A marcha patriótica em 2006
Vídeo muito bem elaborado que compara o novo inimigo da humanidade ao de ontém, tendo como música de fundo a "Marcha patriótica", de Ernst Busch.
http://www.youtube.com/watch?v=TeUWf58vX4E
quarta-feira, setembro 27, 2006
domingo, setembro 10, 2006
Os folclóricos candidatos do horário eleitoral
Com candidatos mais que folclóricos, não há dúvidas de que o horário, que deveria ser utilizado para debates construtivos, e não disputas píficas interburguesas, é o maior programa de humor da TV brasileira. Com afirmativas por vezes verdadeiras, candidatos brincam com os sentimentos de justiça do povo, ou no mínimo despontam num amadorismo incondizente com sua condição política. Seguem alguns exemplares, compilados pelo camarada Carlos Marques e Cristiano Alves.
Coronel Gondim - CE
"Vagabundage, vocês terão 24h pra deixar o território do Ceará"
http://www.youtube.com/watch?v=CfnejQqf3t8
http://www.youtube.com/watch?v=1bQrMHQ0JAI
Miguel Mossoró - RN
"Natal tá sem autoridade! Gringo que vié assediá nossas mulhé vem comigo pra mãozada"
http://www.youtube.com/watch?v=gsPx_q7OxbA
Lara - MT
"Lara, na luta contra os mala!"
http://www.youtube.com/watch?v=XA-seVYPFAA
Clodovil - DF
"Pisa no meu pé pra ver... É preciso acabar de uma vez com essa passividade"
http://www.youtube.com/watch?v=Igm3wgRsHcs
Levy Fidélix - SP (O homem do aerotrem. )
"Metrô é buraco de tatu"
http://www.youtube.com/watch?v=uTP__RFOUrs
Patrícia - SP
Sai Avanir, entra Patrícia(reparem na risada dela no final)
http://www.youtube.com/watch?v=q5A7eJPuNk0
Di Martino - RS
"Fale comigo pelo Orkut... Quero Deus, pátria e família!" (Resta dúvidas do fascismo do PRONA?)
http://www.youtube.com/watch?v=XCtBUbMUYrk
Super Moura - RN
"Rá! Rá! Vote em mim, meu povo!"
http://www.youtube.com/watch?v=wKc1ACVLWDQ
Com candidatos mais que folclóricos, não há dúvidas de que o horário, que deveria ser utilizado para debates construtivos, e não disputas píficas interburguesas, é o maior programa de humor da TV brasileira. Com afirmativas por vezes verdadeiras, candidatos brincam com os sentimentos de justiça do povo, ou no mínimo despontam num amadorismo incondizente com sua condição política. Seguem alguns exemplares, compilados pelo camarada Carlos Marques e Cristiano Alves.
Coronel Gondim - CE
"Vagabundage, vocês terão 24h pra deixar o território do Ceará"
http://www.youtube.com/watch?v=CfnejQqf3t8
http://www.youtube.com/watch?v=1bQrMHQ0JAI
Miguel Mossoró - RN
"Natal tá sem autoridade! Gringo que vié assediá nossas mulhé vem comigo pra mãozada"
http://www.youtube.com/watch?v=gsPx_q7OxbA
Lara - MT
"Lara, na luta contra os mala!"
http://www.youtube.com/watch?v=XA-seVYPFAA
Clodovil - DF
"Pisa no meu pé pra ver... É preciso acabar de uma vez com essa passividade"
http://www.youtube.com/watch?v=Igm3wgRsHcs
Levy Fidélix - SP (O homem do aerotrem. )
"Metrô é buraco de tatu"
http://www.youtube.com/watch?v=uTP__RFOUrs
Patrícia - SP
Sai Avanir, entra Patrícia(reparem na risada dela no final)
http://www.youtube.com/watch?v=q5A7eJPuNk0
Di Martino - RS
"Fale comigo pelo Orkut... Quero Deus, pátria e família!" (Resta dúvidas do fascismo do PRONA?)
http://www.youtube.com/watch?v=XCtBUbMUYrk
Super Moura - RN
"Rá! Rá! Vote em mim, meu povo!"
http://www.youtube.com/watch?v=wKc1ACVLWDQ
O anti-stalinismo é uma doença
Não há dúvidas de que o anti-stalinismo, uma das variações mais intensas do anticomunismo, é uma doença, uma espécie de paranóia, motivada por um medo de admitir uma idéia diferente da sua e que pode chocar pelos reais resultados. Cria-se um "demônio" para a partir daí justificarem-se preconceitos, ódio e mesmo construir ditaduras totalitárias anticomunistas, insituir a tortura, a opressão e a guerra, algo muito bem abordado pelo célebre intelectual americano Michael Parenti em sua famosa obra "A cruzada anticomunista".
Freud entendia a neurose como o resultado de um conflito entre o Ego e o Id, ou seja, entre aquilo que o indivíduo é (ou foi) de fato, com aquilo que ele desejaria prazerosamente ser (ou ter sido), ao passo que a psicose seria o desfecho análogo de um distúrbio entre o Ego e o Mundo.
Patch considera a psicose uma doença mental caracterizada pela distorção do senso de realidade, uma inadequação e falta de harmonia entre o pensamento e a afetividade.
A Psicose Delirante Crônica, que é sinônimo do atual Transtornos Delirante Persistente (CID.10), já foi chamada de Paranóia, muito apropriadamente. De acordo com Kraepelin, a Paranóia é uma entidade clínica caracterizada, essencialmente, pelo desenvolvimento insidioso de um sistema delirante duradouro e inabalável mas, apesar desses Delírios há uma curisosa manutenção da clareza e da ordem do pensamento, da vontade e da ação.
Ao contrário dos esquizofrênicos e doentes cerebrais, onde as idéias delirantes são um tanto desconexas, nesta Psicose Delirante Crônica as idéias se unem num determinado contexto lógico para formar um sistema delirante total, rigidamente estruturado e organizado.
A característica essencial desse Transtorno Delirante Persistente é a presença de um ou mais delírios não-bizarros que persistem por pelo menos 1 mês. Para o diagnóstico é muito importante que o delírio do Transtorno Delirante Persistente não seja bizarro nem seja desorganizado, ou seja, ele deve ter seu tema e script organizado e compreensível ao ouvinte, embora continue se tratando de uma falsa e absurda crença.
...Esses Delírios normalmente são interpretativos, egocêntricos, sistematizados e coerentes. Pode ser de prejuízo, de perseguição ou de grandeza, impregnado ou não de tonalidade erótica ou com idéias de invenção ou de reforma.
Um dos tipos de paranóia é o tipo persecutório, o tipo mais comum entre os paranóicos ou delirantes crônicos. O delírio costuma envolver a crença de estar sendo vítima de conspiração, traição, espionagem, perseguição, envenenamento ou intoxicação com drogas ou estar sendo alvo de comentários maliciosos.
De fato, no que se refere ao chamado "stalinismo", que é nada mais do que um apelido pejorativo do bolchevismo(marxismo-leninismo) que terminou sendo adotado em homenagem ao líder soviético, análogamente ao que aconteceu com o apelido pejorativo dos afro-descendentes(negro vem de "nekros", morto) que terminou virando um símbolo de resistência, os inimigos dos "malvados stalinistas" foram, são e serão incapazes de apresentar argumentos racionais, além de seus tradicionais clichês, contra um dos períodos de maior glória do socialismo científico e da história da União Soviética. Quando falta a razão, é mais fácil criar "monstros e demônios", como na Idade Média. Termina sendo mais fácil acreditar que seremos salvos pelos cruzados e os marines.
Cristiano Alves
Referências sobre a paranóia em http://virtualpsy.locaweb.com.br/index.php?art=173&sec=54
Não há dúvidas de que o anti-stalinismo, uma das variações mais intensas do anticomunismo, é uma doença, uma espécie de paranóia, motivada por um medo de admitir uma idéia diferente da sua e que pode chocar pelos reais resultados. Cria-se um "demônio" para a partir daí justificarem-se preconceitos, ódio e mesmo construir ditaduras totalitárias anticomunistas, insituir a tortura, a opressão e a guerra, algo muito bem abordado pelo célebre intelectual americano Michael Parenti em sua famosa obra "A cruzada anticomunista".
Freud entendia a neurose como o resultado de um conflito entre o Ego e o Id, ou seja, entre aquilo que o indivíduo é (ou foi) de fato, com aquilo que ele desejaria prazerosamente ser (ou ter sido), ao passo que a psicose seria o desfecho análogo de um distúrbio entre o Ego e o Mundo.
Patch considera a psicose uma doença mental caracterizada pela distorção do senso de realidade, uma inadequação e falta de harmonia entre o pensamento e a afetividade.
A Psicose Delirante Crônica, que é sinônimo do atual Transtornos Delirante Persistente (CID.10), já foi chamada de Paranóia, muito apropriadamente. De acordo com Kraepelin, a Paranóia é uma entidade clínica caracterizada, essencialmente, pelo desenvolvimento insidioso de um sistema delirante duradouro e inabalável mas, apesar desses Delírios há uma curisosa manutenção da clareza e da ordem do pensamento, da vontade e da ação.
Ao contrário dos esquizofrênicos e doentes cerebrais, onde as idéias delirantes são um tanto desconexas, nesta Psicose Delirante Crônica as idéias se unem num determinado contexto lógico para formar um sistema delirante total, rigidamente estruturado e organizado.
A característica essencial desse Transtorno Delirante Persistente é a presença de um ou mais delírios não-bizarros que persistem por pelo menos 1 mês. Para o diagnóstico é muito importante que o delírio do Transtorno Delirante Persistente não seja bizarro nem seja desorganizado, ou seja, ele deve ter seu tema e script organizado e compreensível ao ouvinte, embora continue se tratando de uma falsa e absurda crença.
...Esses Delírios normalmente são interpretativos, egocêntricos, sistematizados e coerentes. Pode ser de prejuízo, de perseguição ou de grandeza, impregnado ou não de tonalidade erótica ou com idéias de invenção ou de reforma.
Um dos tipos de paranóia é o tipo persecutório, o tipo mais comum entre os paranóicos ou delirantes crônicos. O delírio costuma envolver a crença de estar sendo vítima de conspiração, traição, espionagem, perseguição, envenenamento ou intoxicação com drogas ou estar sendo alvo de comentários maliciosos.
De fato, no que se refere ao chamado "stalinismo", que é nada mais do que um apelido pejorativo do bolchevismo(marxismo-leninismo) que terminou sendo adotado em homenagem ao líder soviético, análogamente ao que aconteceu com o apelido pejorativo dos afro-descendentes(negro vem de "nekros", morto) que terminou virando um símbolo de resistência, os inimigos dos "malvados stalinistas" foram, são e serão incapazes de apresentar argumentos racionais, além de seus tradicionais clichês, contra um dos períodos de maior glória do socialismo científico e da história da União Soviética. Quando falta a razão, é mais fácil criar "monstros e demônios", como na Idade Média. Termina sendo mais fácil acreditar que seremos salvos pelos cruzados e os marines.
Cristiano Alves
Referências sobre a paranóia em http://virtualpsy.locaweb.com.br/index.php?art=173&sec=54
Olga – a força da liberdade
Olga Benário Prestes nasceu em 1908, em Munique, Alemanha. Em 1923, então com 15 anos, ingressa na juventude comunista e cinco anos depois, como tarefa do Partido Comunista da Alemanha, prepara uma espetacular operação militar para libertar o também comunista Otto Braun, então seu namorado, da prisão de Moabit. Após essa ação, Otto e Olga se refugiam na URSS, onde passariam alguns anos.
Nesse período, já conhecida pela sua façanha em Moabit, Olga se torna um grande quadro político-militar da Internacional Comunista. Com excelente formação intelec tual e técnica, ela se especializou em paraquedismo e pilotagem de aviões. Por essa destacada atuação, Olga recebeu, em 1934, a missão internacionalista de acompanhar, na condição de segurança pessoal, Luis Carlos Prestes ao Brasil, para que este liderasse a revolução de 1935. Adotam nomes e nacionalidades falsas, mas se apaixonam verdadeiramente como Antônio Vilar e Maria Bergner Vilar.
No Brasil, a Aliança Nacional Libertadora, reunindo os operários, camponeses e setores progressistas da sociedade, realizava grandes atividades de massas, ultimando preparativos para o momento da verdadeira libertação do país. Por ser uma organização legal, congregava muitas pessoas, entre elas intelectuais como Graciliano Ramos.
Foi posta na ilegalidade por Vargas, meses antes de novembro, porque temia o seu vertiginoso crescimento e seu caráter de frente revolucionária. Mas decidida, a ANL ultima os preparativos da revolução, apoiando-se em tropas que se levantariam nos quartéis do exército. Em 23 de novembro, soldados e sargentos do 21º Batalhão de Caçadores de Natal, Rio Grande do Norte, tomavam a guarnição militar e proclamavam o Governo Popular e Revolucionário. Ali, a revolução duraria 5 dias, mais que em Recife e mesmo no Rio de Janeiro, onde o levante é rapidamente sufocado.
Após a derrota da revolução no Brasil, Olga e Prestes tornam mais severa a sua clandestinidade, mas, denunciados, caem nas mãos dos fascistas no início de 1936, numa casa da Rua Honório, no subúrbio carioca de Caxambi. Até o último momento, Olga cumpriu a tarefa de proteger Prestes, se interpondo entre ele e os policiais no momento da prisão, quando os esbirros de Vargas tinham ordem para matá-lo. Presos, agarra-se ao marido, porque sabe que a separação significaria a sua morte.
A polícia política de Vargas colaborava com a Gestapo e com o governo nazista em geral, e a entrega de Olga aos alemães há muito era acalentada.
"...até o último instante não terão porque se envergonhar de mim".
Grande mobilização se fez entre os presos da Casa de Detenção do Rio de Janeiro para evitar que Olga fosse entregue ao regime nazista. Liderados pelos comunistas, os presos se rebelam, mas não conseguem evitar que Olga seja retirada da prisão.
Nem o fato de a grande revolucionária estar grávida impediu que a extraditassem, juntamente com Elise Ewert, também alemã, esposa de Arthur Ewert, que participaram como membros da Internacional do levante de 1935.
Por essa época haviam diversos casos de resgates de prisioneiros dos nazistas em navios que faziam escalas antes dos portos da Alemanha. Organizações revolucionárias, que proliferavam entre os operários dos portos realizavam ousadas operações, conseguindo libertar várias pessoas dos verdugos fascistas. Para Olga, no entanto, foi preparado o embarque em setembro de 1936, num navio que não fez escalas, atracando em Hamburgo, onde a esperava a polícia política.
Na Alemanha, Olga é encarcerada na prisão de mulheres de Barnimstrasse, onde dá a luz à filha, Anita Leocádia Prestes e a amamenta até que os nazistas lhe tomam a criança, entregando-a à avó, mãe de Prestes, e transferem Olga para o campo de concentração de Lichtenburg, em seguida para Ravensbrück. Em fevereiro de 1942, Olga é transferida para o campo de Bernburg, onde é assassinada na câmara de gás, tendo o mesmo fim de tantos comunistas que caíram nas mãos dos nazistas.
Um dia antes de morrer, Olga escreve sua última carta, revelando não se render à morte porque acreditava que a causa dos proletários prosseguia, e que as novas gerações viveriam em um mundo sem a exploração do homem pelo homem.
"Lutei pelo justo, pelo bom e pelo melhor do mundo. Prometo-te agora, ao despedir-me, que até o último instante não terão porque se envergonhar de mim. Quero que me entendam bem: preparar-me para a morte não significa que me renda, mas sim saber fazer-lhe frente quando ela chegue. Mas, no entanto, podem ainda acontecer tantas coisas... Até o último momento manter-me-ei firme e com vontade de viver. Agora vou dormir para ser mais forte amanhã. Beijos, pela última vez."
Algum tempo depois, o glorioso Exército Vermelho rompe as linhas de defesa em Bernburg, liberta os sobreviventes e fuzila todos os carrascos do campo, inclusive a militar que acionou a câmara de gás assassinando Olga e demais prisioneiros.
Extraído do Jornal "A Nova Democracia"
Olga Benário Prestes nasceu em 1908, em Munique, Alemanha. Em 1923, então com 15 anos, ingressa na juventude comunista e cinco anos depois, como tarefa do Partido Comunista da Alemanha, prepara uma espetacular operação militar para libertar o também comunista Otto Braun, então seu namorado, da prisão de Moabit. Após essa ação, Otto e Olga se refugiam na URSS, onde passariam alguns anos.
Nesse período, já conhecida pela sua façanha em Moabit, Olga se torna um grande quadro político-militar da Internacional Comunista. Com excelente formação intelec tual e técnica, ela se especializou em paraquedismo e pilotagem de aviões. Por essa destacada atuação, Olga recebeu, em 1934, a missão internacionalista de acompanhar, na condição de segurança pessoal, Luis Carlos Prestes ao Brasil, para que este liderasse a revolução de 1935. Adotam nomes e nacionalidades falsas, mas se apaixonam verdadeiramente como Antônio Vilar e Maria Bergner Vilar.
No Brasil, a Aliança Nacional Libertadora, reunindo os operários, camponeses e setores progressistas da sociedade, realizava grandes atividades de massas, ultimando preparativos para o momento da verdadeira libertação do país. Por ser uma organização legal, congregava muitas pessoas, entre elas intelectuais como Graciliano Ramos.
Foi posta na ilegalidade por Vargas, meses antes de novembro, porque temia o seu vertiginoso crescimento e seu caráter de frente revolucionária. Mas decidida, a ANL ultima os preparativos da revolução, apoiando-se em tropas que se levantariam nos quartéis do exército. Em 23 de novembro, soldados e sargentos do 21º Batalhão de Caçadores de Natal, Rio Grande do Norte, tomavam a guarnição militar e proclamavam o Governo Popular e Revolucionário. Ali, a revolução duraria 5 dias, mais que em Recife e mesmo no Rio de Janeiro, onde o levante é rapidamente sufocado.
Após a derrota da revolução no Brasil, Olga e Prestes tornam mais severa a sua clandestinidade, mas, denunciados, caem nas mãos dos fascistas no início de 1936, numa casa da Rua Honório, no subúrbio carioca de Caxambi. Até o último momento, Olga cumpriu a tarefa de proteger Prestes, se interpondo entre ele e os policiais no momento da prisão, quando os esbirros de Vargas tinham ordem para matá-lo. Presos, agarra-se ao marido, porque sabe que a separação significaria a sua morte.
A polícia política de Vargas colaborava com a Gestapo e com o governo nazista em geral, e a entrega de Olga aos alemães há muito era acalentada.
"...até o último instante não terão porque se envergonhar de mim".
Grande mobilização se fez entre os presos da Casa de Detenção do Rio de Janeiro para evitar que Olga fosse entregue ao regime nazista. Liderados pelos comunistas, os presos se rebelam, mas não conseguem evitar que Olga seja retirada da prisão.
Nem o fato de a grande revolucionária estar grávida impediu que a extraditassem, juntamente com Elise Ewert, também alemã, esposa de Arthur Ewert, que participaram como membros da Internacional do levante de 1935.
Por essa época haviam diversos casos de resgates de prisioneiros dos nazistas em navios que faziam escalas antes dos portos da Alemanha. Organizações revolucionárias, que proliferavam entre os operários dos portos realizavam ousadas operações, conseguindo libertar várias pessoas dos verdugos fascistas. Para Olga, no entanto, foi preparado o embarque em setembro de 1936, num navio que não fez escalas, atracando em Hamburgo, onde a esperava a polícia política.
Na Alemanha, Olga é encarcerada na prisão de mulheres de Barnimstrasse, onde dá a luz à filha, Anita Leocádia Prestes e a amamenta até que os nazistas lhe tomam a criança, entregando-a à avó, mãe de Prestes, e transferem Olga para o campo de concentração de Lichtenburg, em seguida para Ravensbrück. Em fevereiro de 1942, Olga é transferida para o campo de Bernburg, onde é assassinada na câmara de gás, tendo o mesmo fim de tantos comunistas que caíram nas mãos dos nazistas.
Um dia antes de morrer, Olga escreve sua última carta, revelando não se render à morte porque acreditava que a causa dos proletários prosseguia, e que as novas gerações viveriam em um mundo sem a exploração do homem pelo homem.
"Lutei pelo justo, pelo bom e pelo melhor do mundo. Prometo-te agora, ao despedir-me, que até o último instante não terão porque se envergonhar de mim. Quero que me entendam bem: preparar-me para a morte não significa que me renda, mas sim saber fazer-lhe frente quando ela chegue. Mas, no entanto, podem ainda acontecer tantas coisas... Até o último momento manter-me-ei firme e com vontade de viver. Agora vou dormir para ser mais forte amanhã. Beijos, pela última vez."
Algum tempo depois, o glorioso Exército Vermelho rompe as linhas de defesa em Bernburg, liberta os sobreviventes e fuzila todos os carrascos do campo, inclusive a militar que acionou a câmara de gás assassinando Olga e demais prisioneiros.
Extraído do Jornal "A Nova Democracia"
domingo, agosto 20, 2006
Entretenimento
Após a queda do Muro de Berlim, a cultura do mundo capitalista não cessa de tentar provar ao mundo que "o comunismo acabou". Hoje o "fantasma do comunismo" aparece nos livros paradidáticos até o de ideólogos burgueses como Olavo de Carvalho, sempre procurando retratar o comunismo como algo "maléfico" e, por mais bizarro que possa parecer, acredite, mesmo "demoníaco", como faz o referido ideólogo, ou melhor, humorista. Ademais, a ideologia burguesa chega a retratar essa imagem "nefasta" do comunismo mesmo no cotidiano, em filmes, no rádio, em algumas músicas, na internet e mesmo em jogos de computador.
É sabido que a burguesia procura lucrar de formas mais diversas, inclusive explorando temas que tem certa popularidade. Sendo parte do mundo capitalista, o homem moderno termina sendo automaticamente inserido nesse mundo, e assim dependendo dessa burguesia para se informar e ter acesso a determinados meios de produção, mesmo para se divertir.
Command & Conquer é um jogo feito para computadores que explora uma situação hipotética, onde alguns cientistas voltam no tempo para mudar a história, matando Hitler, mas não conseguindo impedir a guerra armada entre EUA e URSS. Naturalmente, a URSS é mostrada de forma caricaturesca, mas poderosa, e há a possibilidade de lutar por um dos lados, numa história com paradigmas diferentes. Este é um clássico dos jogos de computador da EA Games, que também possui um título análogo, mas apresentando uma entre EUA, China e "GLA", daqui a 10 anos.
Segue abaixo um vídeo com um final que muitos gostariam de ver, da vitória soviética, com tropas comunistas marchando na Wall Street e passando abaixo do arco do triunfo, bem como o presidente americano se rendendo ao Prêmier soviético.
http://www.youtube.com/watch?v=Vsw0ALI4Eek&NR
Após a queda do Muro de Berlim, a cultura do mundo capitalista não cessa de tentar provar ao mundo que "o comunismo acabou". Hoje o "fantasma do comunismo" aparece nos livros paradidáticos até o de ideólogos burgueses como Olavo de Carvalho, sempre procurando retratar o comunismo como algo "maléfico" e, por mais bizarro que possa parecer, acredite, mesmo "demoníaco", como faz o referido ideólogo, ou melhor, humorista. Ademais, a ideologia burguesa chega a retratar essa imagem "nefasta" do comunismo mesmo no cotidiano, em filmes, no rádio, em algumas músicas, na internet e mesmo em jogos de computador.
É sabido que a burguesia procura lucrar de formas mais diversas, inclusive explorando temas que tem certa popularidade. Sendo parte do mundo capitalista, o homem moderno termina sendo automaticamente inserido nesse mundo, e assim dependendo dessa burguesia para se informar e ter acesso a determinados meios de produção, mesmo para se divertir.
Command & Conquer é um jogo feito para computadores que explora uma situação hipotética, onde alguns cientistas voltam no tempo para mudar a história, matando Hitler, mas não conseguindo impedir a guerra armada entre EUA e URSS. Naturalmente, a URSS é mostrada de forma caricaturesca, mas poderosa, e há a possibilidade de lutar por um dos lados, numa história com paradigmas diferentes. Este é um clássico dos jogos de computador da EA Games, que também possui um título análogo, mas apresentando uma entre EUA, China e "GLA", daqui a 10 anos.
Segue abaixo um vídeo com um final que muitos gostariam de ver, da vitória soviética, com tropas comunistas marchando na Wall Street e passando abaixo do arco do triunfo, bem como o presidente americano se rendendo ao Prêmier soviético.
http://www.youtube.com/watch?v=Vsw0ALI4Eek&NR
Resistência nacional libanesa: quais os próximos passos?
Análise política do Partido Comunista Libanês - 20/07/2006
Esta é uma guerra fanática e aberta de Israel contra o Líbano. E não tem nada a ver com o caso dos dois prisioneiros israelenses.
Análise política do Partido Comunista Libanês - 20/07/2006
Esta é uma guerra fanática e aberta de Israel contra o Líbano. E não tem nada a ver com o caso dos dois prisioneiros israelenses.
Esta é uma guerra premeditada que aguardava a hora certa para ser iniciada. É uma guerra que foi iniciada por Israel contra o Líbano depois de sua libertação em 2000, depois dos eventos de 11 de setembro de 2001 e depois do que aconteceu no Afeganistão, no Iraque, e na Palestina.
É uma guerra ianque-israelense, por excelência. O projeto conjunto deles [Israel e EUA] foi enfraquecido e tentam compensar tanto quanto possível esse enfraquecimento ou, poderíamos mesmo dizer, contornar as reais e sérias dificuldades enfrentadas na implementação de seus planos para a região.
A doutrina da guerra contra o terror, do uso de armas de violência e da democracia ao estilo norte-americano, na prática, falhou no Iraque, na Palestina, na Síria, no Irã e mesmo no Líbano, onde foi impossível executar a resolução 1559 da ONU. A doutrina de proteger Israel, sua segurança e seu programa estratégico também se enfraqueceu por causa da derrota de Israel no Líbano em 2000, da vitória do Hamas, do fracasso de todos os ‘mapas do caminho’ que foram urdidos para a Palestina e o Líbano.
Falhou também por causa da existência do Hezbollah e suas armas no sul do Líbano, sua ligação com o Irã e as armas nucleares, e da Síria com sua posição e resistência mesmo depois de sua retirada do Líbano em 2005. Todos esses fatores dificultaram continuamente [a implementação do] o programa ianque-israelense para a região.
Esta é, portanto, uma guerra aberta, de acordo com o novo equilíbrio de forças internacional e regional. É um sumário do desenrolar de todos esses acontecimentos, de seus altos e baixos, em seus vários níveis e com seus vários pesos.
O Líbano, novamente, e agora por nove dias, tem sido o alvo desta agressão total e sistemática, cujo objetivo não é apenas remover o Hezbollah ou sua resistência armada, como os estadunidenses, europeus, alguns árabes (particularmente Arábia Saudita, Egito e Jordânia) e as forças na Revolução de Cedro Libanesa alegam. Seu objetivo real é esmagar a resistência e a unidade, atar o Líbano à estratégia ianque-israelense, e então virar a mesa contra os elementos que têm dificultado [a implementação do] o programa imposto por Bush e sua administração, atingindo alvos múltiplos para, através do Líbano, chegar à Palestina, Síria e ao Irã.
Submeter o Líbano a nove dias de agressão é parte desta estratégia. Isso abriu as portas para várias possibilidades, tendo em vista as características interpenetrantes e interligadas desta agressão. Estão claramente expostos o tamanho, a qualidade e a força numérica da máquina de guerra agressora usada para atingir e destruir as instituições civis do Líbano, perpetrando massacres contínuos de civis em aldeias, casas e estradas. Espalhando o terror enquanto manipula diferenças religiosas e sectárias no Líbano a fim de alterar a situação no país, abrir uma fissura que ajudará a debilitar o esforço da firme oposição ao invasor, tirando proveito da natureza e da composição do sistema sectário, que é por si mesmo um gerador de crises e um obstáculo para criar um ambiente de leis e instituições.
Apesar do poder desta agressão brutal, da extensão das perdas humanas e materiais e da imensa maré de refugiados, cujos números excederam meio milhão; apesar da ausência intencional dos EUA somada à forte pressão sobre os grupos humanitários internacionais, e apesar da morosidade dos governos em implementar um plano de emergência de alívio imediato e rápido, o Líbano – por sua unidade nacional e heróica resistência – mostrou uma vez mais que o desejo de lutar contra o invasor é mais forte e a determinação do esforço de resistência nacional é maior.
Essas são as respostas naturais à agressão israelense e seus objetivos. Essas são as respostas naturais a todos os posicionamentos e declarações vindos daqueles – do mundo árabe e do Líbano – que hoje estão preocupados em encontrar o melhor caminho para oferecer seus serviços aos norte-americanos ou em satisfazer seus estreitos interesses de grupo, e que priorizam questões que não têm absolutamente nada a ver com uma posição nacionalista árabe ou libanesa patriótica.
Hoje nós precisamos que todos assumam uma posição ou um lado nesta batalha. Precisamos de apoio para a decisão de resistir, para o reforço da unidade nacional, e para a provisão de todas as necessidades e pré-requisitos para esta unidade, de modo que a infernal estratégia sionista-estadunidense possa ser derrotada.
É uma guerra ianque-israelense, por excelência. O projeto conjunto deles [Israel e EUA] foi enfraquecido e tentam compensar tanto quanto possível esse enfraquecimento ou, poderíamos mesmo dizer, contornar as reais e sérias dificuldades enfrentadas na implementação de seus planos para a região.
A doutrina da guerra contra o terror, do uso de armas de violência e da democracia ao estilo norte-americano, na prática, falhou no Iraque, na Palestina, na Síria, no Irã e mesmo no Líbano, onde foi impossível executar a resolução 1559 da ONU. A doutrina de proteger Israel, sua segurança e seu programa estratégico também se enfraqueceu por causa da derrota de Israel no Líbano em 2000, da vitória do Hamas, do fracasso de todos os ‘mapas do caminho’ que foram urdidos para a Palestina e o Líbano.
Falhou também por causa da existência do Hezbollah e suas armas no sul do Líbano, sua ligação com o Irã e as armas nucleares, e da Síria com sua posição e resistência mesmo depois de sua retirada do Líbano em 2005. Todos esses fatores dificultaram continuamente [a implementação do] o programa ianque-israelense para a região.
Esta é, portanto, uma guerra aberta, de acordo com o novo equilíbrio de forças internacional e regional. É um sumário do desenrolar de todos esses acontecimentos, de seus altos e baixos, em seus vários níveis e com seus vários pesos.
O Líbano, novamente, e agora por nove dias, tem sido o alvo desta agressão total e sistemática, cujo objetivo não é apenas remover o Hezbollah ou sua resistência armada, como os estadunidenses, europeus, alguns árabes (particularmente Arábia Saudita, Egito e Jordânia) e as forças na Revolução de Cedro Libanesa alegam. Seu objetivo real é esmagar a resistência e a unidade, atar o Líbano à estratégia ianque-israelense, e então virar a mesa contra os elementos que têm dificultado [a implementação do] o programa imposto por Bush e sua administração, atingindo alvos múltiplos para, através do Líbano, chegar à Palestina, Síria e ao Irã.
Submeter o Líbano a nove dias de agressão é parte desta estratégia. Isso abriu as portas para várias possibilidades, tendo em vista as características interpenetrantes e interligadas desta agressão. Estão claramente expostos o tamanho, a qualidade e a força numérica da máquina de guerra agressora usada para atingir e destruir as instituições civis do Líbano, perpetrando massacres contínuos de civis em aldeias, casas e estradas. Espalhando o terror enquanto manipula diferenças religiosas e sectárias no Líbano a fim de alterar a situação no país, abrir uma fissura que ajudará a debilitar o esforço da firme oposição ao invasor, tirando proveito da natureza e da composição do sistema sectário, que é por si mesmo um gerador de crises e um obstáculo para criar um ambiente de leis e instituições.
Apesar do poder desta agressão brutal, da extensão das perdas humanas e materiais e da imensa maré de refugiados, cujos números excederam meio milhão; apesar da ausência intencional dos EUA somada à forte pressão sobre os grupos humanitários internacionais, e apesar da morosidade dos governos em implementar um plano de emergência de alívio imediato e rápido, o Líbano – por sua unidade nacional e heróica resistência – mostrou uma vez mais que o desejo de lutar contra o invasor é mais forte e a determinação do esforço de resistência nacional é maior.
Essas são as respostas naturais à agressão israelense e seus objetivos. Essas são as respostas naturais a todos os posicionamentos e declarações vindos daqueles – do mundo árabe e do Líbano – que hoje estão preocupados em encontrar o melhor caminho para oferecer seus serviços aos norte-americanos ou em satisfazer seus estreitos interesses de grupo, e que priorizam questões que não têm absolutamente nada a ver com uma posição nacionalista árabe ou libanesa patriótica.
Hoje nós precisamos que todos assumam uma posição ou um lado nesta batalha. Precisamos de apoio para a decisão de resistir, para o reforço da unidade nacional, e para a provisão de todas as necessidades e pré-requisitos para esta unidade, de modo que a infernal estratégia sionista-estadunidense possa ser derrotada.
Traduzido pelo CeCAC do original em inglês, disponível em http://www.lcparty.org/220706_8.html
quarta-feira, agosto 16, 2006
Vídeos sobre o comunismo
Há alguns tempos atrás era um tanto problemático postar um arquivo na internet. Em A Página Vermelha era necessário fazer upload de arquivos inteiros para que estes viessem a ficar disponíveis para os leitores. Infelizmente, com a "rapidez" da internet discada isso levava um tempo enorme. Hoje, felizmente existe uma vasta quantidade de sítios virtuais que permitem a hospedagem de vídeos, podcasts, etc... Um desses é o Youtube.com , onde tive a preocupação de selecionar alguns vídeos relacionados à União Soviética e Albânia:
Homenagem ao Exército Vermelho - http://www.youtube.com/watch?v=pr7M_2e9XdA
Hino da URSS - http://www.youtube.com/watch?v=BLi_m656tQQ
1° de maio na Albânia - http://www.youtube.com/watch?v=j7XHDluJtS8
Vídeo soviético - http://www.youtube.com/watch?v=QFcKJGFsG2E
Suhoy - http://www.youtube.com/watch?v=atKWkfQQCZQ
Poder nuclear soviético - http://www.youtube.com/watch?v=3SqL5tv_AhY
Yak-141 - http://www.youtube.com/watch?v=81ajldA5xwA
Almirante Kuznetzov(PA) - http://www.youtube.com/watch?v=XFwmvQjMsXA
Submarinos russos - http://www.youtube.com/watch?v=fDX-voDkTFo
Tributo a Stalin - http://www.youtube.com/watch?v=cwrS6gGRcNU
Há alguns tempos atrás era um tanto problemático postar um arquivo na internet. Em A Página Vermelha era necessário fazer upload de arquivos inteiros para que estes viessem a ficar disponíveis para os leitores. Infelizmente, com a "rapidez" da internet discada isso levava um tempo enorme. Hoje, felizmente existe uma vasta quantidade de sítios virtuais que permitem a hospedagem de vídeos, podcasts, etc... Um desses é o Youtube.com , onde tive a preocupação de selecionar alguns vídeos relacionados à União Soviética e Albânia:
Homenagem ao Exército Vermelho - http://www.youtube.com/watch?v=pr7M_2e9XdA
Hino da URSS - http://www.youtube.com/watch?v=BLi_m656tQQ
1° de maio na Albânia - http://www.youtube.com/watch?v=j7XHDluJtS8
Vídeo soviético - http://www.youtube.com/watch?v=QFcKJGFsG2E
Suhoy - http://www.youtube.com/watch?v=atKWkfQQCZQ
Poder nuclear soviético - http://www.youtube.com/watch?v=3SqL5tv_AhY
Yak-141 - http://www.youtube.com/watch?v=81ajldA5xwA
Almirante Kuznetzov(PA) - http://www.youtube.com/watch?v=XFwmvQjMsXA
Submarinos russos - http://www.youtube.com/watch?v=fDX-voDkTFo
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Agradecimentos
A Página Vermelha e as Notas Vermelhas são um trabalho independente, cujos recursos provém dos seus próprios responsáveis. Seus objetivos sempre foram trazer a informação sobre o que verdadeiramente foi o socialismo, sobre o significado do socialismo científico, hoje centrado no Marxismo-Leninismo. Este tipo de trabalho é verdadeiramente comprometido com ideais nobres, acima de qualquer valor monetário.
Pela necessidade de recursos existente em nossa sociedade capitalista, a internet, bem como a informação e a própria tecnologia termina, infelizmente, sendo um privilégio de poucos e mesmo tendo certo preço àqueles que as detém, assim, recursos são um assunto delicado. Nesse ponto, pode ser dito que os autores de A Página Vermelha nunca receberam um só centavo pelo seu trabalho.
Recentemente, foi bastante valiosa a contribuição de um valioso camarada leitor de A Página Vermelha, o Dr. Adriano Saldanha, do Estado do Rio de Janeiro. O envio de materiais de valor inestimável certamente contribuirá para a socialização do conhecimento e da informação.
É mais que justo agradecer aqui ao camarada Dr. Saldanha pelo envio de livros um tanto raros!
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Recentemente, foi bastante valiosa a contribuição de um valioso camarada leitor de A Página Vermelha, o Dr. Adriano Saldanha, do Estado do Rio de Janeiro. O envio de materiais de valor inestimável certamente contribuirá para a socialização do conhecimento e da informação.
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Nossos enlaces
A Página Vermelha
www.apaginavermelha.hpg.com.br
Fórum Revolucionário Brasileiro(Bolchevistas e Nacionais-Bolchevistas)
http://www.nacos-br.org/fr/
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Debates políticos
Neste dia 14 de agosto iniciaram-se os debates políticos entre os candidatos à presidência, revelando que no presente momento não há nenhuma alternativa ao atual modelo político cuja decadência é explícita.
Os candidatos, independentemente do programa do partido, tem uma linha a seguir, ditada pelo sistema político brasileiro, a qual não poderão mudar, como a própria Heloísa Helena citou em uma de suas entrevistas.
As eleições nada mais são do que um teatro onde se trocam os autores para representar o mesmo papel em um mesmo palco. O voto nulo se mostra a melhor alternativa para questionar o sistema político eleitoral brasileiro.
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Os candidatos, independentemente do programa do partido, tem uma linha a seguir, ditada pelo sistema político brasileiro, a qual não poderão mudar, como a própria Heloísa Helena citou em uma de suas entrevistas.
As eleições nada mais são do que um teatro onde se trocam os autores para representar o mesmo papel em um mesmo palco. O voto nulo se mostra a melhor alternativa para questionar o sistema político eleitoral brasileiro.
domingo, agosto 13, 2006
Descrição: Blog com as atualizações de "A Página Vermelha", temporariamente sem atualizações, por Cristiano Alves.
Caros leitores de A Página Vermelha,
Informo que em virtude de alguns problemas técnicos, bem como algumas dificuldades, A Página Vermelha, revista eletrônica de orientação bolchevista, está temporariamente sem atualização, tendo as suas atividades transferidas para este blog.
A Página Vermelha é um espaço democrático reservado para a publicação de traduções, textos, idéias e arquivos de multimídia referentes ao Marxismo-Leninismo(ML), pensamento político revolucionário também conhecido por Bolchevismo. Os grandes expositores do ideal bolchevista foram Karl Marx, Friedrich Engels, Vladimir Lenin e Iósif Stalin, recebendo ainda contribuições de Mao Tsé Tung, até certo ponto, e Enver Hodja. Ainda, foi de grande valor o papel de William Bland e Ludo Martens na refutação de pelo menos várias calúnias contra o bolchevismo difundidas na mídia. Enquanto ciência, o ML estuda a contemporânea sociedade capitalista globalizada em suas bases econômicas, sociais, culturais, políticas e éticas, tecendo-lhe a crítica mais completa no momento em que propõe uma solução inteligente para uma mudança na desordem auto-intitulada "ordem estabelecida" e a transformação das bases radicais da sociedade para uma sociedade justa, desenvolvida e progressiva, o que levará naturalmente à evolução do homem.
Atualmente no Brasil, nenhum partido representa genuinamente o Marxismo-Leninismo! Assim, A Página Vermelha e as Notas Vermelhas, sua continuidade, não estão vinculadas a qualquer partido político, embora citem alguns em seus vários artigos no momento em que caminham coerentes com o ML, e mesmo divida um fórum com os Nacionais-Comunistas.
O editor de Notas Vermelhas é Cristiano Alves.
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Informo que em virtude de alguns problemas técnicos, bem como algumas dificuldades, A Página Vermelha, revista eletrônica de orientação bolchevista, está temporariamente sem atualização, tendo as suas atividades transferidas para este blog.
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Atualmente no Brasil, nenhum partido representa genuinamente o Marxismo-Leninismo! Assim, A Página Vermelha e as Notas Vermelhas, sua continuidade, não estão vinculadas a qualquer partido político, embora citem alguns em seus vários artigos no momento em que caminham coerentes com o ML, e mesmo divida um fórum com os Nacionais-Comunistas.
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