Recentemente, o senado do Brasil aprovou uma de suas mais novas peraltices ideológicas e legais - a chamada “Lei da Misoginia” e, com ela, plantou mais uma bomba termobárica na vida dos brasileiros. Uma das consequências mais previsíveis, e já em contagem regressiva, é o aumento brutal do número de mulheres solteiras e desempregadas nos próximos anos. A lei, a propósito, foi aprovada pelo candidato à presidência Flávio Bolsonaro, assim como por diversos nomes do PL, partido tido por alguns como "conservador", e também por nomes do PT e outros partidos do "Centrão".
Não é fácil ser da classe operária no Brasil, ser um homem comum! Além da dificuldade que muitos homens têm de encontrar-se numa vida pessoal estável, com uma companheira fiel digna de ser a mãe de seus filhos, o que ele encontra pelo caminho é um mar de narcisismo, egoísmo e consequentemente de feminismo. Um relacionamento pode sair caro para um operário, no divórcio ele pode perder um carro pelo qual trabalhou anos para poder pagar, uma casa e outros bens. E se quiser iniciar um novo relacionamento com uma mulher ainda terá que pagar 100% na hora do jantar, nada de 50%+50%, como na hora do divórcio!
Quando uma esposa ou companheira egoísta "estoura" o cartão de um trabalhador, ou quando este é vítima de mais um estelionato emocional, nenhuma feminista, defensor de direitos humanos ou senador vai atrás dele para defender seus direitos ou criar leis que o proteja.
Com a nova "Lei da Misoginia", cujas premissas são credos político-ideológicos do feminismo radical, a partir de agora qualquer elogio, abordagem natural, cantada leve ou simples flerte poderá ser interpretado como “aversão às mulheres” e render de 2 a 5 anos de prisão, o que levará o instinto de sobrevivência a falar mais alto. E qual será o resultado? O brasileiro vai evitar se aproximar de mulheres no trabalho, na rua, na academia ou numa festa. O risco de uma denúncia subjetiva, incentivada por militantes e interpretada por juízes ativistas, é simplesmente alto demais. Namoro, casamento e relacionamentos saudáveis vão minguar. As mulheres que dependiam de interação natural com homens para formar família ou até para ter uma vida social vão pagar a conta: ficarão cada vez mais solteiras, frustradas e isoladas. Só sobrará para os homens as moças "do job", que aliás, também terão seu próprio instrumento para chantagear os clientes "incorretos".
No ambiente de trabalho a destruição reinará! Um chefe, supervisor ou mesmo colega não vai mais chamar atenção de funcionária, dar feedback corretivo, interromper erro ou oferecer conselho direto, pois isso poderá ser tido como “misoginia” ou “aversão às mulheres”. O resultado prático? Homens vão preferir contratar menos mulheres ou mantê-las em funções onde quase não haja contato direto. Mulheres ambiciosas e competentes vão encontrar portas fechadas não por “machismo”, mas por medo racional de processo e cadeia. A produtividade cai, a empresa sofre e, no fim, muitas mulheres perdem oportunidades reais de emprego e crescimento.
Essa lei não protege ninguém de violência, feminicídio já é crime hediondo. O político desonesto brasileiro acredita fielmente que a criação de leis é uma panaceia, ou ao menos ele sabe que isso pode lhe garantir votos durante as eleições. A lei da misoginia serve apenas para transformar discordância, humor, atração natural e autoridade masculina em crime de ódio. É a criminalização da masculinidade e da interação humana básica. O triunfo do sobre o comunismo também transformou-se no triunfo do egoísmo no sistema capitalista.
O Brasil caminha para uma sociedade mais fria, desconfiada e improdutiva, onde o medo substitui a liberdade. Homem vai se afastar, mulher vai sofrer as consequências e a família brasileira vai pagar o preço mais caro. Tudo em nome de uma agenda ideológica misândrica que odeia o masculino e finge proteger a mulher.
As feministas sempre argumentaram que "o feminismo nunca matou ninguém, enquanto o machismo o faz todos os dias", afirmação que nada mais é do que mera teratologia. Ora, as estatísticas mostram que a maioria dos crimes contra a mulher não são cometidos por "machistas" ou frequentadores de algum tipo de fórum com neologismos, mas sim por indivíduos com ficha criminal ou mentalmente perturbados. Mulheres não estão sendo assassinadas porque algum homem leu um fórum de pílula vermelha, elas estão sendo assassinadas porque a sociedade brasileira infelizmente é muito violenta, por que se envolvem com criminosos ou, numa outra hipótese, são vítimas do ciúme doentio de algum desequilibrado. Ressalte-se esses "seres de luz" também assassinam homens, o que é confirmado facilmente em qualquer jornal, embora de forma não tão contundente.
No Brasil, quando o homem aprender que o custo de se aproximar de uma mulher é alto demais, ele simplesmente não vai se aproximar. E aí não vai adiantar chorar “onde estão os homens?”. "Faltam homens nesta cidade", dizem algumas mulheres. Mas a verdade é que eles estarão exatamente onde a lei os empurrou: longe.

Nenhum comentário:
Postar um comentário