia os
homossexuais a palavra "homofobia", pergunte a diferença entre
homofobia e a oposição legítima à homossexualidade, e veja por si mesmo: para
eles não há nenhuma razão legítima para a desaprovação, e, portanto, quem não
concordar com eles é homofóbico, que precisa calar a boca. Você vai se
certificar de que os ativistas gays não são as verdadeiras vítimas, mas sim os
agressores. Eles exigem tolerância, mas não demonstram isso. Eles insistem em
liberdade para si mesmos, mas restringem a dos outros. Eles inventam palavras
como "homofobia", que parece ser científica, mas não têm outro
propósito senão o de manipulação”(Scott Lively). [140]
Uma característica da propaganda LGBT é sua
resposta aguda às críticas. Tanto os próprios ativistas LGBT quanto seus
apoiadores não se limitam a usar o rótulo "homofóbico", como muitas vezes
também combinam com os rótulos como "extremista",
"fascista", "fanático", etc. em relação a qualquer pessoa
que discorde das relações homossexuais.
Com muita frequência, militantes da sodomia argumentam de forma fanática, sem ouvir o outro lado e impossibilitando a construção de qualquer diálogo, seu papel, como o de todo fanático pregador de uma dada religião é apenas de profilerar dogmas pré-fabricados e demonizar o oponente acusando-o de "propagar o ódio". Uma vez que em vez da razão eles recorrem apenas à emoção, ao acusar o oponente de "disseminar o ódio", eles tentam se passar por "donos da verdade que disseminam o amor" em detrimento daquele que expressa a sua opinião em nítida discordância com a ideologia sodomita. Assim, os pregadores da tolerâncias apresentam-se ao mesmo tempo como intolerantes, fanáticos e histéricos, ainda que mascarem isso com o verniz da tolerância.
Qualquer leitura de um discurso de um militante sodomita trará repetidas vezes os vocábulos "tolerância" (para com as minorias, mas nunca para com a opinião da imensa maioria) e "ódio" (para caracterizar a dissidência, ainda que essa rejeite apenas as suas pretensões jurídicas individualistas). Com essa manipulação retórica eles adquirem espaço e assumem o papel de censores da liberdade de expressão.
Os homossexuais estão
apenas lutando por seus direitos
Esta afirmação seria verdade se “ativistas LGBT”
limitassem sua luta às seguintes realizações:
- O direito ao casamento do mesmo sexo e à adoção
- Realização de procissões e comícios
- Direito de servir no exército
- Ocupação dos cargos mais elevados (em base
competitiva, é claro)
Tudo isso foi conseguido em muitos países
europeus e norte-americanos (anglo-saxões). Mas a comunidade LGBT nesses países
não vai parar por aí, estendendo os direitos de uma minoria às custas de uma
imensa maioria.
Ativistas LGBT hipócritas também expressaram
uma forte intolerância para com os seus adversários e as exigências da punição
mais severa para o que eles definiram como "homofobia", com chamadas
repetidas para a tolerância. No Brasil a PL 122, que exigia a “criminalização
da homofobia” foi chamada de “Lei da Mordaça Gay” e condenada por vários
ativistas contra o homossexualismo, em especial de igrejas neopentecostais como
o psicólogo e pastor Silas Malafaya. Mesmo nomes intelectuais mais liberais
como Jô Soares se opuseram à criação de tal lei.
Vale ressaltar que em países onde adoções por
casais homossexuais são permitidas, já há uma discussão sobre a legalização da
pedofilia e incesto, necrofilia, zoofilia e outras perversões com o fundamento
de que todos são tipos específicos de orientação sexual, juntamente com a
hetero e homossexualidade, mas não desvios mentais. [141][142] Após a
legalização do casamento gay na América, o The New York Times publicou um
artigo macabro clamando que “pedofilia também é orientação sexual”.
Homossexuais são o
motor do progresso, todos os grandes homens eram homossexuais
Outra formulação do mito: a homossexualidade
faz fronteira com o gênio.
O principal problema do mito é que não há
evidências de que a orientação sexual da pessoa afeta seu intelecto. Os
ativistas LGBT simplesmente assumem a genialidade de personalidades históricas
que são consideradas homossexuais e fazem tais declarações.
Outro problema é que a homossexualidade é frequentemente
atribuída a algumas figuras históricas, na maioria das vezes com base na falta
de casamentos, ou se chamavam alguém em suas cartas de “amigo querido” (como no
caso do relacionamento do tzar Pedro I com Lefort ou Menshikov). Muitas vezes,
a figura histórica foi acusada de homossexualidade enrustida, dizem eles, a
supressão de sua homossexualidade serviu como uma fonte de inspiração e zelo
para essas pessoas. Sites LGBT também atribuem ao infante Dom Henrique e até a
Dom Pedro I o homossexualismo.
Homofóbicos não passam
de homossexuais enrustidos
Ao combater e tentar intimidar os seus
oponentes, os pederastas declaram a homofobia uma manifestação de
homossexualidade enrustida ("latente" em alguns idiomas), isto é, oculta e suprimida. Esta
afirmação é baseada em um estudo supostamente realizado por Sigmund Freud,
garantindo uma suposta autoridade científica. Mas se você pensar bem e usar a lógica
elementar, então a afirmação de que não amar e desprezar alguma coisa significa
amá-la secretamente, você verá que ela é simplesmente absurda.
Seria também ridículo afirmar o seguinte:
- A russofobia é um amor enrustido pela Rússia,
sua história e sua cultura.
- O antifascismo é uma simpatia enrustida pelas
ideias do fascismo e do nazismo.
- A luta contra o PT é na realidade uma simpatia
pela política, pelos políticos e a ideologia do PT
- A aversão ao canibalismo é um desejo enrustido
de alimentar-se de seres humanos de sua própria espécie.
A Igreja odeia
homossexuais
A igreja cristã é considerada a inimiga número um
da “comunidade LGBT”, em grande parte por causa de sua atitude inequivocamente
negativa em relação ao homossexualismo. Essa oposição é especialmente forte na
questão do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Qualquer resistência da
igreja à legalização desse processo é tratada como uma manifestação de ódio,
que aponta para o cristianismo como uma "religião homofóbica", que
deveria ser alterada ou mesmo proibida.
Em primeiro lugar, os “ativistas LGBT” esquecem
que o cristianismo nos ensina a odiar o pecado, que, naturalmente, condena a
sodomia e ama uma pessoa cuja alma está doente e precisa ser libertada da
paixão pecaminosa. Do ponto de vista cristão, um número suficiente de
evidências confirma a possibilidade de se livrar completamente desse pecado,
portanto, os “ativistas LGBT” primeiro afirmam que a sodomia não é um pecado antes
de entrarem em discussões com a igreja. Para a os ativistas do citado movimento
o fato de que a igreja menciona a possibilidade de cura do pecado homossexual
já é por si só motivo de ódio contra esta.
Embora muitos ateus condenem o movimento dos
pervertidos e a religião ao mesmo tempo, quase sempre críticas ferozes contra a
religião advém de neoateus militantes da ideologia da sodomia.