Feminicídio tinha que dar no mínimo prisão perpétua. MAS...
São cerca de 1,4 mil a 1,5 mil feminicídios por ano no Brasil. Temos cerca de 5,5 mil municípios. Ou seja, mesmo que cada caso ocorresse em uma cidade diferente, ainda teríamos mais de 4 mil cidades sem nenhum feminicídio por ano.
A violência contra mulher é SUPERESTIMADA?
Os feminicídios representam cerca de 3% a 4% do total de homicídios no Brasil (que giram em torno de 44 mil por ano).
Considerando cerca de 1.500 agressores em uma população de aproximadamente 105 milhões de homens, a chance individual (de um homem ser um agressor) é de aproximadamente 0,0014% por ano. Só cerca de 1 homem a cada 70.000 seria feminicida.
Outro dado interessante é que a maioria dos casos ocorre em contexto doméstico e muitos agressores já tinham histórico de violência ou passagem pela polícia(75% deles segundo dados oficiais no DF).
Sem contar que, olhando a série histórica:
Em 2015, o Brasil registrava cerca de 4.600 homicídios de mulheres, sendo aproximadamente 500 a 600 classificados como feminicídio (início da tipificação).
Em 2020, foram cerca de 3.900 homicídios de mulheres e aproximadamente 1.300 feminicídios.
Em 2022, cerca de 3.800 homicídios de mulheres e
aproximadamente 1.450 feminicídios.
Em 2024, os números giram em torno de 3.900 homicídios de mulheres e cerca de 1.450 feminicídios.
Ou seja, enquanto os homicídios totais de mulheres caíram ao longo da década (de cerca de 4.600 para algo próximo de 3.900), os casos registrados como feminicídio aumentaram (de cerca de 500–600 para cerca de 1.400–1.500), em grande parte pela consolidação da classificação e maior registro desse tipo de crime.
Importante lembrar que as mulheres não são as únicas vítimas de crimes passionais:
Metrópoles (jornal pró-feminismo), 30/03/2026: "Mulher arranca a cabeça de companheiro após matá-lo a facadas em SP"
SBT Jornalismo: "Mulher esfaqueia namorado, é presa e liberada após alegar legítima defesa"
eLimeira: "Jovem surta, esfaqueia idoso cadeirante e é morta pela polícia em Limeira"
Essas são apenas algumas notícias que ocorrem diariamente, mas não recebem a devida atenção midiática que está muito mais preocupada em promover a agenda feminista.
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